Loucos e Felizes

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Sempre estamos buscando sermos felizes : ter carro do ano, casa nova, mobílias, jóias, viagens, vestidos e sapatos caros, mas tudo é ilusão. Para sermos felizes precisamos de tão pouco,nem ter sorte, e sim opção de ser feliz. Para sermos felizes precisamos de valorizar e respeitar as pessoas que estão ao nosso redor , compartilhar o bem com elas, e a gratidão nos enche de esperanças fazendo nosso dia a dia melhor. Natalirdes Botelho

*Felizes são aqueles, que tem esperanças de dias melhores.
E crê.....

**Felizes são aqueles, que eleva seu pensamento para com DEUS, nas horas de alegrias.
E agradece.....

***Felizes são aqueles que procuram dividir seu pouco com seu próximo.
E entrega....

**Felizes são aqueles , que pede perdão aos seus pais, irmãos, amigos e perdoa seu inimigo.
É vitorioso...

****Felizes são todos aqueles que trabalham em prol do bem do outro, com palavras e orações.
E salva....

***Felizes, são todos aqueles que faz desta oportunidade, pra dizer que ama todos meus amigos virtuais ou não, assim como ama a si mesmo.
E compartilha...

E acredito no milagre da palavra de um irmão de Fé.

Te amo ...

​"Não é a felicidade que nos faz gratos; é a gratidão que nos faz felizes."

Estar ao seu lado tem tornado meus dias muito mais leves e felizes. Cada momento com você é especial, e a cada dia meu coração encontra ainda mais motivos para te amar.

No alto da árvore, famílias de araras faziam alvoroço,
macacos saltitavam felizes,
lebres corriam por entre os arbustos,
O sapo Cururu coaxava na beira do rio...
O boto-cor-de-rosa ouvia sobre suas lendas sem dar um pio...
de longe quem espiava era o jacaré-açu...
Na margem do rio a Sucuri se debatia entediada...
a Preguiça levanta os olhos para uma leve espiada...
A capivara se banhava maravilhada...
A onça saia para sua caçada...
Pausa para um breve silêncio, ele está no altar, o Uirapuru a cantar...o canto da despedida
De onde vem o fogo que devasta a alma?
Desta vez não era um jogo, era sério
Não há resposta dentro da pequeneza
A noite cobriu o sol
Que outrora admirava de longe tanta beleza
Agora coberto de luto
Por um vale de ossos secos
Pela floresta que não produzirá mais nenhum fruto...

“Os momentos mais felizes não pedem fotos, pedem presença.”

Ajudar e ver as pessoas
felizes importa mais do que acumular riquezas. P.G

Quem dera a vida pudesse ser como os filmes e séries com finais felizes...
Geralmente nada é bom o bastante, e muitas vezes é péssimo.
Por isso precisamos tanto da ficção onde tudo dá certo, quem merece acaba sendo feliz, onde o amor é o bastante, onde os "malvados", manipuladores frios, sem escrúpulos, sempre se ferram e a verdade sempre vem a tona. Onde a sinceridade é o mais importante e onde sempre dá certo ser sincera sobre tudo.
A vida real costuma ser o contrário disso.
- Marcela Lobato

As vezes queria fazer um som mais feliz. Mudar um pouco. O problema é ter coisas felizes pra cantar e que sejam mais do que felizes, que me levem ao ápice dessa felicidade pra que eu transborde em arte, principalmente em música.
Geralmente meu som é mais triste porque eu preciso transbordar pra compor as minhas melhores músicas. São as emoções em seus extremos que me levam a criar inevitavelmente. É algo tão natural, tão real, tão orgânico, que sinto que é realmente o meu melhor.
Pensar em criar uma música com a mente nunca será o mesmo que cria-la com o coração no maior pulsar de uma emoção, seja positiva ou negativa. Sinto que, dessa forma, a arte é "mais arte", sabe?
- Marcela Lobato

Dizem que felizes aqueles que o namorado são seus melhores amigos. Eu não tenho namorado, mais tenho namorido... que é meu melhor amigo.

—By Coelhinha

'Queria saber porque as pessoas costumam ficar mais felizes numa tarde de sexta-feira trabalhando, do que numa noite de domingo descansando.'

—By Coelhinha

Felizes dos cômicos e trágicos que percebem que a nossa vida se movimenta num eterno alternar de figura e fundo diante da quarta parede.

Na impotente oportunidade de sermos muito felizes, só existe um caminho de felicidade, redobramos os esforços, ora sem nexo e incoerente, de sermos mil vezes mais generosos em multiplicar a felicidade de todo aquele que também, não tem. A justa e perfeita lei da vida é ser feliz, diante de toda opositora tristeza, só cabe uma unica verdade espalhar felicidade por onde caminha para que os outros que hão de caminhar por onde passa tenham um pouco mais de chance, de serem bem mais felizes que você.

