Lili Inventa o Mundo - Mario Quintana

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Não vivo no mundo que a sociedade exige.
Vivo no meu mundo, escolho minha moda, minha comida e sou minha etiqueta social!
Apenas sou...
Independente do alheio!

Nenhum caminho é mais errado para a felicidade do que a vida no grande mundo, às fartas e em festanças (high life), pois, quando tentamos transformar a nossa miserável existência numa sucessão de alegrias, gozos e prazeres, não conseguimos evitar a desilusão; muito menos o seu acompanhamento obrigatório, que são as mentiras recíprocas.

Assim como o nosso corpo está envolto em vestes, o nosso espírito está revestido de mentiras. Os nossos dizeres, as nossas ações, todo o nosso ser é mentiroso, e só por meio desse invólucro pode-se, por vezes, adivinhar a nossa verdadeira mentalidade, assim como pelas vestes se adivinha a figura do corpo.

Antes de mais nada, toda a sociedade exige necessariamente uma acomodação mútua e uma temperatura; por conseguinte, quanto mais numerosa, tanto mais enfadonha será. Cada um só pode ser ele mesmo, inteiramente, apenas pelo tempo em que estiver sozinho. Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.
A coerção é a companheira inseparável de toda a sociedade, que ainda exige sacrifícios tão mais difíceis quanto mais significativa for a própria individualidade. Dessa forma, cada um fugirá, suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor da sua personalidade. Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é.

Ademais, quanto mais elevada for a posição de uma pessoa na escala hierárquica da natureza, tanto mais solitária será, essencial e inevitavelmente. Assim, é um benefício para ela se à solidão física corresponder a intelectual. Caso contrário, a vizinhança frequente de seres heterogêneos causa um efeito incômodo e até mesmo adverso sobre ela, ao roubar-lhe seu ‘eu’ sem nada lhe oferecer em troca. Além disso, enquanto a natureza estabeleceu entre os homens a mais ampla diversidade nos domínios moral e intelectual, a sociedade, não tomando conhecimento disso, iguala todos os seres ou, antes, coloca no lugar da diversidade as diferenças e degraus artificiais de classe e posição, com frequência diametralmente opostos à escala hierárquica da natureza.
Nesse arranjo, aqueles que a natureza situou em baixo encontram-se em ótima situação; os poucos, entretanto, que ela colocou em cima, saem em desvantagem. Como consequência, estes costumam esquivar-se da sociedade, na qual, ao tornar-se numerosa, a vulgaridade domina.

Arthur Schopenhauer
SCHOPENHAEUR, A., Aforismos sobre a Sabedoria da Vida

Sobre os seres humanos ?
Vivem a Vida inteira, Contemplando a Beleza que á neste Mundo, e se dedicando á estudar, tudo oque vêem. Mas esquecem de estudar, e entender o Universo, que carregam dentro de sí mesmos ...

Um só caminho é o bastante, suficiente,
Num mundo louco onde maçã te oferece serpente

Os donos da verdade transformam o mundo em uma guerra de egos

Se o mundo um dia te virar as costas, lembra que eu sou feliz só por você existir.

O mundo está cheio de belezas naturais e você é uma delas. Não se esconda.

Cansada desse mundo de mentira, decepção e falsidade. No mundo de hoje é muito difícil encontrar alguém que realmente quer o seu bem! Já menti muito pra mim mesma achando que aquela pessoa realmente queria me vê feliz. Mas eu me culpo por ser assim, por acreditar nas pessoas, por confiar nelas. uns tem bom caráter e outros um caráter ruim, não estou aqui pra julgar ninguém, apenas para desabafar minha total decepção com essas pessoas! Elas ferem, magoam, e deixam feridas que às vezes nem o tempo apaga! Devemos selecionar quem devemos conviver, quem fará o nosso bem, quem será verdadeiro com a gente, é difícil isso pois não temos capacidade de nos proteger dessas pessoas. Devemos parar para refletir, palavras machucam! Pense hoje, pois amanhã pode ser tarde de mais. E no final? No final. A gente quebra a cara, sofre de mais, chora muito, muito mesmo, e sabe o que acontece? Tentamos aprender, mais as vezes acabamos errando de novo, acreditando nas pessoas. 🥺💔

Levo a vida tranqüila
não tenho medo do mundo
não tenho medo da morte
não vou me preocupar
que passe por mim a doença
que passe por mim a pobreza
que passe por mim a maldade,
a mentira e a falta de crença
que passe por mim olho grande
que passe por mim a má sorte
que passe por mim a inveja,
a discórdia e a ignorância

Tranqüila,
Levo a vida tranqüila...

