Linha Reta
A verdadeira mudança quântica acontece quando o seu corpo começa a confiar na sua linha temporal: na sua nova frequência de vida onde você quer estar.
... Quando as células começam a acreditar
Que a abundância é segura
Que o amor é seguro
Que o descanso é seguro
Que o sucesso não custará a sua paz.
Assim, tudo se manifesta na sua vida.
Gratidão
Paz no 💓
*Meu amor,*
O meu amor não envelheceu.
Só você envelheceu, e eu vi cada linha nova no seu rosto virar parte da minha história favorita.
O tempo tentou fazer de você passado. Tentou te colocar no pretérito perfeito, resolvido, encerrado.
Mas não conseguiu. Você ficou no imperfeito comigo. Nesse tempo que não acaba, que ainda dói, que ainda ama.
Eu não te esqueci de vez porque o tempo não deixou. E eu também não quis.
Tem gente que passa. Você ficou.
Se um dia a gente se encontrar de novo, o meu amor vai estar igual. Só mais vivido.
E se não, ele continua aqui, sem envelhecer.
Com todo o amor que o tempo não apagou,
Eu...
(Saul Beleza)
"Não despreze a agulha e a linha quando a roupa nova chegar; nunca se sabe quando a vida vai lhe rasgar novamente."
Não é o vento que decide onde sua pipa vai, é a sua mão que não solta a linha mesmo quando o braço cansa.
LINHA DO TEMPO E TRAJETÓRIA DO AUTOR E ESCRITOR:
MARCELO CAETANO MONTEIRO.
A trajetória do autor tem elementos importantes: infância, início precoce na escrita, produção bibliográfica, atuação cultural, participação comunitária, premiações e projetos sociais. registros públicos mencionam sua produção de dezenas de livros, atuação cultural e o Berçário Dr. Orbino Werner, além de reportagens e perfis de autor.
Marcelo Caetano Monteiro nasceu em Manhumirim, Minas Gerais, onde construiu uma trajetória marcada pela literatura, pela pesquisa, pela reflexão filosófica e pelo compromisso com a cultura. Desde a juventude revelou uma profunda inclinação para as letras, iniciando sua caminhada como escritor ainda muito jovem. Seu primeiro romance, “Duas Raças”, foi concebido aos 13 anos de idade, demonstrando uma vocação precoce para a criação literária.
Autodidata, escritor, poeta, romancista, filósofo, historiador, pesquisador e musicista, Marcelo Caetano Monteiro desenvolveu uma produção independente que percorre diversos gêneros literários: romances, poesias, contos, ensaios filosóficos, reflexões psicológicas, estudos históricos e obras voltadas à espiritualidade.
Ao longo de sua trajetória, reuniu uma extensa bibliografia. Registros públicos de sua carreira literária apontam dezenas de obras escritas, chegando a aproximadamente 60 livros produzidos em diferentes períodos de sua vida, abrangendo variados campos do pensamento humano. Entre suas obras encontram-se títulos como “Primavera de Solidão”, “Poemas do Universo”, “Réquiem Poético”, “Nas Sandálias do Nazareno”, “O Sorriso dos Espíritas”, “A Bíblia, Heréges e Outros Personagens Relevantes”, “O Homem Material”, “De Dentro de Nós”, “Florais do Evangelho”, “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”, “Desejo de Sumir” e “Migalhas da Grande Mesa”.
Sua obra literária apresenta como eixo central a investigação da alma humana. O autor procura compreender os conflitos interiores do indivíduo, suas dores silenciosas, suas buscas existenciais e os caminhos possíveis para a transformação moral. Em “Migalhas da Grande Mesa”, desenvolve reflexões sobre Jesus, consciência, orgulho, humildade, virtudes e evolução espiritual, conduzindo o leitor a uma análise profunda dos mecanismos psicológicos e morais do ser humano.
Além da literatura, Marcelo Caetano Monteiro possui uma história de participação cultural e social em sua comunidade. Foi membro fundador da Associação dos Artistas e Livres Pensadores (AALP), participou de movimentos culturais, atuou junto a instituições ligadas à cultura e esteve envolvido em iniciativas assistenciais.
Entre suas atuações sociais, destaca-se sua participação como um dos membros fundadores do Berçário Dr. Orbino Werner, em Manhumirim (MG), iniciativa ligada ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Fígner, voltada ao atendimento infantil e à assistência às famílias da comunidade.
Sua trajetória também registra reconhecimento em concursos literários e homenagens por seus trabalhos, incluindo premiações e menções de mérito no campo das letras. Obras como “Brasil, Sangue de 500 Anos”, “Retalhos da Paz” e “Réquiem Poético” são citadas entre produções que receberam destaque em eventos literários.
