Louco

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É fascinação, desejo louco, incomparável, somar você com outra mulher é impossível. Falo por mim: você é diferente das demais, é indiferente a ponto de não demonstrar preocupação até resolver a situação. Se a sorte existe, ela está no homem afortunado que tem o privilégio de te amar.

Vão me chamar de louco por não me curvar às máscaras, por ser honesto quando esperam falsidade, sincero quando desejam conveniência, justo quando o mundo insiste em injustiças e verdadeiro quando a mentira parece mais fácil. Que me chamem de insano, se quiserem — pois prefiro carregar a chama ardente da verdade, ainda que me queime, do que repousar no silêncio confortável da mentira que adormece consciências.

Eu assim como todo louco preciso que a coisa não seja normal.

Cada louco tem seu senso de loucura.
E o ponto da loucura é quando ela deixa de ser loucura e passa tornar-se compreensão lógica.

"As pessoas me chamam de louco por acreditar no impossível e sonhar alto, eu as chamo de loucas por não acreditarem nem em si mesmas!"

O louco disse:
Cada escolha é sentir,
cada caminho carrega um propósito.
Toda dor, todo sofrimento, forja armaduras.
E cada loucura… cria mais um louco.

⁠Louco é a forma que achei pra te amar. Vivo sozinho quebrando todas as barreiras só pra te conguistar. E incessantemente busco de ti as carícias pra meus desejos de acalmar. Tento de todas as maneiras de te envolver em meu corpo. Te desejar é uma tortura delirante. Só queria que me deixar ouvir o sussuros de sua voz em neus ouvidos. E sentir a ele entre arrepios invadirem todo o meu ser. E assim amar-te eternamente.

Quando eu digo que vou fazer algo e a pessoas não me chamam de louco, eu paro e repenso o que eu iria fazer.

Quero amar desesperadamente como um louco solto numa cidade cheia de poeira após um cataclisma. Posso ser louco pra amar quando a distancia se torna lei numa cidade vazia de romance. O amor pega gosto quando há vontade em meio corações desapegados. Há vontade de beber muita água quando o deserto é seco e árido. Há vontade de abraçar muito quando o entorno só se tem paisagens Há muita vontade na falta e a falta pode trazer o valor, o peso e a forma do que é o amor de verdade pra se amar.

A maior loucura e inconsciência é ser louco e não ter a noção de que se é insano

Creio que a escrita me transformou num louco; quando tento descansar ou deixar de escrever, a mente exige que eu continue a escrever.Furucuto, 2026

A arte sempre foi o rascunho de um gênio que o mundo chamou de louco antes de aplaudir.

O POVO LÁ DE CASA


O pessoal lá de casa era louco,
queimava pipoca e roia o coco;
Amava com gritos e chorava rindo,
Quando alguém caía: eu acho é pouco.


Era uma família grande, tinha burro e gênio.
Quando um vencia, o outro roubava o Prêmio.
Lá em casa não era democracia: era ditadura.
Meu pai era o mais calmo, minha mãe a mais dura.
Havia sabedoria, mas também muita loucura.
Era impossível imaginar
Que pudesse haver no meio dessa baderna, ternura?


E sim, havia amor, frustração, paixão, cura.
É claro que também se via amargura.
Não dá para negar que existe
Rebentos fortes, mas também tristes.
Mas eu sei que a matriz é feliz.
E quem de fora fala, não sabe o que diz.
Dos 13 ramos, um já se foi, outros criaram asas.
Eu, embora, longe, sinto orgulho de ter nascido lá em casa.

Não tenha medo de ser diferente, de pensar diferente. Talvez te chamem de louco, mas lembre-se, todas as pessoas que mudaram o mundo também já foram chamadas de loucas!

Sem nenhum aviso teus olhos vieram em noticias de um louco amor na navegação de mulher.
Uma voz suave e singela na qual davam certeza no meu querer e ensandecia meus desejos fazendo-me seu, fixando-me em teu coração.
Em um desejo súbito, teu coração silenciou-se em um aconchego singelo trazendo os sinceros votos de felicidade.

Eu me ouvia, tentava ler meu coração, será que sou louco ou lúcido com minhas próprias razões sentia dor como ninguém;
Fingia meus sorrisos em um acalento nunca existente para agradar pessoas que nem mereciam;
Mas com tudo chorei meus erros e minhas frustrações de querer acompanhar as verdades que sempre admirei;

Você me dá água na boca... Mexe com a minha libido e me deixa louco de prazer sem nada poder fazer;
Fico inquieto esperando a chance de sentir os teus lábios aos meus...

A arte de amar é ser louco o suficiente para ter sentimentos mesmo a distância, e ainda sim nunca mudar o seu querer;

Nas bananeiras


Nem um louco esqueceria.
Recuso-me a perder a memória
daquele desvio do mundo, nas bananeiras,
onde o corpo escreveu antes da palavra.


De olhos fechados, reconheço
o caminho da chuva bravia
a rasgar as folhas largas,
o tambor verde da selva
a bater contra a pele.


Ali, os nossos corpos
não pediam permissão ao desejo.
Na tua boca,
um sussurro longo, quente, primitivo,
como se a terra falasse por ti:
“Amor, estou a molhar o meu cabelo.”
E eu, feito bicho cativo,
aprisionado no teu castelo húmido,
habitei os teus jazigos
como quem aceita o feitiço.


A chuva confundia-se com a saliva,
líquido sem nome, sem culpa,
apagava os sinais de luta e entrega
que nasciam no teu corpo nu,
corpo-fruta, corpo-mato, corpo-fogo.
“Amor, estou a molhar o meu cabelo.”


“É sério… vais sentir o cheiro depois…”
E a terra prometida abria-se
debaixo do teu vestidinho breve,
onde as flores são carnívoras
e as promessas mordem.
Ali, o amor era selvagem,
sem templo, sem regra,
apenas carne, chuva e bananeiras.


Daniel Perato Furucuto

Lógica do louco

Vem..., louco
Atraído pela ira dos desencantos
Em pele de cordeiro
Voz doce
Sonhos a realizar.

Vem..., louco
Amaciando a vítima
Encorajando-a com malícia
Desconcertando o enredo
Espreitando na contramão.

Vem louco, nas suas diferentes formas,
Surpreender com a sua metamorfose
Com sua opaca e colorida aparência,
Tentar através da fresa
Enviar um friso da sua maldita luz.

Vem...
Mais uma vez como veludo,
Emerge do seu submundo com a sua maleficência
A repousar no colo amigo
O seu mundo hostil.