Lili Inventa o Mundo - Mario Quintana

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Gosto de pessoas que com pequenos toques
de carinho, mudam meu mundo e transformam
meu dia em pequenas e suaves delicadezas.

Dizem que não preocupo com meus problemas.
Rsrs o mundo não precisa saber de minhas dores.
Afinal dizem muitas coisas, só precisamos saber
em quem acreditar. Meu fardo as vezes é pesado.
Meu caminho tem dias que são tão longos. mais não
me canso. Meus pés estão calejados, minhas mãos
marcadas pelos espinhos. Mais não desisto...
Sabe, nada é muito pesado quando se carrega com
AMOR.

(...) A grandeza da vida
esta em olhar com amor
e delicadeza as coisas
pequeninas, olhar o mundo
com olhos de amor e gratidão.
A grandeza da vida esta na
certeza de que Deus esta no
controle de tudo. E que se o amor
existe, e é por este amor que vai
vencer.

❝ ...Deus te abençoe e proteja de todas as maldades
do mundo. Que esta noite os anjos acampem
ao seu redor, te livrem de toda escuridão,
te de sonhos leves, e um despertar suave...❞

Feliz aniversário!

Maninho querido, feliz aniversário!
Toda alegria do mundo neste dia
tão especial. Que esta mensagem
chegue até você levando ternura,
alegria e paz. O dia é teu, mas a alegria
é nossa de tê-lo em nossa vida.
Que a alegria de mais um ano
seja cheio de sorrisos, que a
felicidade te acompanhe e que
você seja ainda mais feliz. Que
no tempo de Deus seus sonhos
e projetos se realizem. Você é
muito importante para mim,
sempre presente, amigo e irmãozão
de todas as horas. Te amo, maninho!

Feliz aniversário!

Com o mundo do avesso
Muitas almas boas estão expostas.
Não se assuste se enxergar um pouquinho de Deus em alguém.

Teu valor não ecoa na voz alheia,
não é moeda nas mãos do mundo;
ele nasce fundo, em silêncio e raiz,
tronco que cresce inteiro por dentro.
E mesmo quando a tempestade ruge,
tuas folhas resistem, firmes no vento;
porque és árvore que sabe quem é,
e não se curva ao peso do momento. 🌿

Não quero mais fazer parte desse mundo tecnológico que cria uma aproximação superficial e afasta as pessoas do contato real.

1. Todo mundo admira o topo da montanha,


mas ninguém quer subir.**


As pessoas olham seus títulos, suas honrarias, seu cargo nacional, suas conquistas…


Mas ninguém quer:


• acordar às 5h
• dormir meia-noite
• estudar sem parar
• renunciar distrações
• carregar responsabilidade
• suportar pressão
• liderar projetos
• pensar grande
• segurar o emocional sozinha
• ser disciplinada quando ninguém está vendo
• entregar com excelência
• ser ético quando ninguém está filmando


Elas veem o brilho,
não veem o preço.

⁠És o centro gravitacional do meu mundo, a razão pela qual os meses passam e eu sigo com esperança de tocá-la novamente, ainda que respeitosamente, a menos que me peça para ser mais...


Peço-lhe que não apague a fusão nuclear que vive em seu peito por mim. Aguardarei como Plutão: mesmo distante, esperançoso por qualquer resquício de seu calor e brilho, para ainda ser considerado planeta — e eu, o seu amor.

Quem flerta com o mundo espiritual achando que tem domínio, já está dominado.
O que é chamado não debate, não faz acordos, não recua.
E quando o preço se revela, não carrega assinatura humana.

O tamanho do meu mundo é medido com a fita métrica dos meus conhecimentos.

O mundo seria muito melhor se o espírito do Natal fosse um gene dominante e transmitido geneticamente.

As cores que o tempo levou


Quando eu era criança, o mundo parecia pintado à mão.
O céu tinha cheiro de tarde quente,
e o vento parecia brincar comigo.
As cores eram vivas — não só nas coisas,
mas dentro de mim.


Agora, aos vinte e dois, olho o mesmo céu
e ele já não me devolve o mesmo brilho.
As cores continuam lá,
mas meu olhar parece cansado de reconhecê-las.
Talvez não sejam as tardes que mudaram,
mas a forma como eu as sinto.


Na infância, o tempo era eterno.
Hoje, ele corre — e leva embora o encanto das coisas simples.
Mas às vezes, quando o sol se despede devagar,
eu fecho os olhos e finjo ser criança de novo.
Só pra ver o mundo com aquele mesmo coração colorido.

Qual será o destino das lojas físicas no mundo moderno?

O teu erro é achar que todo mundo te aplaude ou tá torcendo por você só porque está do seu lado, tem gente que bate palma só pra espantar mosquito. Você já viu uma árvore crescer gritando, ela cresce na escuridão do solo sozinho e não anuncia pra ninguém que dará frutos, então pare de anunciar seus sonhos, seus objetivos. A vida é única e somente sua. Lembra da professora que sempre falava "a prova é individual?". O mal não destrói o que não sabe que existe, tem gente que está do seu lado só pra saber onde você guarda a sua chave, o sucesso não faz barulho... bora pra cima.

Constrói em ti o que desejas ver no mundo
e não atribuas aos céus o trabalho que é teu.

O mundo precisa de pensadores, pois o pensar é a realização de sonhos.

A geopolítica, a mais cínica das visões de mundo, divide o planeta em três grandes áreas de influência: chinesa, russa e norte-americana.

Há um ruído constante no mundo.
Um zumbido de notificações, luzes piscando, vozes comprimidas em telas.
Chamamos isso de conexão.
Mas, quando o silêncio chega, percebemos — há algo que se perdeu entre um toque e outro.


Vivemos cercados de redes: sociais, neurais, digitais, afetivas.
Somos fios, dados, pulsos elétricos viajando por cabos invisíveis.
E, ainda assim, sentimos falta de algo que o Wi-Fi não alcança: o olhar demorado, o riso inteiro, o abraço que não depende de senha.


O perigo, talvez, não esteja nas redes — mas na mente que, sem perceber, se desconecta de si mesma enquanto acredita estar on-line.
Desaprendemos a estar sozinhos, e confundimos presença com visibilidade.
Somos uma multidão em silêncio, cada um falando com seu reflexo.
E, nesse espelho luminoso, o humano se desfoca.


Mas há quem perceba as rachaduras — professores, artistas, pensadores, sonhadores —
que ainda acreditam que pensar é um ato de resistência. Eles caminham entre as redes e tentam tecer novamente o fio do sentido. A reflexão é sobre eles — e sobre nós.
Sobre a mente que precisa se reconectar com aquilo que não se mede em bytes:
a empatia, a escuta, o amor, a presença.


Não é uma revolta contra a tecnologia, nem um lamento nostálgico.
É um convite à consciência.
A lembrar que a rede mais importante ainda é a que se forma entre mentes e corações vivos.


E, talvez, o primeiro passo para isso seja simplesmente pausar.
Respirar.
E se perguntar:
“Em que momento eu me desconectei de mim mesmo?”