Com presença de seus livros em bibliotecas, municípios brasileiros e leitores de outros países, como Estados Unidos, França e Portugal, Marcelo Caetano Monteiro consolidou uma carreira independente, marcada pela perseverança de quem transformou a escrita em instrumento de reflexão, memória e busca pela compreensão da existência humana.
Sua literatura permanece como testemunho de uma vida dedicada às perguntas fundamentais do ser humano:
Quem somos?
Qual o sentido da existência?
E para onde caminha a consciência diante do infinito?
Para Marcelo Caetano Monteiro, escrever é mais do que registrar palavras: é oferecer ao mundo fragmentos de pensamento, pequenas porções de luz, reunidas na grande mesa da experiência humana.
A trajetória de Marcelo Caetano Monteiro também é marcada pela participação ativa em movimentos de estudo, cultura e espiritualidade, sempre valorizando o trabalho coletivo, a formação de grupos e a transmissão do conhecimento.
Em 18 de abril de 1997, participou como um dos fundadores da Mocidade Espírita Chico Xavier, tendo como presidente da instituição, naquele período, Paulo Rogério Gomes, e Marcelo Caetano Monteiro atuando como monitor. A iniciativa representou um importante espaço de estudo, reflexão e aproximação dos jovens com os princípios do Evangelho de Jesus e da Doutrina Espírita.
Ao longo de sua caminhada junto ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e ao Centro Espírita Manoel Soares, em Manhumirim, Minas Gerais, Marcelo Caetano Monteiro manteve uma postura voltada ao serviço, ao estudo e à colaboração.
Embora tenha participado ativamente de atividades doutrinárias e administrativas, jamais buscou ocupar a presidência de qualquer departamento das referidas instituições. Sua escolha pessoal sempre esteve direcionada ao papel de colaborador, monitor e dirigente de grupos de estudo, valorizando a construção coletiva, o aprendizado compartilhado e a responsabilidade espiritual acima de posições hierárquicas.
Para Marcelo Caetano Monteiro, a verdadeira liderança não está necessariamente nos cargos ocupados, mas na capacidade de servir, orientar, incentivar o estudo e contribuir para o crescimento intelectual e moral das pessoas.
Essa postura acompanha sua própria concepção de literatura: a palavra como instrumento de esclarecimento, fraternidade e transformação interior. Tanto em seus livros quanto em sua atuação comunitária, permanece o propósito de oferecer reflexões que auxiliem o ser humano na busca pelo conhecimento, pela ética e pela compreensão mais profunda da existência.
DÁDIVAS DA VIDA - LOUCO QUE FUI...!
O sol buscava a linha do horizonte e o manto escuro da noite já se espalhava pelos campos, quando o trabalhador deixou a lavoura e tomou o caminho de volta para casa.
Caminhava a passos largos com a colheita do dia às costas, quando notou que, em sentido contrário, vinha luxuosa carruagem revestida de estrelas.
Contemplando-a fascinado, viu-a parar junto dele e, quase assustado, reconheceu a presença do Senhor do Mundo, que saiu dela e estendeu-lhe a mão a pedir-lhe esmolas...
O quê? Refletiu espantado. O Senhor da Vida a rogar auxílio a mim, que nunca passei de mísero escravo na aspereza do solo?
Mas, como o Senhor continuava esperando, mergulhou a mão no alforje de trigo que trazia e entregou ao Divino Pedinte apenas um grão da preciosa carga.
O Senhor agradeceu e partiu.
Quando, porém, o pobre homem do campo voltou a si do próprio assombro, observou que doce claridade vinha do alforje poeirento...
O grão de trigo, do qual fizera sua dádiva, tornara à sacola transformado em uma pedra de ouro luminescente...
Deslumbrado gritou:
Louco que fui!... Por que não dei tudo o que tenho ao Senhor da Vida?
* * *
O apólogo retrata um pouco da atual realidade da Terra.
Quando o materialismo compromete edificações veneráveis da fé, no caminho dos homens, o Cristo pede cooperação para a sementeira do Seu Evangelho, junto ao Seu rebanho sofrido.
No entanto, nós costumamos agir como o lavrador.
Não estamos dispostos a ofertar a nossa dádiva em benefício do bem comum. E quando fazemos, damos apenas uma pequena migalha.
O Senhor da Vida não necessita das coisas materiais porque todas lhe pertencem, no entanto, solicita a nossa autodoação em prol da edificação de um mundo moralmente melhor.
Assim como o verme executa sua tarefa embaixo do solo, a chuva e o vento fazem seu papel no contexto da natureza.
Assim como o sol, a lua e os demais astros trabalham para que haja harmonia no Universo...
