Limpar a Casa

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A amizade verdadeira não é aquela que vive sempre na sua casa ou que se compra com algo de valor, mas é aquela que se cativa no olhar e mora dentro do seu coração.

Minha casa é o planeta; meu teto é o céu; minha família é a família humana.

Cada vez que eu vejo o planeta inteiro como minha casa, minha "casa" se torna pequena.

Sua casa é grande,
é o planeta todo.
Sua família é enorme,
é a humanidade inteira.

Vim de uma casa onde fui o último a sair, o último a fechar a porta sem olhar para trás.

⁠Uma pessoa de coração nobre ao se deparar com um cachorrinho abandonado vai levar ele pra casa e vai cuidar dele. A mesma nobreza impede de fazer o mesmo se o animal abandonado for uma cobra por exemplo.

O banheiro é o cômodo mais perigoso da casa


Ele conhece nossas intimidades, nossas desordens, nossos mistérios


Por isso é tão fácil escorregar e cair quando estamos saindo do chuveiro

O banheiro é o cômodo mais perigoso da casa

Gabiroba o sapinho mochileiro que pulava sempre muito alegre pelo caminho de casa encontrou uma corujinha que agora o acompanhava e falava das belezas da vida que a quietude guardava.

Existe uma força muito positiva querendo te conhecer e trabalhar com você e muitas maravilhas na sua vida fazer.

Não impeça essa força de fluir livremente em você e faça tudo aquilo que você tem que fazer sempre com boa vontade para sua vida florescer.

Pule com o sapinho Gabiróba no ritmo da vida muito alegre e gostosa pelo caminho fazendo amizades e sorrindo de graça preocupado com nada.
Trabalhe sempre sorrindo a vontade e fazendo amizades sempre com muito respeito em suas prioridades e as maravilhas da vida vão se alegrar com você e ficarem sempre por perto te fazendo crescer.

E seja como Gabiróba o sapinho que é um mochileirinho que pela vida viaja e nunca pega nada nem comida nem água que não tenha sido conquistado com trabalho duro e muita boa vontade.

A natureza é nossa casa, não nosso brinquedo...
Pois ninguém nasceu para ser ferido:
nem o homem,
nem o animal,
nem a própria vida.

Que prazer! Sempre podemos voltar para casa.

Hoje olho minhas cicatrizes sem vergonha. Porque casa uma delas guarda um pedaço do que fui e do que aprendi. E se ainda doem às vezes, tudo bem.

Até as flores, antes de abrirem, também precisam rasgar a própria escuridão para nascer.

O caráter morreu como uma casa abandonada, onde as paredes ainda estão de pé, mas o eco da verdade já não mora; foi enterrado sob aplausos falsos, qual uma moeda enferrujada no fundo do bolso, esquecida pelo valor e lembrada apenas pelo barulho; e hoje caminha entre nós feito um espelho quebrado, refletindo rostos inteiros em fragmentos convenientes, enquanto a consciência aprende a sobreviver sem se olhar.

Um pedido de desculpas


O coração não voltou a bater sozinho,
virou casa abandonada depois da tempestade,
janelas rangendo saudade,
esperando passos que soubessem chegar sem quebrar.


Eu ouvi um pedido de desculpas
como chuva fina em terra rachada,
não fez barulho, mas ficou,
penetrando devagar no que ainda era seco.


Entre escombros, te vi juntando cacos
como quem remenda um vaso antigo com ouro,
sabendo que as rachaduras não somem,
apenas aprendem a brilhar de outro jeito.


Hoje o peito bate como farol cansado,
não ilumina por excesso, mas por insistência.
Porque amar, depois do erro,
é navegar mesmo sabendo do mar.

A menina na cozinha,
muitas louças pra lavar.
A casa inteira em desalinho,
muita coisa pra arrumar.
Se aproximou da pia,
começou a esfregar.
Mas no meio da rotina,
começou a imaginar.
Nada muito coerente,
mas ela estava contente.
Perdida nos próprios sonhos,
sorrindo docemente.
Enquanto lavava os pratos,
via estrelas no azulejo,
transformava o barulho da água
em música e desejo.
Entre espuma e porcelana,
criava mundos sem peso,
pintava cores no dia
e dançava no seu devaneio.
O tempo foi passando,
ligeiro como o vento.
E ela, feliz por dentro,
morava no pensamento.
Quando olhou para a pia,
já não havia o que lavar.
Suspirou, satisfeita:
“Consegui terminar.”
Mas ao virar-se devagar,
o coração deu um salto —
a casa ainda a esperava,
silenciosa no seu espaço.
Ela ficou parada.
Sorriu de canto.
Porque os sonhos são leves…
mas o chão
sempre está lá.

Não busco abrigo, eu o crio, a casa nasceu das minhas mãos, e hoje habito onde antes só soprava o vento.

Deus me tirou de lugares que eu chamava de lar, pra me ensinar o que é casa.

A noite é minha casa, nela os relógios param de mentir.

O medo é um hóspede barulhento que só se cala quando a fé assume o controle e a chave da casa.

O coração é o único mapa que te leva de volta para casa, onde a alma reside.