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Limpar a Casa

Cerca de 11003 frases e pensamentos: Limpar a Casa

⁠O Menino
de: Manoel Jonas

O menino sonha em comer pizza,
o menino sonha em dar uma casa à mãe.
O menino sabe que precisa estudar,
mas não sabe o que a vida lhe reserva além.

O menino é feliz no alto da colina,
de onde vê o mundo sem barreiras ou dor.
Ele enxerga uma colina verde ao longe,
parece um tapete, um paraíso, um esplendor.

Mesmo cercado pela falta de tudo,
o menino sorri, porque ainda pode sonhar.
Ele conta histórias para si mesmo,
e no mundo imaginário, sempre pode voar.

Mas as letras são ranzinzas e difíceis,
não ajudam o menino a encontrar seu lugar.
Até que Mimi, a macaca sábia,
lhe ensina que as palavras podem o libertar.

O menino sonha e acredita,
mas não sabe que a sua cor tão linda
será sua próxima batalha,
um muro que o mundo lhe destina.

O menino se pergunta em silêncio:
"Por que minha cor incomoda tanto?"
Ele percebe que precisará lutar dez vezes mais,
mas não entende o motivo desse pranto.

Inserida por manoel_jonas

⁠Recomeço

Recomeço sem mudanças não é recomeço.
É manutenção de um padrão que se repete em casa nova
E, logo se transforma em nosso velho padrão conhecido.
Recomeço, passa pela constante avaliação e aprendizagem:
Que atitudes desejo deixar para trás?
Que atitudes vale a pena conservar?
Quais são minhas novas possibilidades?
Recomeço envolve mudanças.

Inserida por EdisaLopes

⁠Que a paz e o amor de Jesus estejam sobre a sua casa, sua família, e que ele abençoe grandemente a todos.

Inserida por srtawrobel

🐍 “A Menina do Teçado Quebrado”

Havia uma menina que morava numa casa onde o silêncio pesava mais do que os gritos.

Ela carregava um teçado velho e quebrado. Ninguém via esse teçado — era invisível. Mas ela sabia que estava sempre ali, pendurado no coração.

A menina tinha um irmão. Pequeno, de olhos bons.
E ela acreditava que tinha sido escolhida para ser sua guardiã.
Não como irmã — como mãe.

Quando a casa rachou por dentro, e os adultos viraram sombras apressadas e barulhentas, ela virou chão para o irmão não cair.
Ela virou calor quando faltava colo.
Ela virou muro quando vinha ameaça.



Um dia, num sonho antigo e real, uma cobra azul gigante apareceu.

Ela vinha rastejando com olhos que viam memórias.
Trazia ovos enormes no ventre — pesados como verdades não ditas.

A menina sentiu medo.
Mas não correu.

Ela segurou o teçado — quebrado, sim, mas ainda seu — e avançou.
Com o irmão escondido atrás do corpo frágil, ela lutou.

A lâmina rachada feriu a cobra.
E da ferida não saiu sangue.
Saiu água. Muita. Clara como lágrima contida.

A cobra chorou por ela.
Chorou o que ela nunca pôde chorar.

Da boca da fera, saiu um lamento.
E no meio da água, veio a verdade:

“Você não foi feita para ser mãe. Você era só uma menina.
E mesmo assim, você sobreviveu.”



Quando a cobra adormeceu, a menina ajoelhou.
E pela primeira vez, largou o teçado.

Olhou para o irmão e disse com os olhos:

“Agora você cresce. Agora você cuida de si.
E eu… agora, eu vou cuidar de mim.”



No sonho, a água lavou o chão, os pés, o passado.
A menina enfim pôde ser criança.
E a mulher que ela se tornaria,
nasceu dali: não da dor, mas da coragem de se libertar dela.

Inserida por ana_maximo

⁠Que lugar é mais importante do que a casa de Deus?

Inserida por pensador

⁠Se continuar dançando com o diabo, um dia ele te seguirá até em casa.

Inserida por pensador

Se não tivesse a partida o que seria da estrada? - Não haveria a volta pra casa! Não haveria o olhar solitário devorando o horizonte a procura do reencontro esperado - Não haveria saudade...

Inserida por JulmarCaldeira51

Deus Ele está repreendendo toda obra maligna na sua vida. Deus está levando para sua casa restituição, milagre, paz alegria para seu lar, Ele está de dando ânimo novo o seu legado ainda não acabou vai ter providência de Deus na sua vida hoje. Deus fiel, que mantém a aliança e a bondade por mil gerações daqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos.
Deuteronômio 7:9 Deus não é homem para que minta,
nem filho de homem
para que se arrependa.
Acaso ele fala e deixa de agir?
Acaso promete e deixa de cumprir?
Números 23:19 Ele é a Rocha,
as suas obras são perfeitas,
e todos os seus caminhos são justos.
É Deus fiel, que não comete erros;
justo e reto ele é.
Deuteronômio 32:4

Inserida por eugenia

⁠"O Espírito de Deus vive entre vocês, em sua casa" 1 Cor 3.16

Querer a convivência do pecado na casa do Espírito é apostar na morte. Como o Espírito é elegante, Ele afasta - com isso, o templo é destruído, e no seu lugar passa habitar: as dores, enfermidades... O pecado e tudo de ruim que lhe é inerente.

