Limpar a Casa
Uma casa com livros no lugar de eletrônicos resolveria 90% dos problemas de muitas famílias. Limite de tela é para inglês ver. Pais adoecidos não têm poder de cura.
Dizem que quem está perdido procura o caminho de casa. Engraçado... eu continuo sem mapa, mas pela primeira vez, não sinto mais pressa de ser encontrado por mais ninguém.
Amar você é como finalmente encontrar o caminho de casa depois de uma longa viagem por estradas desconhecidas. Sabe aquele suspiro de alívio quando a porta se abre e o frio lá de fora deixa de importar? É assim que me sinto ao seu lado.
O mundo lá fora é barulhento, incerto e, às vezes, um pouco assustador. Mas em você, encontrei meu lugar de descanso. Se o amor é um oceano, aceito de bom grado as suas marés, porque até na dor existe a beleza de saber que não estou navegando sozinho.
Você é a luz que atravessa a janela de manhã e o fogo que me aquece quando a noite insiste em ser gelada. Se alguns dizem que amar é deixar ir e outros dizem que é segurar firme, eu digo que amar você é simplesmente ser. É a paz de saber que, independentemente de onde a vida me leve ou de quantos sonhos eu consiga realizar, a memória mais bonita que carregarei comigo será sempre o brilho do seu olhar.
Porque, no fim das contas, todos os meus caminhos — os tortos, os planos e os novos — sempre tiveram um único destino final: você.
Você se foi, mas esqueceu de levar o espaço que ocupava em mim. Agora, vivo em uma casa cheia de ecos de um amor que não tem mais volta.
Eu acho que não estou pensando bem... nem cheguei a casa da velhice e já estou achando que todo mundo está certo de alguma forma...
Passeando pelo jardim da minha casa
Rego minhas flores
Que representam minhas convicções
Que cresceram nas terras das dores e valores
Até a mais fortes das certezas são oscilantes
O infinito mora em todos os instantes
O dia morre e o escuro aparece no horizonte
E o que é perfeito era o sorriso que seus lábios escondem
Saio do jardim, entro na sala
Sento no sofá e o ócio me consome
A tv reflete meu rosto
Ao ligar, os meus traços somem
Gosto de descansar os olhos
Os males da sociedade se dissolvem
Minha pálpebra filtra a luz
Sonho que os problemas se resolvem
Acordo e as horas voaram
Pela porta da sacada entre aberta
Voltando o olhar para o jardim da infância
Que visitei mais cedo, é o único lugar que visito o dia inteiro
- Gabriel Maciel
@maciellq
“Já fui abrigo para tempestades que não eram minhas. Hoje escolho ser casa apenas para quem sabe cuidar do que sente.”
Casa
Casa não é o teto
sobre quatro colunas e paredes.
Casa é gente
com a alma aquecida de amor.
É onde a gente chega sem medo,
onde a gente pode falar sem dor.
Casa não é só chão
onde a gente pode pisar,
é coração
que pulsa
sem ninguém machucar.
Nildinha Freitas
Da janela da minha casa eu vejo a vida passando ...
vejo ela passando devagarinho em cada nuvem q some no horizonte ,
vejo os passarinhos gritando e pulando nos galhos,
vejo o vento tocando de leve as flores do jardim,
vejo o zun zun dos maribondos procurando agua,
vejo o sol sumindo no horizonte,
vejo o ceu ,a luz ,a natureza...
A magia que Deus nos deu a cada dia,
tudo tão lindo ,tudo tão maravilhoso!
Que me pergunto pq que as pessoas não param de cuidar da vida do outro,de discutir por coisas tão pequenas ou reclamar de coisas tão insignificantes e vivam o tempo q Ele nos dá generosamente e de graça , para aproveitar tudo isso!!!
"Morei numa pequena casa de madeira, cercada de natureza e rodeada de animais. O ar puro e o silêncio da roça eram meu refúgio."
Passado...Futuro...Presente...
O passado é uma casa onde já moramos,
e que podemos visitar vez ou outra,
sem nos demorarmos nela.
O presente é a casa onde vivemos
e que precisamos cuidar com atenção.
O futuro é uma casa em construção,
da qual ainda não sabemos
se chegaremos a abrir a porta.
O passado é uma casa velha que ainda cheira a nós,
paredes impregnadas de ecos,
móveis que guardam nossos silêncios.
