Livro
Tento. Tento porque assim me livro das dúvidas. Tento para poder partir para outra direção caso o que eu sinto não seja bem-vindo. Poupa tempo, economiza vida, me mantém focado apenas nas coisas que me fazem bem.
Não há livro mais intrigante, e ao mesmo tempo elucidador. Não se pode julgar pelas aparências, jamais. Entretanto a arte de observar e "ler" o que está na natureza - ao nosso redor, bem a nossa frente - é a inteligência maior. Tudo é texto. Nós mesmos, e tudo que podemos ver e perceber, é texto.
A vida é como um livro, em cada capítulo o personagem enfrenta dificuldades, nunca se sabe o que acontece, mas Deus é o autor da história desse personagem.
A publicação de um livro é sempre um marco, mas quando nasce de uma experiência concreta de fé, ela se torna também um instrumento de missão.
É com essa consciência que apresento AMAR COMO JESUS AMOU, uma obra profundamente inspirada pela vivência na Renovação Carismática Católica e pelo chamado a testemunhar o amor de Cristo no mundo atual.
Este livro surge em um contexto muito específico: o nosso tempo. Um tempo em que as redes sociais moldam comportamentos, em que a política influencia diretamente os valores da sociedade e em que o verdadeiro sentido do amor muitas vezes é distorcido ou reduzido.
Diante disso, a proposta da obra é clara: resgatar o amor autêntico, aquele que tem como referência o próprio Jesus.
Escrito a partir de vivências, reflexões e experiências concretas, inclusive no cotidiano de Itapetininga, o livro convida o leitor a compreender que amar como Jesus amou não é uma ideia abstrata, mas uma prática exigente, que deve se manifestar nas relações pessoais, na vida comunitária e também no posicionamento diante do mundo.
Ao longo das páginas, o leitor encontrará uma abordagem direta sobre temas essenciais da fé cristã, sempre à luz da espiritualidade da Renovação Carismática Católica, com uma linguagem acessível, mas sem perder a profundidade. O objetivo não é apenas informar, mas provocar transformação — interior e prática.
AMAR COMO JESUS AMOU é, portanto, mais do que um livro: é um convite. Um chamado para viver o amor em sua forma mais radical e verdadeira, inclusive nos ambientes onde ele é mais desafiado — como na política e nas interações das redes sociais.
Se você busca uma fé mais autêntica e um amor mais coerente com o Evangelho, esta leitura é para você.
DIA MUNDIAL DO LIVRO
O livro é nosso parceiro
Nunca nos deixa na mão
Trazendo histórias incríveis
Viajando o mundo inteiro.
...
O livro tem seu poder
A ele nossa homenagem
Traz escritas do autor
Tem o poder de nos prender.
...
Além do tempo e do espaço
No livro podemos viajar
Histórias ganham vida
Faz o leitor sonhar.
...
Uma boa leitura nos contagia
Vai além da imaginação
Embarque nessa viagem
Provoque a sua inspiração.
...
Irá Rodrigues.
“Cada escolha por ser autêntico é um passo na direção da inteireza.”
- do livro Fractais do Infinito
“O colapso é a prova de que a alma está pronta para algo mais elevado.”
- Trecho do livro O apocalipse interior: a revelação da alma na linguagem do fim
Ela continuava abraçada a ele como se quisesse fazer daquele abraço a sua morada.
(do livro-Cecilia D'Ávilla)
A sua idade pode ter te dado posses, mas a minha visão me deu um livro; o dinheiro o tempo consome, mas o conhecimento é o que domina o tempo.
A árvore que eu plantei é um livro de trilhões; o fruto que você colhe é a inveja de quem não consegue sair do lugar.
"Ignorar o valor de alguém por sua condição financeira é como desprezar um livro pela capa gasta; você perde a chance de ler as lições mais profundas sobre resiliência e vida."
Costumo ouvir que trabalhar com pessoas não é fácil. Percy Jackson, em seu livro disse; "" É fácil tornar-se amargo, cometer erros horríveis. É mais difícil trabalhar com pessoas que com máquinas. E quando você destrói uma pessoa, não pode conserta-la." Pois é, é fato, não podemos concertar ninguém, mas possamos usar de inteligência e cuidado para não destruir ninguém. Eu pessoalmente, gosto de trabalhar com pessoas, me sinto feliz porque é uma troca de conhecimentos. Procuro ter humildade e principalmente, RESPEITO!
E o livro vai sair:
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
Por que os Processos Morrem?
