Linha Tenue entre o seu Olhar

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⁠Fragmento de Mim

Não começo.
Não termino.
Sou o intervalo entre o que passou e o que nunca veio.

Carrego pedaços —
ecos de vozes que já não me chamam,
calafrios de toques que o tempo apagou.

Já me entreguei inteiro a quem não ficou.
Já ardi por dentro sem que ninguém visse a fumaça.
Aprendi a amar no escuro,
com medo da luz mostrar demais.

Hoje, caminho com mais cautela.
Não por medo, mas por memória.
Há ternura no gesto contido,
há desejo no silêncio que não grita.

Não procuro mais sentido.
Procuro abrigo.
Um canto onde eu possa não explicar.
Apenas ser — sem enredo, sem promessa.

Tenho um mundo dentro que ninguém visita.
Um vazio que aprendi a conversar.
Às vezes, só preciso que alguém escute
o que nem eu consigo dizer.

Sou feito de pausas,
de tentativas,
de páginas rasgadas que nunca viraram história.

Mas ainda estou aqui.
Mesmo que em pedaços.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Sobre ser poeta

Ser poeta
não é escrever.
É sangrar sem ferida visível.
É andar entre os vivos
com os pés fincados no invisível.

Ser poeta
é ouvir o que não foi dito,
ler o que o tempo omitiu,
beber da fonte que seca os outros.

Não há descanso para o que vê demais.
Não há paz para o que sente em excesso.
Ser poeta é dormir com as cicatrizes abertas
e acordar com palavras grudadas nos olhos.

É saber que nada dura
e ainda assim amar —
como quem beija o rosto da água
antes que ela escorra.

Poeta não descreve.
Poeta desvela.
Poeta não tem vocação.
Tem maldição.

É escolhido pelo silêncio
pra dizer o que mata
e, ao dizer,
sobrevive.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Vida sem Fim — O Tempo em Paz

Eu caminhei por entre os dias como quem pisa vidro.
Havia um relógio enterrado no peito e toda manhã era ferida.
Mas então... o tempo morreu.
E no exato momento em que o tempo expirou, nasceu a paz.

Viver sem fim é como dormir sobre nuvens de silêncio.
O céu já não cai. O chão já não ruge.
As horas não nos perseguem mais com sua foice sutil.
Tudo repousa. Tudo canta.
E o homem, enfim, contempla.

Sem a urgência do fim, a alma se deita no colo da eternidade.
E sonha desperta.
A arte deixou de ser grito.
Agora é sopro.
O gesto não busca o depois — ele floresce no agora como um lírio que jamais murcha.

Ah, viver sem fim...
É ver a infância reaparecer no rosto dos antigos.
É caminhar em jardins que se abrem só quando o espírito está limpo.
É colher frutos que não apodrecem e ouvir árvores sussurrando segredos que esperaram séculos para serem ditos.

Ninguém corre.
Porque tudo vem.
E tudo é.
A morte virou lembrança. Um vulto que se afastou devagar... até desaparecer.

Agora se ouve o som das estrelas.
Agora se escuta o pensamento dos rios.
Agora se entende o silêncio.

Há os que escrevem poemas sem fim — versos que se alongam como rios de luz,
e há os que leem o céu como quem lê um livro antigo, com os olhos marejados de compreensão.
Não há pressa em aprender.
Nem medo de esquecer.
Pois tudo o que é verdadeiro permanece — como o nome gravado no coração da Terra.

E eu, que um dia temi o escuro...
Hoje acendo lâmpadas na alma dos outros.
Porque viver sem fim é isso:
transformar cada instante em eternidade.

Por Evan do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

⁠O Encantamento

A princípio, ele acreditou tê-la visto entre as colunas do templo. Não um templo de mármore — mas o da própria mente. Ali, onde as musas habitam como sombras antigas, ela surgiu. Seus olhos, tão serenos, pareciam conter os astros. Seu gesto mínimo, de afastar os cabelos do rosto, era um ritual solar. Ele pensou: É Ariadne. A filha dos deuses. A que guarda o fio do caos.

Ele era artista. Não dos que vendem quadros em feiras nem dos que frequentam coquetéis. Era daqueles que se perdem no traço de uma linha, ou em uma frase que nunca termina. Vivia no exílio da lucidez, no limiar entre o sagrado e o delírio.