Assim como as abelhas e outros insetos fazem a tarefa da polinização, possibilitando a fecundação da vida... assim também o Senhor da Vida espera de nós a dádiva da polinização do Seu amor junto aos Seus filhos.
A pequena dádiva da paciência e da tolerância...
A esmola convertida em salário justo, dignificando o homem...
Uma migalha de afeto doada com sinceridade...
O sorriso capaz de despertar a alegria em alguém....
Um minuto de atenção a um enfermo solitário...
A palavra sincera capaz de esclarecer e consolar...
Uma semente de esperança plantada no coração de alguém que sofre... São nossas pequenas dádivas que se converterão em luz a iluminar nossa própria caminhada.
* * *
O Senhor da Vida está sempre a solicitar a nossa colaboração para que Seus objetivos nobres se concretizem na face da Terra.
Sabedores de que nossas pequenas dádivas se converterão em tesouros eternos, não as economizemos como o lavrador. Agindo assim não teremos que dizer:
Louco que fui!... Por que não dei tudo o que tenho ao Senhor da Vida?
Redação do Momento Espírita com base no cap. Dedicatória,
do livro Cartas e crônicas, pelo Espírito Irmão X,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 9.7.2020.
"A melhor distância entre dois pontos? É a linha certa, uai!"
Frase Minha 0019, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Cada linha e cada pausa têm
sido a continuidade e rendição
ao ritmo inabalável que levo
pelos anos com amor e paixão;
e que o seu olhar tem lido
inabalável com o seu coração.
Dois mundos que se tocam,
e ainda não se encontraram.
Separados pela silenciação
da elegância da permanência,
cultuam, sem desistir, ao passo
da melancolia da distância,
e firmes ambos continuam.
A cada nova florada da quina
tem nascido uma confissão sutil,
com algo de cordilheira andina,
que, embalado pelas confluências
imparáveis dos rios Apurímac, Ene,
Tambo e o Ucayali, que, unidos
ao Marañón, formam o Rio Amazonas,
revelando que é amor e os sintomas.
Todos reunidos ao magnetismo
da imensidão dos dias e das noites
para inauguração da revelação
que, desde o primeiro dia, sabemos:
chegou o tempo de não pactuar
mais adiamentos, porque nós nos queremos.
Quando uma militância cruza a linha do respeito individual, já não é militância, e sim patrulha de opinião. Ninguém precisa de patrulheiros de opinião. As pessoas precisam de companhia para conversar.
Ande direito na linha da luz para não ser morto ou aleijado espiritualmente, senão o trem pega nas trevas.
Mantenha na linha comportamental da sua vida a riqueza que ilumina o seu olhar, a sabedoria que expressa os seus lábios e pureza que emana de seu coração, porque tais qualidades abrem portas para o seu sucesso e crescimento pessoais.
Leio cada linha do seu subtexto
que carrega mais do que mostra,
Além de seduzir, arte elevada
sou presença, constância
e substância até a distância.
Não quero que haja controle:
quero desejo, resposta e êxtase.
Não quero que haja negociação,
quero que venha como um furacão.
Sim, eu quero tomar e ser tomada,
por tudo o que é profundo e sem limite.
Desde o primeiro instante do clique,
da primícia do jequitiguaçu em flor,
da colheita e do preparo para o banho de amor.
Caminhar sobre o meu chão pátrio
e amoroso que também é feito
de mais de mil mármores e dolomitas:
Brincar além do tempo e soltar pipas.
Cultivar a Pátria Brasileira
onde leio e me enlevo
"Sobre a linha das montanhas do Brasil"
de Villa-Lobos,
Assumo ser parte do que levo
da "Aquarela do Brasil"de Ary Barroso,
e a fusão de Samba com batidão do morro.
Ter a honra altaneira das regiões,
dos sinais do tempo que corre nas veias,
E do pertencimento por tudo
aquilo que une e reconhecemos
no trote e no galope que enleia
levando a herança viva campeira.
Não basta querer, e nem sempre ser,
com toda a gente é preciso conviver,
Como quem ainda se senta na praia
para cantar canções de outra e é rendeira,
Que assume que o seu rebolo poético
é a minha magnífica Cultura Brasileira.
Cenas pantaneiras...
Não há nada mais bonito
que o pantanal alagado,
e na linha do infinito,
ver o céu amplo e azulado!
Os jacarés bocejantes,
mormacentos, preguiçosos,
as araras revoantes,
tuiuiús esplendorosos!
Nos corixos, nas baías,
o pantaneiro pescando,
nas canoas flutuantes...
As garças tão alvadias
os periquitos cantando
nas palmeiras mais distantes...
