Limpar a Casa
Manter a nossa casa e a nossa cidade limpa é uma atitude de cada um de nós.
As pessoas simples costumam dizer em voz alta: "minha casa é humilde, mas é limpinha". Falam dessa forma, pois sentem orgulho de preservar sua dignidade e de seus filhos mesmo quando a vida é dura e em condições desfavoráveis.
Bertioga é nossa cidade, é a nossa casa, é o nosso lar, é o lugar onde vivemos.
Se Bertioga for limpinha nossos filhos vão crescer sentindo o cheiro do mar e das matas, vão nadar e pescar nos rios e nas praias, caminhar e brincar nas calçadas e nas ruas.
Se Bertioga for limpinha muita gente vai querer conhecê-la. E quem vier uma vez vai voltar e contar para outras pessoas que existe uma cidade a beira mar, tão perto de São Paulo, em que a natureza é respeitada e que seu povo cuida dela.
Se Bertioga for limpinha nossos governantes serão cobrados por nosso povo para cada vez mais conservá-la e tratá-la com todo cuidado e punir as pessoas que deixam de cumprir seu papel de cidadão, as pessoas que somente pensam em si, as pessoas que não se importam com a nossa cidade.
Se nossa cidade for limpinha, com todos os problemas, com todas as dificuldades que existem vamos poder dizer com orgulho: eu vivo em Bertioga.
"Quanto mais difícil for o dia
mais linda saia de casa.
O amanhã é vida demais para tristezas de menos."
A Arca da Aliança ficou 20 anos na casa de Abinadabe e nada de bom lhe aconteceu, na casa de Obede-Edom ficou apenas 3 meses e Deus abençoou toda sua casa.
O segredo não está no tempo que se tem de crente, mas na reverência que se tem a Presença de Deus!
O amor não bate na porta, nem pergunta se pode entrar. Simplesmente invade a casa chamada coração e ilumina tudo por lá.
Mantenha a casa em ordem, mas não esqueça de colocar flores de ternura nos vasos do seu lar, e de regá-las com a água da
paciência.
Faço de mim
Casa de sentimentos bons
Onde a má fé não faz morada
E a maldade não se cria
Me cerco de boas intenções
E amigos de nobres corações
Que sopram e abrem portões
Com chave que não se copia
Observo a mim mesmo em silêncio
Porque é nele onde mais e melhor se diz
Me ensino a ser mais tolerante, não julgar ninguém
E com isso ser mais feliz
Sendo aquele que sempre traz amor
Sendo aquele que sempre traz sorrisos
E permanecendo tranquilo aonde for
Paciente, confiante, intuitivo
Faço de mim
Parte do segredo do universo
Junto à todas as outras coisas as quais
Admiro e converso
Preencho meu peito com luz
Alimento o corpo e a alma
Percebo que no não-possuir
Encontram-se a paz e a calma
E sigo por aí viajante
Habitante de um lar sem muros
O passado eu deixei nesse instante
E com ele meus planos futuros
Pra seguir
Sendo aquele que sempre traz amor
Sendo aquele que sempre traz sorrisos
E permanecendo tranquilo aonde for
Paciente, confiante, intuitivo...
Fui embora da sua casa tranquilo, levando todas as minhas coisas e com a certeza que não iria mais voltar ..
Eu quero uma casa no campo...
Do tamanho ideal,
pau-a-pique e sapé
Onde eu possa...
plantar meus amigos.
Meus discos e livros,
E nada mais...!"
Hoje em dia, vejo as pessoas ir em sua própria esquina de casa de carro, pois dizem que querem poupar tempo. Poupar tempo para quê? Para usá-lo assistindo TV? Penso que seria melhor se tivesse ido fazer o que tinha de fazer caminhando, correndo, pedalando, então eu diria que você o teria usado da melhor maneira possível.
A vida manda e você por instinto tem que obedecer, já que o que você não aprende em casa ou na escola, a vida te ensina.
Meus sentimentos são os móveis mais pesados da casa, é preciso dois para carregá-los. Nunca fui uma pessoa materialista, mas confesso que tenho ficado paranoico com a minha mobília velha e sem mudança. Passei a observar minha casa. Poderia ter mudado a copa, a sala ou até mesmo o quarto. Resolvi mudar-me.
Creia no agir de Deus!
Deus está agindo, declare agora a bênção sobre a sua casa, a sua família e sobre seu casamento declare a Vitória na sua vida meu irmã(o). Acredite, diante de todas as adversidades ainda é possível crer,o tempo da providência está vindo para tua vida. Então não desista, sorria. Você é mais forte do que pensa e será mais feliz do que imagina, tenha fé em Deus. Que o Senhor abençoe nossos lares, nossas famílias e nossos amigos.
Seu problema não é ter dinheiro, carrões, uma casa com piscina para desfrutar uma vida mansa sem trabalhar. Problema maior - mental - é colocar isso em redes sociais. Ninguém precisa saber de nada da sua vida boa. Os amigos já sabem e os inimigos vão virar inimigos piores. As explicações são muitas, mas uma só define: babaquice.
Não quero ser a moça do cinema, nem a bailarina, nem a dona da casa... Não quero ser Marieta, nem Geni, nem Tereza. Mas quero ser uma musa do Chiquinho.