Visitamos, às vezes, só para lembrar
que já fomos outros
e que não podemos morar ali de novo.
O presente é a única casa habitável:
tem luz acesa, chão gasto,
plantas que precisam de água
e um telhado que pede reparos —
é viva, é urgente, é agora.
O futuro é um terreno em obras, poeira suspensa,
barulho de martelos, vento atravessando vãos.
Não sabemos se veremos essa casa pronta,
nem se haverá chave para nós,
mas seguimos sonhando a planta dela.
O passado é uma casa onde deixamos
versões antigas de nós;
às vezes voltamos, devagar,
como quem acaricia um álbum amarelado,
mas sabemos que não há cama pronta
nem lugar para ficar.
O presente é a casa que respira conosco,
com suas frestas, suas manhãs,
seus pequenos cuidados cotidianos
que sustentam o que somos.
O futuro é uma casa azul desenhada no horizonte,
em obras, em névoa, em promessa,
e caminhamos rumo a ela
sem saber se um dia
ela nos reconhecerá na porta.
✍©️@MiriamDaCosta
MULHERES! (Que vivem sozinhas)
Dicas para quando receberem algum prestador de serviços em casa sozinha:
* Receba-o descascando uma laranja 🍊 ou batatas 🥔🥔🥔com uma faca 🔪 visivelmente grande e bem afiada...
** Uma chaleira ou caneco com água fervendo no fogo 🔥 para preparar um café ☕...
*** Uma frigideira 🍳 com óleo bem quente no fogão 🔥 para fritar bolinhos de chuva para comer com o café ☕ ...
**** Tirar a chave 🔑 da porta🚪 para impedir que seja trancada.
***** Desligarem das tomadas TVs 📺, rádios 📻 e qualquer aparelho que possam confundir o som.
****** Nunca trancar o portão! Deixá-lo semi aberto... encostado.
******* Ficar com o celular pronto para uma chamada de emergência 190 ( polícia militar).
******** Avisar alguém( parente/amigo/vizinho) com antecedência o dia e horário da chegada do prestador de serviços.
********** Deixar vários frascos sprays ( desodorante/laquê ou pimenta) espalhados pelos cômodos da casa.
*********** Deixar janelas e portas abertas, caso necessite gritar e pedir ajuda , fica mais fácil de alguém escutar.
✍©️@MiriamDaCosta
As fases reais da vida humana neste mundo: a casa que se constrói, a pequena família que cresce, a disposição para trabalhar da manhã à noite. No fim, deixaremos tudo para trás. O que realmente se torna a busca definitiva na vida é para onde vamos.
A vida é como um sopro de um vento, que chega derrubando folhas das árvores e desarrumando os cabelos, e sem avisar vai embora, deixando apenas os vestígios de sua passagem.
Capítulo — A Casa de Varanda
Os dias se desenrolavam com uma tranquilidade quase ensaiada. Eu acordava cedo, organizava a casa, arrumava minha filha e seguia para o trabalho com a sensação de que cada centavo do meu salário tinha destino certo. Minha vida se resumia a duas missões: sobreviver e garantir que nada faltasse a ela.
Eu almoçava no trabalho — o famoso prato de peão — porque sabia que aquela seria minha única refeição do dia. Em casa, a despensa era pensada para ela: suas bolachas preferidas, o iogurte que gostava, a mistura que a fazia sorrir à mesa. Eu fingia não ter fome. Dizia que já havia comido, que estava satisfeita. Não era verdade. Eu escolhia não comer para que sempre houvesse mais para minha filha.
Emagreci. Muito.
Mas não era uma magreza abatida. Havia em mim uma chama que não se apagava. Eu estava mais magra, sim, porém havia um brilho que resistia — uma beleza interna que nenhuma dificuldade conseguia roubar. Eu estava até bonita. Bonita de força.
Seis meses depois, ele apareceu.
Veio para fazer um reparo nos computadores da empresa. Sempre que voltava, puxava assunto. Eu percebia o flerte, claro. Já conhecia aquele jogo. E, como de costume, não dava importância. Meu coração já tinha aprendido a desconfiar.
Até que, numa sexta-feira qualquer, no fim do expediente, fomos todos para o bar da esquina. Ele também foi. Entre risadas, copos tilintando e conversas soltas, meu ponto fraco foi atingido — aquele jeito atento, o cuidado nas palavras, o olhar que parecia enxergar além da superfície.
Começamos a namorar.
