Loucura de Amor
Superficialidade
Louco seria se não tivesse amor
Amor ternura e vida
A ilusão seria tudo
A solidão seria amiga
A prisão seria a casa
A dor seria a cura
Louco seria se não tivesse o amor
Amor ternura e vida
A vida seria crua
Viver seria banal
Sonhar seria mortal
Louco seria se não tivesse amor
Amor, amor, amor.
Hoje
Acordei insana!
Insana
De amor
De saudades
E desejos.
E com uma vontade louca de te amar
Por inteiro.
Isso é o que o amor faz. Esta insanidade, esta loucura obsessiva e crônica, esta sensação de arrepios, calafrios e euforia. Isso é o que o amor faz ?
Talvez a melhor sensação do mundo seja a pior, talvez o amor seja uma Espinosa pura. Sensação transcendente e inebriante. Oh tamanha sensação, aí daquele que jamais a sentiu, rezo por aquele que jamais à sentirá.
Sou louco! Louco o suficiente em saber oque é o amor, também sou louco o suficiente, para saber que nada sei sobre o amor. Sou louco o suficiente em saber que sinto algo por alguém, também sou louco o suficiente em saber que esse alguém não sente nada por mim. Sou louco o suficiente em saber coisas certas em decidir, também sou louco ao ponto de não decidir coisa algum. Sou louco suficiente em saber que nada se perde, tudo muda de dono. Sou louco suficiente em entender a vida, mas não sou louco em saber que, da vida nada se entende, tudo se vive. Mas também só viver a vida não é necessário, necessário é criar. Porque na vida, o valor das pessoas não está na forma em que elas são, e sim no que há dentro delas, que é uma coisa magnifica, sincera e fiel. É "O Sentimento verdadeiro."
"Deus é que me livre da loucura de não me doar à altura do que o amor requer.
Deus é que me livre de perder a chance de o fazer feliz
e me sentir mulher."
"O amor machuca, causa lesões, enquanto isso, pessoas procuram um amor louco, sem razão, enfim, esquecem que tem que se machucar, poder amar verdadeiramente."
Quando o amor Chegou
A paixão traiçoeira
pegou-me pelas costas
Fez-me de louca
Depois foi embora.
Foi correndo
Largou a porta aberta
Fugiu sem se explicar
Olhou para trás
Jogou-me um beijo
Sem intender sua atitude
Me tomei de desespero
Não consegui me controlar
Soltei um grito horrendo
Na esperança de lhe parar
Mas meu grito vázio
se perdeu no momento
Só ficou sua essência
Que chegou com o Vento
Uma lágrima rolou
Desesperei-me a chorar
Não sabia o que fazer
Pra encontrar seu olhar
Com o coração decepsinado
Ajoelhei-me no chão
Os meus olhos choravam
As saudades da paixão
De repente senti algo suave
minha boca tocar
Eram os lábios do amor
Que veio me consolar.
Poeta
Senhor dos que não tem amor
Diz-me, ó, Senhor
Se loucura... ou verdade
O poeta não sabe, as letras são confusas
Ó, mar! Por que não apagar
Passa uma esponja
Rolai, varrei..
Limpa meu coração deste amor insano
Por que faz sofrer a alma do poeta,
Se a estrela se cala
Como cúmplice
Perante a noite confusa,
Chora alma de poeta
As letras, sem rumo, tropeçam em uma vírgula
Ó, Senhor! Tem pena do poeta.
O amor é dessas loucuras de nos tirar o sono, folêgo, pele. É como acelerar em nitro à 360 graus fora dos Celsius. O tal amor é inseguro, abstrato, indomável... A gente nunca sabe quando ele nos apertará os órgãos e fará chover dentro de nós.
Somos sedentos desse alimento que só esse verbo oferece. Não sei caminhar com o coração vazio. Não sei me vestir com outras peles que não sejam as tuas, amor.
Esse nosso matrimônio às 'escondidas', as pinturas que a gente insiste em revestir nas paredes, os seus braços e abraços tão nossos.