A menina e o mundo

Era uma vez uma menina que virou mulher. Ela morava em um mundo. E um mundo morava nela. Tinha mais fases que a própria lua. E não brilhava tanto como o sol. Seus sonhos eram muitos, assim como estrelas. Ela queria fazer o bem, queria ser feliz e bonita. Muito bonita. Mais que bonita. Perfeita. Mas também queria ser feliz. E fazer o bem. Queria tudo ao mesmo tempo. Às vezes, quando sentia-se só, ouvia demais, pensava demais e enjoava. Enjoava disso tudo. Enjoava-se do mundo e seu mundo enjoava dela. Ambos insatisfeitos.

Ela era diferente, mas não única. Seu maior problema era falta de atenção. Não compreendia e logo sentia inveja: a lua era menos complicada e o sol era um astro. Ela nunca chegaria a seus pés, mas talvez pudesse acostumar-se com a ideia. Não queria nadar em dólares, mas queria estar rodeada de pessoas. Pessoas intensas e interessantes. Muitas pessoas. Em uma só. Muitas vezes, chateava-se, pensando o quão vazia seria, ou o quão vazia a viam. Ela então, abandonou seus calçados e foi andar descalça pelo mundo, para sentir as energias que o chão do mundo transmite. Novamente, pegou-se com inveja. Desta vez do mundo. Ela que se importa com o que ele transmite, gostaria também que fosse assim consigo. Que aparecesse alguém, de preferência um estranho, que se interessasse sobre as energias que ela transmite, com um toque ou um olhar.

Continuou a andar e deu-se conta de que segurava uma florzinha entre seus dedos. E que também tinha beijado suas delicadas e frágeis pétalas. De novo, inveja. Era um de seus sonhos, ser encontrada e beijada com tanta ternura. Sentir amor, mesmo de um estranho. Que na verdade, não seria um estranho. Seria de alguém que ama. E quem ama, nunca é estranho. A menina que andava descalça pelo mundo para achar respostas, finalmente as encontrou. A lua que era linda e bem menos complicada que ela, por mais admirada que fosse, morava longe. O sol, o tão incrível astro que muitos idolatram, também vivia longe. Foi então que percebeu, que mesmo não sendo tão amada e tão famosa, ela era livre e podia ficar perto de quem quisesse. E que talvez um dia, fosse minimamente conhecida. Por ser a estranha que ama as coisas, que enxerga as almas e que toca o coração. A estranha que livra-se de seus calçados e colore o mundo com o toque de seus pés. Que conversa com o tempo e chama o vento para que espalhe o amor por aí...

Naquele sorriso cabe um mundo cheio de ilusões.

Você não precisa conquistar o mundo para ser feliz. Você pode ser feliz agora, mesmo sem ter conquistado o mundo.

E falando das voltas que o mundo dá, uma delas vim parar aqui. A estrada é longa, mas o caminho é reto.

"O mundo está sendo inundado pela convicção descarada de que o poder pode fazer qualquer coisa, a justiça nada".

Queria molhar a pena no nanquim e escrever à luz de velas, mas o mundo girou muito rápido, e nasci além do meu tempo.

Em um mundo marcado pelo mal e pelo pecado, existe o direito à legítima defesa com armas e por motivos justos... Esse direito pode se tornar um grave dever para quem é responsável pela vida dos outros, da família ou da comunidade civil.

Desconhecido

Nota: A citação é atribuída ao Papa João Paulo II, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

Em um mundo que é errado, ser certo é o crime.

Precisa desabafar? Feche seus olhos, se desligue do mundo e converse com Deus.

Todo mundo quer ter razão, mas nunca a compreensão, é por essas e outras que deixa de adquirir sabedoria ou até mesmo viver bem!

⁠Undertale


⁠Ao cair de um precipício,
Um mundo subterrâneo
Para alguns, hostil
Lar dos monstros.

O perigo é furtivo
Até o instante final
Perante a flor sorridente,
O "amor" é fatal.

A gentileza, monstruosa
As piadas, puro osso
Um carisma robótico
O espaguete, desastroso.

A crueldade se mostra humana
E o mais bondoso é corrompido
O ódio mais perigoso
Nasce da morte sem sentido.

Poder não é querer
Cem almas, um coração
Para vencer os desafios,
Determinação.