E ela apareceu assim. Simples. Com um vestido qualquer. Mas para ele era sacerdotisa. Musa. Mistério. Sua mente parecia dançar sobre os abismos como uma acrobata dos ventos — e ele se encantou por aquela inteligência sem nome, por aquele silêncio que parecia conter todas as palavras do mundo ainda não ditas.

— Você não é daqui — ele disse, certo de que falava com uma mulher vinda de outra esfera.

Mas os dias passaram. E o que era véu foi tecido. O que era bruma, forma. A musa, aos poucos, se revelava humana. Com certezas comuns, opiniões previsíveis. Não havia abismo: apenas convicções. Ela acreditava em causas, em partidos, em fronteiras morais. Entre o sim e o não, ela nunca hesitava. Entre o bem e o mal, escolhia com pressa.

Ele, que vivia das nuances, das contradições, do absurdo, sentiu uma dor sem nome.

— Ela é binária — pensou.
E doía. Não porque ela fosse assim — mas porque ele havia amado nela o que ela nunca fora.

E então compreendeu: sua arte sempre fora isso — um esforço patético de ver divindade em quem só carregava o peso da humanidade.

Inserida por EvandoCarmo

⁠O Encantamento

A princípio, ele pensou que ela fosse Ariadne — uma ninfa perdida entre os mitos e as constelações. Pensou que sua mente fosse um milagre oculto dos deuses, uma peça rara entre os destroços do caos. Via nela o brilho do improvável, como se cada gesto carregasse um segredo antigo.

Mas com o passar dos dias, ela foi se revelando... comum.
Pessoa binária — presa na contemplação medíocre entre o sim e o não, entre o bem e o mal. Uma alma regida por manuais. Uma mulher como tantas.

E ainda assim, ele a desejava.

Não por aquilo que ela era, mas por aquilo que ele imaginava que poderia ser, se ela aceitasse se lançar com ele ao vazio. Ele queria a vertigem. Queria sair do chão com ela, voar — não sobre nuvens, mas sobre abismos. Queria perder-se e, no fundo da queda, encontrá-la.

Ele era um homem subterrâneo.
Habitava no silêncio, na contramão do tempo. Carregava na alma uma solidão antiga, quase mineral. Tinha feito do abismo seu ateliê, seu altar e sua casa. E nela enxergava a possibilidade de dança, de salvação, de ruína bela.

Queria levá-la para esse mundo, onde a arte não tem preço e os gestos não pedem permissão. Queria que ela ouvisse o som da vertigem, o canto obscuro que move os artistas quando amam.

Mas ela tinha sonhos —
Sonhos com raízes, não com asas.
Queria se casar, ter filhos, construir uma casa com varanda e cortinas. Queria um homem estável, domingos tranquilos e filhos com nomes decididos muito antes de nascerem.

— E se não houver futuro? — ele perguntou, numa madrugada em que ela falava de imóveis e certidões.
— Então a gente inventa um — ela disse, sorrindo como quem jamais compreendeu a pergunta.

Ela não o entendia.
Achava bonito o que ele dizia, como quem acha bonita a chuva ou a música triste — mas não desejava se molhar, nem chorar.

Ele queria que ela rasgasse o destino e ardessse com ele num fogo sem nome. Mas ela dizia:
— Você precisa crescer.
E ele sentia que era exatamente o oposto: precisava desaprender.

No fim, ela partiu.
E ele ficou — com a ausência dela, com a vertigem não vivida, e com a verdade que o tempo traz como um veneno lento:
não era ela quem havia sido pequena —
era ele quem havia sonhado grande demais.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Eis-me entre homens, meu irmão,
na angústia e na dor de saber da finitude —
e da inutilidade da vida
quando o assunto é a eternidade.

Amo e odeio essa possibilidade.
Convivo entre homens que, embora tente compreender,
enxergo como fracos:
almas perdidas no labirinto da consciência da morte.

Cegos guiando cegos,
todos buscam entender o que não é possível,
e acima de tudo, tentam encontrar sentido
naquilo que apenas repetem —
como se a crença, por si, salvasse.

Às vezes penso: talvez sejam como eu,
alguém que aprendeu a repetir os erros ancestrais —
a ilusão da crença
de que há algum sentido na morte do homem.

Sobretudo depois de se conhecer a sentença:
“Tu és pó, e ao pó voltarás.”

Me solidarizo com esses homens.
Mas, ao contrário deles,
na maior parte do tempo,
eu nego qualquer sentido ao universo.