Como o processo decide sem enfrentar a perda — e o que o advogado precisa fazer antes de peticionar
ORELHA EDITORIAL – NOTA DO EDITOR
A obra escreve como o juiz decide, não como o professor explica. Se parecia proibido, a obra revela.
Há livros jurídicos que ensinam regras.
Outros ensinam técnicas.
Este livro ensina algo mais incômodo: como os processos realmente morrem.
É revelado, com precisão analítica, a lógica real da decisão judicial, apontando os erros estruturais da atuação advocatícia e a permissividade do processo civil contemporâneo em permitir decisões que neutralizam o prejuízo sem enfrentá-lo.
‘Não Existe Lide sem Prejuízo’ parte de uma constatação simples e raramente enfrentada: o processo não falha quando ignora o prejuízo — ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar, se exposto – tal prejuízo - será apresentado na decisão, obrigatoriamente pelo art. 489, §1º (CPC/15). Mas o livro alerta, se exposto.
Brilhantemente o autor não usa sequer um artigo específico nesta peça.
Ao longo dos capítulos, o autor desmonta as saídas confortáveis do sistema decisório.
Não se trata de um manual de prática forense. É uma realidade dos tribunais.
O livro propõe uma leitura estrutural da decisão judicial — mostrando que, quando o prejuízo não é identificado, o julgador sempre encontrará uma rota segura para decidir sem assumir o impacto da perda.
Aqui, o foco não é o direito em abstrato, mas o momento exato em que o caso deixa de pressionar a decisão.
É uma obra voltada a advogados que já dominam a técnica, mas perceberam que a técnica, sozinha, não controla o destino do processo.
Este livro não promete justiça. Promete lucidez.
E, no processo civil contemporâneo, isso já é muito.
NOTA: Não é para iniciantes no Direito Processual Civil (estudantes de graduação ou advogados com menos de 2–3 anos de prática efetiva).
O livro de Fabricio Despontin, promete! Logo à disposição.
O livro: Não Existe Lide Sem Prejuízo, de Spontin, 2026. Surge a técnica no direito "advogados devem criar tensão sobre o processo para não dar rotas de fugas formais aos juízes". "O advogado é o mestre do que vai ser apreciado no processo, a petição tem que prever e eliminar rotas de fugas formais das futuras decisões". "Foco no resultado pelo advogado, a petição tem que prever que existe o formalismo, e se completar para evitar que o fim do processo seja improcedência pelo próprio formalismo que não foi anteriormente desclassificado", "O advogado deve dominar as variáveis processuais e prever cenários decisórios.".
O livro não Existe Lide Sem Prejuízo é estratégia processual, a teoria da centralidade do prejuízo é acadêmica. No livro vai se achar método prático estratégico. Lá se encontra o motivo dos processos bons morrerem pela formalidade. Por fim, Teóricos → explicam a estrutura do sistema. Advogados → operam dentro da estrutura. Fabricio de Spontin → explica o gatilho que aciona a estrutura.
Fabricio Von Beaufort-Spontin, no Livro Não Existe Lide Sem Prejuizo - Processo Contencioso Livro 1 - Por que Processos Bons Morrem, diz "Este livro é destinado também para Juízes e Magistrados, porque amplia Hans Kelsen, fortalece o jurista italiano Calamandrei e traz mindset (Growth Mindset) na escola tradicionalista da formalidade. Se os advogados estruturarem casos assim, Vossas Excelências, o prejuízo estará delineado para atingir a Justiça. Achar o caminho à Justiça na petição será muito mais óbvio, quando comprovada. Observando que, como já em jurisprudências, é a primeira vez escrito para advocados que "o prejuízo é pressuposto do direito" e não apenas da nulidade. Lembrando, Vossas Excelências, que violação da norma ou da soberania individual também são prejuízos."
Ao analisarmos os pontos tocados, é uma nova metodologia no Direito Brasileiro. - Convenção na Apresentação do Livro, debates e como segundo Fabricio falou na "inauguração do Livro Não Existe Lide Sem Prejuízo". A idéia foi unânime entre os participantes.
Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.
No livro “Não Existe Lide sem Prejuízo – Por que os Processos Bons Morrem?”, eu, Fabricio von Beaufort-Spontin, deixo bem claro que não sou contra os ensinamentos de Hans Kelsen. Apenas amplio a visão do debate ali desenvolvido. Respondo aqui diante das críticas existentes, as quais carecem de fundamento. Não sou o único a fazê-lo.
Ampliar Kelsen não é heresia.
Trago à reflexão Piero Calamandrei, jurista italiano.