⁠Felizes os que aprendem a separar o pecado do pecador, pois estes jamais odiarão o que mais importa para Deus: o Ser Humano.


Há uma diferença bastante sutil — e profundamente transformadora — entre condenar um ato e rejeitar uma pessoa.


Quando essa linha tênue se apaga, o julgamento deixa de ser sobre falhas e escolhas e passa a ser sobre existências.


E, nesse ponto, já não há justiça, há apenas soberba disfarçada de virtude.


Separar o pecado do pecador não é relativizar o erro, nem suavizar suas consequências.


É reconhecer que ninguém se resume ao pior gesto que já cometeu, aos próprios olhos ou aos alheios.


É entender que, por trás de toda falha, existe uma história, uma fragilidade, uma humanidade que nos espelha muito mais do que gostaríamos de admitir.


O ódio é sempre uma simplificação…


Ele reduz o outro a um rótulo confortável, que nos poupa do esforço de compreender.


Amar — ou ao menos não odiar — exige muito mais: exige coragem para enxergar complexidade onde preferiríamos ver certezas, exige humildade para lembrar que também erramos, ainda que em medidas diferentes ou menos visíveis.


Talvez o verdadeiro desafio não seja apontar o erro, mas fazê-lo sem desumanizar quem erra.


Porque, no momento em que passamos a odiar o outro, deixamos de perceber que o que nos conecta a ele é maior do que aquilo que nos separa.


No fim, separar o pecado do pecador é menos sobre o outro e mais sobre quem escolhemos ser diante dele.


É decidir se seremos juízes implacáveis ou consciências lúcidas.


É optar entre retroalimentar o ciclo do desprezo ou interrompê-lo com lucidez e compaixão.


E essa escolha, silenciosa e diária, diz muito mais sobre nós do que sobre qualquer erro alheio.

⁠Felizes os que não extraviam o Tempo do Propósito para desperdiçá-lo em guerras erradas.


Porque tempo é vida em estado bruto — e vida não admite rascunho.


Há batalhas que seduzem pelo barulho, pela plateia, pela falsa sensação de heroísmo.


São guerras que inflam o ego, mas esvaziam a alma.


Lutas que parecem urgentes, mas não são importantes.


Conflitos que prometem justiça, mas só alimentam vaidades feridas.


Escolher as próprias guerras é um ato de maturidade espiritual.


É entender que nem toda provocação merece resposta, que nem toda divergência exige trincheira, que nem todo ataque precisa de contra-ataque.


Às vezes, a maior vitória é permanecer inteiro.


Quem aprende a escolher suas guerras descobre que propósito não combina com distração.


Que energia é recurso sagrado.


Que paz não é covardia — é estratégia.


E que há combates que só existem para nos afastar daquilo que realmente fomos chamados a construir.


Felizes os que discernem.


Felizes os que aprenderam a escolher suas guerras.


Porque não vencem todas as batalhas — mas preservam aquilo que nenhuma vitória pode devolver: o próprio destino.

O dia em que aprendermos que AGORA é o exato momento de viver, simplesmente seremos felizes.
Debbie Villela ⁠

⁠Só não somos mais felizes porque queremos ser mais felizes que os outros — e eles não são tão felizes quanto demonstram.


Talvez uma das principais armadilhas da felicidade seja transformá-la em competição.


A gente olha para a vida do outro e imagina que ele chegou a um lugar onde nós ainda não conseguimos chegar.


Vemos a viagem, o sorriso, a casa, o relacionamento, o sucesso, as conquistas… e, sem perceber, começamos a medir a nossa vida pela régua de uma realidade que conhecemos apenas pela aparência.


Queremos ter mais.


Viver mais.


Conquistar mais.


Ser mais admirados.


E, principalmente, queremos que a nossa felicidade seja maior do que a felicidade de quem está ao nosso lado.


Mas existe uma ironia nisso tudo: muitas vezes, estamos competindo para vencer uma disputa que ninguém realmente está disputando.


Porque quase ninguém mostra suas inseguranças na mesma proporção em que mostra suas conquistas.


Poucos fotografam a solidão, a dúvida, o medo, as noites mal dormidas, os conflitos dentro de casa ou o vazio que aparece quando todos vão embora.


A vitrine quase nunca revela o estoque verdadeiro.


Talvez aquela pessoa que você imagina ter uma vida perfeita também olhe para você pensando que a sua vida é melhor que a dela.