Rejeito qualquer ideia cósmica ou estoica de metafísica —
seja a da alma imortal,
seja a da carne eterna,
ou da saturação de algum prazer físico.

Tudo é em vão.
Seguimos como ovelhas para o abate,
e todas as crenças desabam
quando a razão nos assalta,
como um raio que, vez por outra,
ilumina demais.

Inserida por EvandoCarmo

⁠A Visão de Sofia

Era ela.

Sofia…

Surgiu como uma aparição entre os sinos e os cascos.

A carruagem era dourada, mas ela… ela flutuava.

Seus olhos não pousaram sobre mim —

estavam além do mundo.

Ela voava, sim. Eu juro.

Saltou da carruagem como quem desfaz a matéria.
Não tocava o chão.

Era um anjo?
Era uma ave?
Era a Espanha inteira me chamando ao trono?

…Ou apenas o amor que nunca tive, me despindo de toda razão?

Eu gritei seu nome. Mas minha voz era vento.

Os cavalos corriam.
Os criados riam.

E ela — Sofia! — atravessava o ar como uma promessa que nunca se cumpre.

Ela me viu?
Ela sabia?

Ou fui apenas mais um vulto aos seus pés de nuvem?

…Meus pés, sim, ainda estavam na lama.
Mas a alma… a alma já era pássaro.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Entre Salomão e Nietzsche, a Senda do Poeta

Ser poeta não é ser um sábio, embora o poeta caminhe com os olhos cheios de mundo.
Ser poeta é, talvez, saber desviar dos abismos do saber.

Salomão provou de tudo: da carne e do vinho, da justiça e da insônia. Escreveu provérbios como quem grava cicatrizes em pedra. No fim, chamou tudo de vaidade. Mas errou — não porque ousou saborear o mundo, mas porque se esqueceu de manter acesa a lâmpada interior. A sabedoria sem direção vira labirinto. E o poeta não pode se dar ao luxo de se perder.

Nietzsche, por sua vez, levou a lucidez até os ossos. Arrancou o véu de todos os ídolos, inclusive o de Deus. Mas pagou um preço alto: foi vencido por aquilo que desejava superar. Ficou só, dentro da própria mente — uma caverna onde ressoavam apenas os gritos do seu gênio cansado.

Eu não quero ser como Salomão, que confundiu sabedoria com impunidade divina.
E também não quero ser Nietzsche, que confundiu liberdade com exílio da alma.

Quero escrever versos que me mantenham de pé.
Quero uma poesia que não apodreça, que não me transforme num profeta vencido pela própria visão.
Quero a palavra como caminho — não como cova.

Porque a verdadeira maturidade não está em saber tudo, mas em saber o que deixar de lado.
E a verdadeira poesia não nasce do delírio nem da vaidade — mas do silêncio que vem depois de ver demais.

Inserida por EvandoCarmo

O MENESTREL

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!Veronica Shoffstall
Nota: Trecho adaptado e adulterado do poema de Veronica Shoffstall. Poema escrito por Veronica Shoffstall em seu livro de formatura, sendo conhecido como "Comes the Dawn" ou "After a While". A versão original foi registrada em 1971. Aparece erroneamente atribuído a William Shakespeare.

...Mais
4.1 milUm dia a gente aprende a conviver com uns. E a sobreviver sem outros.Caio Fernando Abreu
92O tempo passa e um dia a gente aprende, hoje eu sei realmente o que faz a minha mente.Charlie Brown Jr
Nota: Trecho da música Senhor do tempo.

42O tempo passa e um dia a gente aprende, hoje eu sei realmente o que faz a minha mente. Eu vi o tempo passar e pouca coisa mudar.Chorão
20O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes.Cora Coralina
1.6 milCom o tempo a gente aprende que atenção, carinho e blush tem que ser na medida certa. Se não, a gente acaba de palhaça.Tati Bernardi
63A gente confia demais. Erra demais. Acredita demais. Quebra a cara.
Aprende. E depois, faz tudo de novo, achando que vai ser diferente!Tati Bernardi
43Os homens sempre perguntam se dói usar salto alto. Dói, dói sim. Mas nós mulheres aprendemos a suportar a dor sem cair. Mesmo quando o assunto não é sapato.Tati Bernardi
9Com o tempo a gente aprende a rir dos nossos tropeços.Caio Fernando Abreu
15Um dia a gente aprende que errar é bom, que rir faz bem, que fazer alguém sorrir é melhor ainda.
Um dia a gente aprende que dormir demais não é bom, que perder faz parte, que a mentira não compensa, e que o orgulho só te faz sofrer.
Um dia a gente aprende, aprende que a amizade não tem preço, que o amor é mágico e que ao se apaixonar, tudo torna-se perfeito, porém temos que lembrar que a perfeição tem defeitos, e que o tempo não volta, que oportunidades não podem ser perdidas, e que depois das tempestades aparecerá sempre a luz do sol, que o pra sempre terá um fim, e que o impossível não existe, que recordes existem pra ser batidos, pois é.
Um dia aprendemos que o nunca sempre terá um início, que os planos precisam ser tirados da gaveta um dia, que o passado é passado e que o viver é curtir, mas que o curtir tem seus limites.

