Logo
É tempo de celebrar.
Ele nasceu e logo irá realizar maravilhas por onde andar.
Seu maior ensinamento?
O amor puro e verdadeiro.
Tem tolo que é inteligente, porém o homem sábio, logo percebe que a inteligência sem humildade não leva a honra verdadeira.
O tolo é o homem que não ajunta semente, para plantio ou alimento não perecível, e logo discipa o seu sustento em bebidas fortes, este alcança, sem erro a derrota.
Sentado numa lotus, ventos chocoalham as árvores emulando os véus de Lakshmi, logo o céu amarelado vai emergindo sua fortuna, as cores em gradiente enriquecem o jardim, borboletas douradas aparecem, a decretar a liberdade e a beleza do vale.
Consciência, Diálogo e Esperança
E se votar fosse consciência,
educação e atenção,
não promessa repetida
nem discurso de ocasião?
Talvez o palco tivesse menos gritos
e mais responsabilidade na decisão.
Mas ainda existe um povo atento,
aprendendo a participar,
que entende que cidadania
é mais que votar, é acompanhar.
Educação constrói futuro
quando ensina a questionar.
Prometem o que já é direito,
tá na lei, qualquer um vê,
mas entre a palavra escrita
e a vida que insiste em sofrer,
o caminho se confunde
e o direito demora a chegar
pra mim
e para você.
Somos diferentes, é verdade,
na forma de crer e pensar,
mas diferença não é ameaça
quando aprendemos a respeitar.
O diálogo vira ponte
onde antes havia muro a separar.
Não se trata de um só lado,
nem de bandeira ou opinião,
quando a máquina gira sozinha
esquece quem move a engrenagem.
Quem sustenta pede resposta,
quem governa deve prestação.
Tentamos nos conectar ao mundo
por telas, sinais e informação,
mas nada substitui o encontro,
a escuta e a cooperação.
É no olho no olho sincero
que se constrói transformação.
Vivemos tempos divididos,
por ideias, crenças e visão,
língua, cultura, fronteira,
diferença vira separação.
Quando o diálogo se perde,
cresce a desigualdade
e a tensão.
Queremos trabalho, dignidade,
saúde, escola e igualdade,
não como favor concedido,
mas como direito de verdade.
Esperança não é esperar sentado,
é agir com responsabilidade.
Somos milhões neste país
cheios de sonhos e vontade,
e bilhões no mundo inteiro
buscando a mesma humanidade.
Se falássemos mais em comum,
talvez sobrasse menos desigualdade.
Quando alguém pratica o bem, logo há a sensação de alegria, ternura e agradecimentos diante de Deus, por ter encontrado o verdadeiro sentimento de felicidade espiritual.
A LIVRARIA SARAIVA É LOGO ALI!
Durante mais de duas décadas em São Paulo, um dos meus refúgios preferidos era a Livraria Saraiva da Avenida Paulista. Não era apenas um passeio: era um lugar onde eu respirava melhor. Gostava especialmente dos dias de lançamento. Caminhava entre estantes, observava o movimento, sentava de longe e ficava olhando os escritores assinando livros, dedicando palavras, recebendo leitores. Aquilo me parecia grandioso, quase mágico. Eu me sentia parte daquele cenário, mas apenas como espectador. Para mim, estar do outro lado da mesa ainda era um sonho distante.
O mundo girou, o sonho mudou de lugar e em 2013, voltei para Carlópolis.
Logo nesse retorno, fui presenteado com um momento inesquecível: o lançamento do livro “Os Pioneiros”, da escritora Dona Helena Ribeiro de Proença, mais conhecida como: minha mãe. Ver sua obra escrita a mão aos 84 anos ganhar forma pública, reunir pessoas e provocar emoções, foi um marco.
Ali, algo mudou dentro de mim.
Pela primeira vez, aquele sonho de ser escritor começou a parecer possível.
Então, minhas histórias deixaram o silêncio da mente e ganharam corpo na insistência diária da escrita. Houve muito estudo, leituras vorazes, dois livros por mês.
Até que, após cinco anos, parecia tudo pronto. Mas não estava. Veio a pandemia, o tempo suspenso, o medo, mais três anos de espera e reescritas.
Enfim, em 2024, “A Saga dos Cataventos – O Mal Nunca Dorme” estava impresso. Veio a noite do lançamento: taças erguidas, amigos reunidos, abraços demorados, páginas autografadas, flashes e encontros, digno dos lançamentos na editora Saraiva. O mesmo encanto, mas em outra dimensão, outro universo.
Ao olhar para o meu livro pronto, vi um universo se abrindo e entendi que não bastava escrever: era preciso abrir caminhos. Do meu auto¬lançamento nasceu a Editora Café Literário, nada mais que um caminho para textos que pediam luz. Em um ano, vieram dois frutos: Devaneio – Um passeio pelos sentidos, de Lu Barone, e Ecos – O som das emoções, de Maria Rita de Oliveira Bezerra. Obras incríveis, delicadas, profundas, que falam do que mora dentro. Junto com os livros vieram mais noites de lançamentos, mais lágrimas sinceras e a certeza de que a literatura, quando partilhada, se multiplica.
Ao capitanear essas noites incríveis, vendo a alegria vibrando nos rostos, as celebrações, os discursos embargados, senti que havia algo maior ali. Pesquisei nos grupos de escritores que freqüento e descobri que em toda a região, as noites com o brilho e o glamour dos grandes centros, só existe em Carlópolis. Um luxo raro, íntimo, impossível de medir. Um gesto de amor à literatura. Um orgulho para a nossa cidade que não tem preço.
Sim, ainda há pouco incentivo e muito silêncio.
Mesmo assim, diante de telas que hipnotizam e da descrença que se espalha, a Editora Café Literário segue firme.
A parte boa é que em 2026 teremos mais lançamentos, mais noites de encontros, mais celebrações, mais abraços, mais historias compartilhadas.
Confesso: ainda somos poucos, quase invisíveis, porém intensos.
Enquanto a pressa governa e a falta de cultura se multiplica, escolhemos o gesto lento da palavra, o calor do abraço e a permanência da literatura.
Se um dia busquei encanto entre prateleiras famosas, hoje sei: criamos aqui o nosso próprio templo dos livros, a nossa própria Livraria Saraiva, viva, próxima e cheia de histórias.
Mesmo que as coisas não estejam bem,
não reclame da vida.
Logo vai melhorar!
Reclamar não adianta nada, só faz tudo piorar.
05/07/2019
A Policia não é onipresente, o poder de polícia do Estado não é eficiente, logo, desarmar o cidadão é colocar este refém dos delinquentes.
Logo amanhece...
Logo anoitece.
Logo anoitece...
Logo amanhece.
Assim o tempo vai passando,
E, o presente dos vivos,
É o tal futuro esperado
Que por muitos é desconhecido
Por mergulhar ainda
Em utopia sem saída...
Desperta-te!
Se o inferno não existe logo é impossível a alma entrar nos Céus e ver a Deus com todos os pecados que ela pratica na terra.
O que as outras pessoas pensam de mim, não está em mim, está na cabeça delas... Logo, não me pertence.
Bela mulher que evolui a cada nascer de um dia e logo estará infinitamente Linda e justa a ser contemplada com fervores de uma mulher digna;
Todos os meus exaltares não te explicaria como você és bela ao meu ver;
Você com detalhes me transborda de querer e eu peço que eu tenha juízo e não me perca da elegância;
A noite me desce em perfeição para que eu me inspire e te dê o meu melhor e veja você sorrir;
