Lirio da Paz
Que as flores de
carinho, ternura, paz e amor, floresçam no jardim de cada um
e que todo mundo seja feliz de verdade
em todas as estações do ano
As vezes me perguntam o que é felicidade.
A felicidade é um estado de paz que sai de dentro para fora...
O Caipira Raiz e o Jacu Enfeitado
Na beira da cerca, com um palito no dente e a paz no olhar,
tá o caipira de verdade, aquele que pensa antes de falar.
Com dois ditado ele desmonta um diploma,
e com um silêncio ele humilha quem faz drama.
Mas não demora muito, chega ele...
O tal do jacu metido, de celular com capinha de strass,
bota brilhando, camisa colada,
parecendo cantor sertanejo... que foi demitido em Goiás.
Chega falando grosso,
palavra em inglês, sotaque de novela,
mas tropeça no português
e chama “cuscuz” de “massa amarela”.
Diz que entende de tudo: agro, clima e até NFT,
mas se perder o sinal do Wi-Fi,
não sabe nem onde fica o pé.
Se acha “moderno da roça”,
fala que é do agro business,
mas confunde adubo com fermento
e acha que boi dá leite com fitness.
Já o caipira de respeito,
coça o queixo e só observa:
“Esse aí é tipo assombração…
aparece, faz barulho e não serve pra reserva.”
O jacu compra trator sem saber dirigir,
grava vídeo colhendo milho de boné pra trás,
e ainda manda:
“Galeraaa, esse é meu lifestyle, sou raiz demais!”
Raiz? De quê? De samambaia de plástico?
Nunca arrancou um mato, nunca levou coice de burro...
Só vive de selfie no campo,
igual criança em zoológico: acha tudo ‘estranho e sujo’.
E o caipira de verdade ri, mas é por dentro.
Porque ele sabe:
quanto mais o jacu fala,
mais o mundo vê que é só vento.
Moral do mato:
Jacu com internet acha que é influenciador,
mas é só um papagaio com 4G,
falando grosso e pensando menor.
DOMINGO DE RAMOS
Jesus entrou em Jerusalém montado num burrinho.
Humilde. Simples. Em paz.
O povo o aplaudia, jogava seus mantos no chão, abanava ramos e gritava:
“Hosana nas alturas!”
Mas poucos dias depois...
os mesmos gritaram:
“Crucifica-o!”
Hoje, ainda é assim.
Aplaudimos hoje, apedrejamos amanhã.
Celebramos a vitória alheia até ela incomodar.
Pessoas são crucificadas por terem… ou por não terem.
Por serem diferentes.
Por não seguirem o padrão.
Somos rápidos em julgar, lentos em compreender.
Passamos da admiração à condenação em um clique.
Domingo de Ramos é mais do que tradição.
É um espelho.
Quem temos crucificado com nossas palavras e atitudes?
Quantas vezes viramos a multidão?
Hosana nas alturas…
Mas que a altura do nosso ego não nos faça esquecer da humildade de quem veio montado num jumentinho.
Vá em paz, meu amigo!
Leve consigo toda aquela inocência que lhe foi característica, acreditando que o mundo seria melhor empregando sua autenticidade.
Sua missão, embora não cumprida, sempre foi muito nobre.
Vá descansar da sua labuta!
Percorra o caminho preparado a todos os iluminados!
Se eu só consigo ser (estar) energizado, calmo, em paz e uma pessoa do bem num contexto de reclusão com minhas ideologias e num lugar afastado dos demais "involuídos", temo que essa vivência não possa ser sustentada como positiva.
Faça as pazes consigo
Consigo fazer contigo
Se não fizeres comigo
Não concedo minha paz para contigo
Se há consenso há abrigo
Se há abrigo assedo é alívio.
Mais um Natal se aproxima. É tempo oportuno para absorvermos os desejos e as bênçãos de paz, renovação e felicidades que nos envolvem e consequentemente nos restabelecermos na fé e no amor para que possamos cumprir nossos anseios e continuarmos trilhando pelos caminhos do bem. Um feliz e digno Natal a todos!
Manter a calma quando a paz reina é sinônimo de fluidez da normalidade. Mantê-la em meio às adversidades é contrariar o óbvio, é permitir-se utilizar do psicológico de maneira exclusiva, de enconcontrar equilíbrio emocional em sua fonte original, é otimizar a capacidade de resolução das aflições.