E assim passamos boa parte da existência desejando a felicidade que imaginamos que os outros possuem, enquanto eles fazem exatamente a mesma coisa conosco.


É um desperdício silencioso.


Porque a felicidade deixa de ser uma experiência e passa a ser uma comparação.


Se o outro tem, eu preciso ter também.


Se o outro viajou, preciso viajar.


Se o outro prosperou, preciso prosperar mais.


Se o outro parece realizado, preciso provar que também estou.


E, nessa busca, esquecemos uma coisa essencial: felicidade não é um pódio.


Não existe primeiro lugar.


A felicidade de alguém não diminui a nossa.


O sucesso do outro não é um fracasso nosso.


A beleza de uma vida diferente da nossa não torna a nossa vida menos valiosa.


Talvez sejamos mais felizes quando deixamos de perguntar:


“Estou melhor ou pior que os outros?”


E começamos a perguntar:


“Estou vivendo de acordo com aquilo que realmente importa para mim?”


Porque, no fim, a vida não precisa parecer extraordinária para ser profundamente boa.


Às vezes, felicidade é uma conversa sem pressa...


É ter alguém para ligar.


É dormir em paz.


É poder voltar para casa.


É rir de coisas simples.


É não precisar provar nada para ninguém.


Talvez a verdadeira liberdade seja justamente essa: não precisar que a nossa vida pareça melhor do que a vida de ninguém.


Quando paramos de competir pela felicidade, descobrimos que já havia muito dela por perto.


E talvez seja esse o paradoxo:


Não somos infelizes porque temos pouco.


Muitas vezes, somos infelizes porque olhamos demais para o que os outros parecem ter.


No dia em que compreendermos que quase todos estão apenas tentando parecer bem enquanto enfrentam suas próprias batalhas, a comparação perde força.


E sobra espaço.


Espaço para agradecer.


Para viver.


Para ser quem somos.


Sem plateia.


Sem disputa.


Sem precisar ser mais Feliz que ninguém.

⁠Felizes são os casais que, ao perderem o sono, encontram a graça de poder tocar a alma um do outro.


Porque há noites em que o corpo pede descanso, mas o coração pede presença.


E, quando duas pessoas se amam de verdade, até a insônia pode se transformar em um daqueles raros momentos em que o silêncio deixa de ser vazio e passa a ser companhia.


É bonito quando, em vez de cada um se virar para o seu lado, existe um olhar que pergunta sem palavras: “Quer conversar?”.


E então surgem confidências, lembranças, medos, planos e sonhos que talvez o barulho do dia nunca tivesse permitido revelar.


Tocar a alma de alguém não exige grandes gestos.


Às vezes, é apenas ouvir sem pressa, acolher sem julgamento, fazer carinho enquanto o outro fala ou permanecer em silêncio, mas deixando claro: “Eu estou aqui”.


No amor, talvez uma das maiores intimidades seja essa: conhecer o que existe por trás dos sorrisos, das certezas e das aparências, e ainda assim escolher permanecer.


Porque dividir uma cama é muito fácil.


Difícil — e até extraordinário — é dividir a vida, os pensamentos, as fragilidades e os silêncios.


E, quando a madrugada chega, o sono vai embora e duas almas permanecem acordadas uma para a outra; talvez não seja uma noite perdida.


Talvez seja a vida lembrando que existem encontros que valem mais do que qualquer hora de sono.

A vida é curta e não vale nada, mas, valerá se formos felizes na maior parte do tempo que tivermos.

A nostalgia de um dia bom ou a memória de momentos felizes, é o que faz com que o passado não precise ser tão criticado, não é questão de "viver dele", mas compreender que o dia de ontem, ninguém me tira mais!


Já o presente é, na literalidade múltipla de um idioma, o que reúne os nossos fragmentos, sejam eles bons ou não, e ele pode vir em laços, e no perpétuo socorro da vida, o "é", é a conjugação do verbo "ser", o que há de ser, está sendo...


Já o futuro, se ele de fato pertence a alguém eu não ouso dizer, porque ele precisa deixar de ser uma preocupação, mas apenas um mensageiro da esperança, porque mesmo fazendo mil projeções ou infinitas e ansiosas imaginações, ele é cercado de "talvez", sem a essência do passado que já é uma marca, ou da grandeza do presente! Ele só será, será e às vezes: "Será"?


Entre exclamações, reticências ou interrogações, eu desejo o pôr do Sol, nada pra fazer e que os "bons dias" não sejam apenas cumprimentos litúrgicos, mas que eles carreguem o desejo mais genuíno de que tenhamos dias intensamente belos, mesmo na feiura da surpresa aterrorizante.