Já não me percebo como sujeito independente... Você parece ser uma espécie de droga, que vicia, que alimenta, suga, anestesia, vai matando...
Eu não quero aprender a te esquecer... Eu não quero precisar apagar os seus olhos dos meus... Eu não me permito testar minhas fibras, meus poros pra ver se sobrevivo sem os teus beijos.
Inventei um amor pra mim, e ele é perfeito.
Alguns dizem que estou ficando louca, eu digo que estou ate lúcida demais ultimamente.
Loucura de sonho naquele silêncio alheio!...
A nossa vida era toda a vida... O nosso amor era o perfume
do amor. . . Vivíamos horas impossíveis, cheias de sermos
nós. . . E isto porque sabíamos, com toda a carne da nossa
carne, que não éramos uma realidade. . .
Éramos impessoais, ocos de nós, outra coisa qualquer. . . Éramos
aquela paisagem esfumada em consciência de si própria. . .
E assim como ela era duas — de realidade que era, e ilusão
— assim éramos nós obscuramente dois, nenhum de nós sabendo
bem se o outro não era ele-próprio, se o incerto outro vivera.
. .
Quando emergimos de repente ante o estagnar dos lagos sentíamo-
nos a querer soluçar. . . Ali aquela paisagem tinha os
olhos rasos de água, olhos parados cheios de tédio inúmero de
ser. . . Cheios, sim, do tédio de ser qualquer coisa, realidade ou
ilusão — e esse tédio tinha a sua pátria e a sua voz na mudez e
no exílio dos lagos... E nós, caminhando sempre e sem o
saber ou querer, parecia ainda assim que nos demorávamos à
beira daqueles lagos, tanto de nós com eles ficava e morava, simbolizado
e absorto. . .
LÍNGUA
Amor beijo-te loucamente
Com a ponta da minha língua
Onde escalas os meus seios
Desenhando-me nas costas
O desejo com os dedos
Faço uma carícia em cada verso
Que invisivelmente tem o teu nome
Poema intenso feito com loucura
Tanto no meu, como no teu corpo
Memórias deixadas sem limitação
Sob um céu estrelado em silêncio
Provocando um incêndio na nossa vida.
╭✿
Eu Lhe encontrei amor, nos sonhos de um Menino louco
Hoje eu lhe encontrei amor,
Nos sonhos de um Menino louco,
Lá nos Beijávamos com Fervor,
Mas na vida o Frio me acordou...
Fui a Rua ouvir os Uivos dos Lobos,
Mas quando percebi eram só Cachorros...
As estrelas estavam Tão Baixas...,
Mas eram só as luzes dos Postes,
Estou confuso e um pouco Tonto,
Estou Caindo de um lado para outro...
Sinto gosto de Vinho em minha boca,
Agora não sei se bebi ou foram seus lábios que me doaram
Hoje eu lhe encontrei amor,
Nos sonhos de um Menino louco,
Lá nos beijávamos com Fervor,
Mas na vida o Frio me acordou...
Estava Chorando em um Lugar estranho,
E as árvores em minha volta me disseram Por favor senhor...
Não derrame suas lágrimas no chão sujo,
mas sim em minhas raízes que o Homem queimou,
Nada conseguia dizer, Mal conseguia pensar
Minha visão se Apagou...
E quando abri meus olhos era de manhã,
Não Havia mais Cachorros, nem postes e também vinho,
Perante tudo isto o que mais senti falta foi Conseguir de tudo aquilo Lembrar...
Mas apagado tive um sonho,
E neste sonho me Falavam que Deus era o Homem que me salvou,
Mas Como... se foi a escuridão que me adotou ?
Então onde estava este Deus neste momento ?
Poucas Vezes sabia o que passei na noite anterior só tinha Dela Histórias,
De quem você me pergunta ?
De quem me Possuiu claro!
A Escuridão não ia Me ter atoa, Ela sempre toma meu corpo de Noite para Colocar os prazeres...
No Peito Do Menino que falta amor.
