Liberdade

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Não me movo para agradar.
Danço porque existo.
Quando danço,
sou poema em liberdade.
— Naldha Alves

✍🏻A verdadeira Liberdade só acontece quando tuas asas te fazem voar ao teu interior.
💜🪷

✍🏻A verdadeira Liberdade se dá quando tuas Asas te levam ao teu interior.
💜🪷🙏🏻

MANIFESTO HUMANISTA DE LIBERDADE


(um manifesto agnóstico sobre autonomia, responsabilidade e empatia)


O pior tipo de escravo é aquele que não consegue perceber as correntes que o aprisionam.
Vivemos num sistema que, por todos os lados, tenta nos domesticar: dizendo como devemos viver, o que devemos desejar, no que devemos acreditar. Impõem regras, dogmas e modelos prontos, moldando consciências para que tudo continue funcionando em favor de uma casta privilegiada que se mantém no topo da pirâmide às custas da nossa dor, do nosso medo e da nossa fragilidade emocional.
Foi ao compreender essa engrenagem que despertei. A partir desse momento, entendi que minha vida — e tudo o que faço ou deixo de fazer dela — é de minha inteira responsabilidade. Não delego mais a outros o direito de decidir por mim. Não preciso de pastores, padres ou de sistemas morais impostos de fora para me dizer qual caminho seguir, porque toda obediência cega é apenas mais uma forma de servidão.
Mas assumir a própria liberdade não significa viver isolado, nem fechar os olhos para o outro. Pelo contrário: é justamente quando deixo de agir por medo, culpa ou submissão que passo a responder conscientemente por meus atos. Compreendo então que cada ser humano que encontro é uma continuidade de mim mesmo — não porque sejamos iguais, mas porque compartilhamos a mesma condição de vulnerabilidade, dor e desejo de sentido.
A dor que bate à minha porta é a mesma que bate à porta do meu próximo. Somos partes de um todo, e esse todo não existe fora de nós. Por isso, viver em plenitude não é viver sem limites, mas viver sem mentiras: sem negar a própria liberdade e sem negar a humanidade do outro.

Menos palavras, mais liberdade.

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Perto do Coração Selvagem, 1944). Essa afirmação de Clarice traduz uma busca que não se contenta com o óbvio: é o desejo por algo que ultrapassa a calma aparente e rompe os limites da palavra. Quando pensamos em “emocionado”, percebemos que sentir é um gesto de libertação, um rompimento das barreiras sociais que tentam conter a alma e escondem sua vulnerabilidade.


Vivemos em uma época em que a eficiência se tornou medida de valor. A calma é exaltada como virtude, enquanto a emoção intensa é vista como desajuste, quase um erro contra a racionalidade. Nesse cenário, trocar a alma pela calma significa abrir mão da autenticidade, transformar o sentir em fraqueza e aceitar a serenidade como padrão imposto, mesmo que isso nos afaste de quem realmente somos.


Ao sufocar a emoção, o indivíduo se distancia de sua essência mais profunda. Clarice, em A Paixão Segundo G.H., mostra que o encontro com o indizível é doloroso, mas inevitável para compreender a própria existência. A calma pode oferecer estabilidade, mas também pode anestesiar, apagando o brilho da intensidade e transformando a vida em repetição sem surpresa, em rotina sem poesia. (@R_Drigos)


Pensar sobre essa tensão é admitir que viver exige equilíbrio. A emoção não deve ser reprimida, mas acolhida como parte inseparável da experiência humana. A calma, embora necessária em certos momentos, não pode se tornar prisão. Entre alma e calma, o desafio é permitir-se sentir sem se perder, encontrar intensidade sem descontrole e reconhecer que a vida se constrói justamente nos contrastes que nos atravessam.

A liberdade é o direito mais humano de todos.

A nossa liberdade está em nossa consciência, já que, por si sós, somos apenas matéria como qualquer outro objeto. Embora feitos de matéria, entendemos as nossas limitações e através do conhecimento, conseguimos trabalhá-las, modificando, até certo ponto, os sinais de pontuação que a vida impõe em nossas histórias. Não criamos as regras do jogo, mas aprendemos a usá-las a nosso favor; afinal, a mesma água que nos afoga é a que nos mantém vivos e o mesmo fogo que aquece é o que queima.


Isso nos leva a questionar a própria origem de nossas ferramentas. O termo "natural" é definido por boa parte dos dicionários como "aquilo que pertence ou é regido pelas leis da natureza". Por sua vez, a natureza é descrita como "o mundo material, especialmente aquele em que vive o ser humano e que existe independentemente das atividades humanas". Ocorre que, de certa forma, o ser humano, em sua essência, é algo que provém da natureza. Inclusive o cérebro, responsável por criar tudo o que é classificado como artificial, foi criado de maneira natural e é regido pelas mesmas leis.


Embora o cérebro tenha a capacidade de idealizar, tudo aquilo que é materializado deve seguir as leis da física; portanto, da mesma forma que tais leis regem o cérebro humano, regem também suas criações e manipulações. Onde surgiu, então, a diferenciação do que é natural? Se as leis da natureza são as mesmas que regem os seres humanos e suas criações ditas "artificiais", o conceito de natural seria ele próprio artificial?


Além do mais, o cérebro humano se enquadra nas características de "natural", visto que ele seria independente da atividade humana? A menos que ele materialize — ou melhor, que seja o princípio da atividade humana, o que é razoável supor. Pode-se dizer que o ser humano é fruto da reprodução de outros dois seres humanos, o que encerraria a questão biológica imediata; todavia, nem sempre foi assim. Sabemos que nem sempre existimos e que não somos eternos. Em algum momento, algo não humano originou o ser humano. Esse "algo", por definição, faria parte da natureza? Se sim, a consciência que nos dá liberdade é, no fim das contas, a própria natureza manifestando-se contra suas próprias limitações ?

"Honre o seu valor lutando pelo que merece. A verdadeira liberdade começa quando paramos de esperar pelos outros."

Ter liberdade é fazer o máximo possivel o que preenche seu coração.

Deus tem um propósito abençoado para tua vida, mas Ele te deu liberdade para escolher o que semear… e cada escolha de hoje será o que florescerá no jardim do teu amanhã.

A liberdade começa quando você para de pedir permissão para ser quem é.

Somos como um pássaro engaiolado em nosso próprio corpo, onde cantamos pela liberdade de nosso espírito e quando isso acontecer, estaremos emitindo cânticos de louvor a Deus por mais uma jornada cumprida

Mostrei a eles o caminho da liberdade, eles preferiram enchergar as sombras de sua prisão.

⁠Liberdade é pensar e agir, sem discriminar ou banalizar a alguém...

⁠Será que realmente existe a liberdade, ou tudo flui de acordo com as circunstâncias?

Liberdade é ter o Espírito Santo no comando do nosso coração!

Despir meu corpo de padrões

E vestir minha alma de liberdade

No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.

E se um dia a liberdade não lhe fizer sentido, delete sua atual idéia!