Apresentei-o à minha família no aniversário da minha mãe. Ele conquistou todos: brincalhão, piadista, sem vergonha de nada. Bebemos, rimos, celebramos. Ele morava numa kitnet e pagava um aluguel absurdo. Eu, tola ou esperançosa demais, sugeri que morássemos juntos. Eu pagaria meu aluguel; ele assumiria as contas e as compras.
Ele disse que queria morar comigo, mas em outro lugar.
Encontramos um apartamento não muito longe da casa da minha mãe — essa era minha condição. Depois da separação, minha mãe e eu éramos o suporte emocional da minha filha. Eu não podia me afastar dela.
O apartamento era uma graça. Recém-reformado, dois quartos, uma varanda charmosa pela qual me apaixonei no primeiro instante. Ali, imaginei recomeços.
Um ano depois, engravidei.
Foi festa. Ele anunciou aos quatro ventos, celebrou como se fosse o maior sonho da vida. Atencioso, presente, cuidadoso. Eu pensei: desta vez será para sempre.
Ainda grávida, ele me surpreendeu com um pedido de casamento. Aceitei. Casamos no civil, numa cerimônia simples. Estranhei a ausência da família dele — nenhum amigo, nenhum parente. Conheci apenas o irmão e a irmã. Do pai, ele não falava. Achei curioso. Talvez até um pouco estranho. Mas eu estava feliz demais para aprofundar perguntas.
Era um menino. Minha filha teria um irmãozinho.
A gravidez foi difícil. Perdi líquido amniótico e precisei de uma cesárea de emergência. Meu filho nasceu com 30 semanas. Pequeno demais para o mundo, forte demais para desistir. Ficou na UTI neonatal, dependente de oxigênio. Recebi alta, mas ele permaneceu internado por 23 dias.
Dessa vez, eu não estava sozinha. Ele estava ao meu lado.
Quando finalmente fomos para casa, nenhum parente dele apareceu para conhecer o bebê. Meses depois, quando meu filho completou cinco meses, recebemos a visita do irmão, de uma tia e de um tio. A tia me fez uma pergunta estranha:
— Ele está bem? Está calmo?
Respondi naturalmente que sim, sem entender o peso por trás daquelas palavras.
Com dois anos do meu filho, vieram as dificuldades financeiras. Fomos morar na casa que eu havia comprado nos fundos da casa da minha mãe. Pelo menos não havia mais aluguel. A situação melhorou um pouco.
Os finais de semana voltaram a ser alegres: minha mãe, minha irmã, primas, amigas. Reuniões, resenhas, churrasquinhos. Casa cheia. Risos.
Foi então que algo começou a surgir.
Sem motivo aparente, ele se tornava agressivo. Primeiro com uma amiga. Depois com minha comadre. Numa festa, jogou bebida no rosto da minha mãe.
Naquele instante, a pergunta da tia começou a fazer sentido.
Engravidei novamente. Gêmeos.
Mas ele já não era o mesmo. Explodia por qualquer coisa. Discussões inesperadas, palavras duras, olhares sombrios. Foi quando veio à tona a história mal resolvida com o pai: ameaças, processo, ódio antigo. Comecei a me perguntar se não era hora de partir antes que fosse tarde demais.
Então, como se não bastasse, a empresa onde eu trabalhava faliu. Fui demitida com quatro meses de gestação.
O chão cedeu.
A preocupação foi tanta que os planos se desfizeram. O nervosismo tomou conta de mim de um jeito avassalador. Vieram os sangramentos. No hospital, recebi a notícia que nenhuma mãe está preparada para ouvir: meus bebês já não tinham mais vida. Saíram sozinhos do meu ventre.
Passei por curetagem. Fiquei internada por 36 horas.
Depois da perda, ele parecia transformado novamente. Gentil. Solícito. Cozinhava, falava baixo, ajudava em casa. Era como se o homem que conheci tivesse voltado.
No dia de Nossa Senhora Aparecida, chegou bêbado, mas foi direto dormir. Não houve briga.
Dois dias depois, recebi a notícia que ninguém está preparado para receber.
Minha mãe havia falecido de infarto.
O mundo parou.
Mas eu não podia desmoronar. Minha filha precisava saber. Ela tinha 13 anos — já era uma mocinha — e meu filho, seis. Fui forte para contar que a avó tinha partido.
Fomos fortes.
Minha filha e eu.
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