Livre em Jesus
Sagaz o espírito do corvo.
Alma gotica
Sentimento livre...
Confie nas trevas...
De repente repouso...
O assassino descansa em paz,
As aparências tornasse realidade.
Nas sombras ermas o sossego...
Até partir para o caminho dos céus...
Cada versão transmite seu algoz...
Doce vidência no astral...
Desejo perpétua vida...
Somos breves,
somos passageiros,
em um tempo
desconhecido,
sem fronteiras
e livre...
somos breves.
BMelo✍️
Livre-se dos maus pensamentos,
Encha os pulmões, acalme-se, respire.
Não deixe a escuridão
Entrar, dentro!
A teologia Arminiana não é um livro de argumentos contra o calvinismo e nem a defesa do livre-arbítrio, mas a defesa do amor incondicional de Deus para com toda a humanidade. Nela, que ama a TODOS e morreu por TODOS.
Livre-arbítrio e soberania de Deus transcendem as nossas percepções finitas e limitadas ao espaço-tempo (Filipenses 2.12-13). Aqui estamos diante do paradoxo da graça, tanto sinergistas como monergistas utilizam a passagem para defender seus argumentos. No Verbo Vivo, que é O Único interprete oficial da palavra.
É preferível morrer de fome mas livre de desgostos e medos a viver na abundância acossado por preocupações, temores, desconfianças e desejos incontroláveis.
Não foi Deus quem semeou os momentos difíceis da nossa vida, foi o livre-arbítrio que, mal cultivado, colheu espinhos.
O Senhor apenas nos deu o campo, a semente e a liberdade de plantar.
Que eu me livre dos cansaços que me roubam os sonhos, destoam minha fé,
desviam minha emoção pela Vida.
Que eu ignore os dedo apontados,
a desconfiança afiada, a palavra mal intencionada.
Que eu viva fluindo em mim a boa música do mundo;
O melhor som, o melhor tom é o do riso.
Nada melhor que sair por aí, quando finalmente aprendemos a significância do Viver!
----Lanna Borges.
Nasci pra ser feliz
Ter livre arbítrio e procurar viver grandes momentos que ficarão na memória
Construir o progresso
Aprender,evoluir e se tornar uma pessoa melhor
Deixando meu legado e fazendo história
A existência do livre-arbítrio vai resultar em nossa incapacidade de ver o futuro. E sabíamos da existência do livre-arbítrio porque tínhamos experiência direta com ele. A vontade era parte intrínseca da consciência.
Era mesmo? E se a experiência de conhecer o futuro mudasse uma pessoa? E se evocasse um sentido de urgência, um sentido de obrigação de agir do modo que sabia que agiria?