Inserida por JulmarCaldeira51

⁠Algumas pessoas vivem os sonhos

Entre no jardim de rosas,
E sintam o perfume delas...
Uma casa e as crianças brincando...
O azul do céu é testemunha...

Com muito cuidado e amor,
Tenha medo dos espinhos.
Hoje é um dia bom,
Talvez, amanhã também...

Desse lado aqui,
A grama é verde...
A felicidade é uma caixa de surpresa,
E não é de bombons...

Viva os seus sonhos,
E não os meus,
Ou os dos outros.
E tudo é uma questão de bom senso.

Com um semblante triste,
A vida não é um mar de rosas, não!
O seu olhar demostra a dor...
As suas mãos estão frias.

Os meus passos estão distantes dos seus...
Partimos conforme o final do filme
Com ou sem final feliz!
Apenas o the end!

Titânico Mello

Inserida por TITANICO

⁠Escrever crônicas é como conversar com o leitor na varanda de casa: sem pressa, sem grandiosidades, mas com a intimidade que só a prosa do dia a dia permite.

Inserida por jacksondamata

⁠Roubaram minha casa,
nosso Deus foi esquecido,
a mãe Terra aqui sacrificada,
tudo debaixo dos olhos do sicário.

Inserida por mariaia

⁠Compromisso

Era um dia comum, eu estava em casa sentada na mesa da sala, escrevendo.
Igual hoje.
Igual todo dia.
E aí aconteceu.
Algo entrou aqui.
Senti um vento... vento não, sopro.
Senti um sopro, como quem respira por perto.
Não era medo o que eu senti, mas sabe-se lá o que era.
Passou um vulto do meu lado.
Pisquei e sentou à minha frente.
Muito parecida comigo, mas completamente diferente.
Me olhou por inteira, por de dentro da minha alma, como se me rasgasse.

Eu?
Eu nem reagi.
Estava hip-no-ti-za-da.
Por fora, imóvel.
Por dentro, uma bateria de escola de samba saindo do recuo.
Ficamos nos ouvindo em silêncio como quem pinta uma cena na cabeça.
Para não esquecer, sabe?
E eu não esqueci: os olhos brilhantes, o cheiro de horizonte e a voz de silêncio, de quem se cala porque sabe de algo.

Toda minha atenção estava naquela figura.
Tentando eternizar na memória a sensação daquela presença.
Ela, muito decidida, estendeu a mão pra mim.
Eu aceitei, claro.
Quando minha mão encostou na dela senti um frio.
Não dela, de mim!
Minha espinha veio congelando lá de baixo até chegar na cabeça.
Como se eu tivesse bebido um milk-shake muito rápido, sabe?
Parecia que tudo na minha vida tinha me preparado para aquele exato momento.
Eu, de mãos (geladas) dadas com uma estranha (conhecida),
sentada na mesa da sala da minha própria casa,
sentindo o coração derreter feito vitamina C na água.

Ela, segurando a minha mão que segurava a mão dela, me puxou pra dançar.
Ali mesmo na sala, em frente ao sofá, em plena tarde de quarta-feira.
E como duas pessoas que não têm mais nada de importante pra fazer,
mas não podem perder nenhum minuto sequer,
dançamos na sala ao som de uma música própria.
(Como se tivéssemos uma).
Eu gosto de imaginar que era algo como 'Travessia' do Milton com 'Beija eu' da Marisa.

Tão linda ela.
Os cabelos como fogo, olhos de enverdecer sertões e um sorriso,
que só quem já chorou suas águas consegue sustentar.
E giramos.
Giramos como quem já se entendeu livre para poder girar.
E no meio do giro que ela girava, me abraçou.
Assim, de surpresa.
Ainda girando.
Eu chorei.
Eu não queria, mas as lágrimas simplesmente escorriam.
Até o mundo parou seu giro para nos olhar.
Como quem torceu a vida toda por este abraço:
eu e ela.
Um abraço apertado, mas só o suficiente.
Abraçou não como quem se despedia,
mas como quem ama recebe o ser amado depois de longa ausência.

Foi aí que ela sussurrou no meu ouvido:
— Vai!
Desnorteada, respondi:
— Pra onde?
Ela sorriu com olhos gentis e disse com voz firme:
— Não importa pra onde. Vai sem saber. Vai com medo. Eu vou contigo!
Então, fizemos um compromisso.
Ela iria pra onde eu fosse, bastava eu ir.
Eu só não poderia parar outra vez.
— Vai, volta, vai de novo. Se não souber o caminho, dança, gira, passeia, só não fica parada.