Inserida por Suzy_rochaa

⁠Qualquer interação entre humanos, para ser considerada “Humanista”, deve sempre prevalecer o caráter pedagógico na conduta.

Inserida por ADRIANOGARCA

A História nos ensina que muitas brigas começaram por um carrancudo arrostar entre homens, mas que guerras foram travadas pela disputa de um sublime sorriso igual este seu!

Inserida por ADRIANOGARCA

⁠Jamais entre em
um debate para ter razão!
Participe para encontrar a razão em si, perante o crivo da dialética!

Inserida por ADRIANOGARCA

⁠⁠"A educação é a ponte entre o conhecimento e a transformação, e cada pilar é um alicerce para construir um futuro mais humano e estratégico."

Inserida por kelypereira

⁠Entre a primeira inspiração e a última expiração, habita a travessia, tecido de tempo, afeto e das companhias que nos transformam ao longo do caminho.

Inserida por kelypereira

⁠Quantas vezes nos pegamos perdidos, deixando o presente escorrer entre nossos dedos enquanto pensamos no passado ou nos preocupamos com o futuro? Esse é um desperdício de energia e de vida.

O tempo é curto, é precioso, e a única maneira de verdadeiramente aproveitá-lo é abraçar o presente.

Olhar para o presente também é encarar a realidade em sua totalidade. Nem todos os momentos são felizes, nem todas as situações são fáceis.

No entanto, ao vivenciar plenamente o presente, temos a oportunidade de aprender com as dificuldades e de encontrar forças para superá-las.

Te convido a abraçar cada instante como se fosse o último. A valorizar as pessoas que estão ao seu redor e a si mesmo. A expressar gratidão por tudo o que a vida lhe proporciona.

Afinal, só temos uma certeza - estamos aqui, agora, e cabe a nós aproveitar ao máximo essa dádiva chamada presente.

- Edna Andrade

Inserida por EdnadeAndrade

⁠Deus, peço a paz para todas as nações do mundo. Que haja harmonia e amor entre todos os povos. Que as diferenças sejam respeitadas e que a compreensão prevaleça sobre os conflitos. Que o entendimento seja construído por meio do diálogo e da cooperação. Enfraqueça, ó Pai, a ganância e o desejo de poder, para que a paz possa enfim florescer em todos os corações.
Que assim seja!

- Edna Andrade

Inserida por EdnadeAndrade

⁠O comodismo é um abismo, localizado entre dois extremos: o desejar e o agir.

Inserida por elizeu_nieser

⁠⁠⁠CÍRCULO
(Abre & Fecha: deixe a luz entrar)

E, assim, a vida passa,
Entre sonos, sonhos e luz!

Acorda, acorda, acorda.
Gritam!

A ilusão insinua-se,
Pega-nos pelos ombros
E, como num faz-de-conta,
Tudo se torna incerto!

Chacoalhe-se para não rir,
Nem chorar, nem cair.
Todos enxergam,
Só você não vê...

Pulo miudinho
Dentro desse labirinto
Sem porta, sem seta,
Nem janela.

Jogo-me nesse faz-de-conta
De surpresas -
Que se apresentam
Incertas.

Até a certeza retornar,
O círculo abrir-se,
Em flor,
Para a luz, enfim, entrar!

2017

Inserida por hidely_fratini

⁠Sapienciais 1:3

Eis que permito que você esteja entre os leões; portanto, sede sábios diante dos lobos, pois entre eles há morte e impiedade.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Sapienciais 1:4

Se há falta de sabedoria entre vós, peça-a ao Mestre, pois Ele é a verdadeira sabedoria e o único caminho para a humanidade. Não há outro.

Inserida por pensadorposmoderno