Liberal
“Mesmo a tradição política liberal admite, ao menos desde John Locke, o direito que todo cidadão tem de se contrapor ao tirano, de lutar de todas as formas contra aquele que usurpa o poder e impõe um estado de terror, de censura, de suspensão das garantias de integridade social. Nessas situações, a democracia reconhece o direito à violência, já que toda ação contra um governo ilegal é uma ação legal. (…) Um dos princípios maiores que constitui a a tradição de modernização política da qual fazemos parte afirma que o direito fundamental de todo cidadão é o direito à rebelião e à resistência.”
O argumento Liberal é apenas uma estratégia para não deixar evidente um clássico processo de espoliação de classe".
Provavelmente nada fez mais mal à causa liberal que a insistência oca de alguns ‘liberais’ em certas regras fixas grosseiras, sobretudo o princípio do laissez faire.
"no tempo dos Bourbons, Napoleão tornou-se um filtantropo, um liberal, um ser quase idílico, "amigo dos pobres" nas suas choupanas o recordariam por muitos anos. Trinta anos depois, o herói bom e terno torna-se um déspota sanguinário, usurpador do poder e da liberdade, que sacrificara três milhões de homens à sua ambição".
Mulher: uma Maravilhosa e Única pessoa de percepção Liberal, de extrema Harmoniosidade e Eterna beleza Robusta
Quando situações nas quais a sociedade percebe as falhas de representação democrático-liberal são narradas por significantes vazios, bem como conceitos deturpados do senso comum, se chega a um quadro de despolitização que afasta a sociedade da ideia de auto-organização.
Coloque um liberal ou um anarcocapitalista em uma ilha deserta e ele morre de depressão por não ter a quem vender a ilha. É a vida resumida a compra e venda, nada de natureza, nada de humanidade e nada de ser o que se é.
Aquele que eleva de modo liberal a moral do outro (do próximo), simultaneamente abaixa a sua própria.
The essence of liberal democratic politics is the construction of a rich, complex social order, not one dominated by a single idea.
Pensamentos são uma estrada para o inferno, um inferno liberal onde não existirá a realidade, e sim sonhos maus sonhados e realizados.
Em um país laico, liberal, democrata, e misto ninguem tira um sorriso do meu rosto enquanto cospe no meu Cristo!
É a doutrina liberal! É a doutrina que o mercado e a democracia vão juntos e são inseparáveis; isto é uma praga!
Teófilo Otoni é berço da liberdade; de ideias republicanas; a Revolução Liberal foi a verdadeira explosão dos valores deste povo aguerrido.
Liberal education é, para resumir, a educação da mente para os debates culturais e cívicos mediante a leitura meditada dos clássicos. Acabo de escrever esta palavra, 'clássicos', e já vejo que não sou compreendido. A falta de uma liberal education dá a esse termo a acepção estrita de obras literárias famosas e antigas, lidas por lazer ou obrigação escolar. Um clássico, no sentido de Adler, não é sempre uma obra de literatura: entre os clássicos há livros sobre eletricidade e fisiologia animal, os milagres de Cristo e a constituição romana: coisas que ninguém hoje leria por lazer e que geralmente são deixadas aos especialistas. Mas um clássico não é um livro para especialistas. É um livro que deu origem aos termos, conceitos e valores que usamos na vida diária e nos debates públicos. É um livro para o homem comum que pretenda ser o cidadão consciente de uma democracia. Clássicos são livros que criaram as noções de realidade e fantasia, senso comum e extravagância, razão e irrazão, liberdade e tirania, absoluto e relativo – as noções que usamos diariamente para expressar nossos pontos de vista. Só que, quando o fazemos sem uma educação liberal, limitamo-nos a repetir um script que não compreendemos. Nossas palavras não têm fundo, não refletem uma longa experiência humana nem um sólido senso de realidade, apenas a superfície verbal do momento, as ilusões de um vocabulário prêt-à-porter. A educação liberal consiste não somente em dar esses livros a ler, mas em ensinar a lê-los segundo uma técnica de compreensão e interpretação que começa com os eruditos greco-romanos e atravessa, como um fio condutor, toda a história da consciência ocidental.