”Queria que você morasse na minha rua, em frente a minha casa. Eu fugiria no meio da noite pra te visitar. Jogaria pedrinhas na sua janela, até você acordar e me deixar entrar. Conversariamos e riríamos aos sussuros pra ninguém ouvir, embaixo das cobertas. E eu só iria embora ao amanhecer. Iria pra minha casa, tocaria de roupa e voltaria logo em seguida eu ia pra sua uma meia-hora depois, pra te chamar pra tomar café. Quando te encontrasse diria ”senti tanta saudade” mesmo tendo te visto minutos atrás. Quer dizer, eu sentiria sua falta antes mesmo do beijo de despedida. Nos dias em que eu não fugir pra tua casa, eu te ligaria, só pra não perder o costume de passar a madrugada falando com você. Ás vezes faltaria assunto, nós iamos ficar em silêncio e eu sorriria comigo mesmo tendo a certeza de que eu seria feliz o resto da vida só por ouvir sua respiração. Assistiríamos um filme todo sábado. Um dia no cinema e o outro em casa, como um ritual de casal. Em casa discutiríamos filme todo sobre os personagens e você brigaria comigo por eu dar risada nas partes tristes e assustadoras. No cinema, eu não te deixaria assistir, uma parte do tempo estaria te provocando na outra você estaria brigando comigo por eu jogar pipoca nas pessoas sentadas na frente de nós, e o resto eu passaria te beijando. Nas paredes do meu quarto , teriam fotos suas e fotos nossas espalhadas pelo meu quarto inteiro. A foto de tela do meu celular seria de você sorrindo e meu plano de fundo do computador também. Você diria que aquilo servia pra me fazer não te esquecer, eu pensaria comigo mesmo sobre como você é boba por pensar que eu te esqueceria por um segundo sequer. Um dia talvez até morrariamos juntos. Compráriamos uma secretária eletrônica e discutiríamos sobre quem gravaria a mensagem, no final gravariamos os dois juntos. No meio da gravação, começaríamos a discutir, nossos amigos iriam nos questionar sobre a mensagem e nós apenas riríamos. Tiraríamos um fim de semana pra mudar a cor das paredes, você brigaria comigo o tempo todo tentando me fazer entender que eu não posso pintar as paredes na diagonal, e eu responderia dizendo que a parede é minha portanto faria o que eu quisesse com ela. Você bufaria, comentaria sobre o quanto eu sou insuportável e daria as costas pra mim, eu sorriria e sujaria teu cabelo com tinha, começariamos uma guerra e no final não sobraria tinta o suficiente pra acabar as paredes, áliais, viveríamos em guerra. Guerra de comida, guerra de travesseiro, guerra pra saber quem ama mais, essa última guerra eu não deixaria você ganhar (…)”
Via vontadedonada.tumblr.com
“VÉSPERA DE NATAL”
Era véspera de Natal, e nada na casa se movia,
Nenhuma criatura, nem mesmo um camundongo;
As meias com cuidado foram penduradas na lareira,
Na esperança de que Papai Noel logo chegasse;
As crianças aconchegadas, quentinhas em suas fronhas,
Enquanto rosquinhas de natal dançavam em seus sonhos;
Mamãe com seu lenço, e eu com meu gorro,
Há pouco acomodados para uma longa soneca de inverno;
Quando no jardim começou uma barulhada,
Eu pulei da cama para ver o que estava acontecendo.
Para fora da janela como um raio eu voei,
Abri as persianas, e subi pela cortina.
A lua no colo da recém-caída neve,
Dava um lustro de meio-dia em tudo em que tocava,
Quando, para meus olhos curiosos, o que apareceu:
Um trenó miniatura, e oitos renas pequenininhas,
(parte lida pelo Adam)
Com um motorista velhinho, tão alerta e muito ágil,
E eu soube, na mesma hora, que era o Papai Noel.
Mais rápido que uma águia vinha pelo caminho,
E assobiava, e gritava, e as chamava pelo nome;
“Agora, Dasher! Agora, Dancer! Agora, Prancer e Vixen!
Venha, Comet! Venha, Cupid! Venham, Donder e Blitzen!
Por cima da sacada! Para o topo do telhado!
Agora fora, depressa! Fora todos, bem depressa!”
Como folhas revoltas antes do furacão,
Sem encontrar obstáculos, voaram para o céu,
Tão alto, acima do telhado voaram,
O trenó cheio de brinquedos, e Papai Noel nele também.
E então num piscar de olhos, ouvi no telhado
O toque-toque e o arrastar dos casquinhos.
Como um desenho em minha cabeça, assim que virei
Descendo a chaminé Papai Noel vinha resoluto
Todo vestido de peles, da cabeça até os pés,
E com a roupa toda manchada de cinzas e carvão;
Um saco de brinquedos em suas costas,
Parecia um mascate ao abrir o saco.
Seus olhos – como brilhavam! Suas alegres covinhas!
Suas bochechas como rosas, seu nariz como uma cereja!
Sua boquinha sapeca curvada para cima como num arco,
A barba em seu queixo tão branca como a neve;
O cabo do cachimbo bem preso em seus dentes,
A fumaça envolvendo sua cabeça como uma guirlanda;
Tinha um rosto redondo e uma barriga grande,
Que sacudia, quando ele sorria, como uma tigela de geléia.
Era gordinho e fofo, um perfeito elfo velhinho e alegre,
E eu ri quando o vi, sem poder evitar;
Uma piscada de olhos e um meneio de cabeça,
Na hora me fizeram entender que eu nada tinha a temer;
Não disse uma só palavra, mas voltou direto ao seu trabalho,
E recheou todas as meias; então virou no pé,
E colocando o dedo ao lado do nariz,
Acenando com a cabeça, a chaminé escalou;
Pulou em seu trenó, ao seu time assobiou,
E para longe voaram, como pétalas de dente-de-leão.
Mas ainda o ouvi exclamar, enquanto ele desaparecia
“Feliz Natal a todos, e para todos uma Boa Noite!”