Ali eu entendi.
Ela só existe no verbo.
Aparece no passo iniciado mas some antes que ele finalize.
É preciso iniciar outro para ela voltar.
Mas é na caminhada que ela se muda e mora de vez.

Jurei de pé junto (mas ainda em movimento) que seguiria em frente porque ela estaria comigo.
E como garantia desse acordo entre nós, agora assinamos um só nome.
Eu e ela.
Alice e Coragem.
Juntas.
Numa só alma.
Alma presente chamada poesia.

Com a palavra,
Alice Coragem.

Inserida por alicecoragem

⁠UMA CERTA ANA CLARA
Havia ali pelos corredores da casa, uma figura formosa, de coração bondoso, calma, castidade e pureza a rodeavam, inquieta nos serviços, que de dia e de noite emanava beleza, pudor e carisma espiritual, batizada pelo nome composto Ana Clara, para os forasteiros era Ana e para os de casa era simplesmente Clara, mas para o avô João era carinhosamente a neta Clarinha, cuidava no que deveria ser feito, seja engomando as roupas dos componentes da casa ou ajudando a avó Lindete no encaminhamento do almoço. Era uma bela moça, noviça de média estatura, sua pele era da cor do bronze da Mesopotâmia, brilhava formalmente bem cuidada, mesmo descabelada de dia, e arrumada depois do almoço, tinha um pouco de grau de vaidade com o rosto e os lindos lisos cabelos dourados, como uma veste de ceda. Usava belos vestidos, lindo batom nos lábios e uma discreta maquiagem. Dotada de conhecimentos não só básicos, como autoconhecimento, religiosos e anatômicos, havia já conhecido três países. Dava-se para Ana Clara dezenove anos completos, era ariana, de alma lavada e feliz.
Ana Clara era uma joia rara no meio da família, mulher de princípios éticos e dogmas religiosos praticantes, sabia perdoar o mal, seguir em frente estudando a ciência humana numa escola particular para ter um futuro digno e aprendendo com a vida, com os ensinamentos dos avós e com o que viveu, marcas do que se foi. Ana Clara era madura, sábia, sabia o que era para ela e o que não era, um simbolismo inteiro cabia na sua linda alma composta por uma estrutura de cânticos e conceitos bíblicos. Despertava paixão em qualquer homem, sua beleza e sedução arrebatava um alabastro de sentimentos, seu perfume espiritual era um bálsamo para quem a admirava, um incenso suave nas narinas até do celestial. Ana vivia se desviando desses incidentes apaixonantes que são ilusões passageiras, fazia o certo, pois uma moça jovem e solteira, tinha que viver a vida como era para ser vivida por inteira, buscando sempre na paz e no que aconteceu, o amor próprio e interior.
Luiz Felipe Amil
AMIL. LUIZ FELIPE
Trechos. 2025

Inserida por luizfelipelimasilva3

Eu gosto, gosto muito de você
E agora que eu tô sozinho em casa
Eu vou deixar a porta aberta
Pra se caso você quiser voltar
Então por favor não vá demorar

Inserida por assessoriaangelo

⁠Mar

Nessa casa ao lado do mar,
O som ensurdecedor das ondas
silenciam meus pensamentos.

Consigo sentir a água me
sufocando aos poucos,
Estou perdido em meio esta
escuridão, velejando as cegas
Nesse mar escuro.

Não sei onde as ondas irão me
levar.
Espero que direto a você.

Mesmo com tanto barulho,
Mesmo com medo,
Mesmo no escuro,
Só vem você em minha mente.

Quando penso em terra firme,
Penso em você.

Lindo como o azul do mar.
Chamativo, perigoso e misterioso.

Tudo isso, me faz querer
Velejar a ti.

Uma viagem com vista bonita,
Correntes turbulentas e
Calmaria.
Isso tudo é você para mim.

Inserida por Rezew

⁠Voltando pra casa do hospital hoje me veio em mente:
.
Eu só sei que, em minha busca incessante por Deus e pela Fé, em verdade descobri, que tudo é relativo e que isso é absoluto.

Inserida por Molini

⁠Quando a verdade chega atrasada, o equívoco já decorou a casa.

Inserida por ninhozargolin

Se autoconhecer é visitar o seu EU interior, reorganizar a casa de dentro pra fora.

Inserida por daniel_gusmao_dg

⁠A Igreja é chamada a ser sempre a casa aberta do Pai... Assim, se alguém quiser seguir uma moção do Espírito e se aproximar à procura de Deus, não esbarrará com a frieza duma porta fechada... Muitas vezes agimos como controladores da graça e não como facilitadores. Mas a Igreja não é uma alfândega; é a casa paterna, onde há lugar para todos com a sua vida fadigosa.

Inserida por sergio_vilanculo