Leve como Passaro
Falar em Deus, todos falam.
Se acreditam como irei saber?
O importante para mim, é que Ele ama você.
Na brisa do vento,
No cheiro do mar,
Nas forças das águas,
O meu Deus está.
O diabo corre da cruz !
Vejo que corre da igreja,
como o diabo corre da cruz.
Mas hoje eu te convido,
vem para os braços de Jesus.
Ele bate a porta do seu coração,
se você deixar ele entra para contigo ceiar, dando-lhe uma nova vida, pra poder recomeçar.
Mas, ele não força e nem nos obriga a servir,
pois quando ele voltar, muitos irão ficar aqui.
Gritos e lamentos, dentes a ranger, quando a
igreja subir, o que será de você ?
Vem vem agora, para os braços do Senhor Jesus. Ainda dá tempo, a porta aberta ainda está.
Cristo no trono de glória, te esperando pra fechar.
Ao explorar os mecanismos de defesa, descobrimos como nossa mente lida com conteúdo sofrido ou ameaçador, muitas vezes reprimindo-os ou os expressando de forma indireta.
Lilian Morais
Controle dos Desejos nas perspectivas de Platão e Nietzsche
A questão de como o ser humano deve tratar o desejo é um tema debatido desde a época de Sócrates (400 a.C.) e continua sendo relevante na era da inteligência artificial. Platão e Nietzsche são dois pensadores que abordam o tema de maneira divergente, sendo um assunto pertinente para reflexões contemporâneas.
Em primeira análise, Platão, na obra “A República”, afirma que “Eis a messe de males que recolhe o indivíduo de alma mal governada e que há pouco classificamos como sendo o mais desgraçado dos homens”. Ou seja, quando o desejo ultrapassa os limites e busca governar a alma, o corpo torna-se desordenado, semelhante a uma cidade governada por um tirano.
Em segundo lugar, Friedrich Nietzsche, em “Além do Bem e do Mal”, declara que “Envergonhar-se da própria imoralidade é um degrau da escada no extremo”. Para ele, o ser humano não deveria se envergonhar de praticar uma imoralidade; e os desejos não deveriam ser reprimidos. Nietzsche acreditava que a negação dos desejos era um ponto de fragilidade, propondo que o ser humano deve aceitar seus desejos como uma manifestação natural de sua existência.
Destarte, é necessário destacar que princípios morais universais são válidos independentemente de interesses pessoais ou desejos individuais. Ações baseadas apenas no desejo pessoal inevitavelmente colidem com os valores de outras pessoas. A habilidade de lidar com os desejos pode evitar conflitos éticos e conduzir o homem ao senso de justiça. Para evitar isso um colapso social, é necessária uma lei universal que transcenda os interesses individuais. Esta lei pode ser encontrada no entendimento de que existe um Deus que nos ensina a amar ao próximo como a nós mesmos.
A vida não é como uma receita de bolo que segue passo a passo, ela não tem um manual de instrução, mas você pode desvendar os mistérios da vida.
Ter uma mulher em sua vida é como colher rosas. Só consegue apreciar seu aroma e a beleza de suas pétalas quem está disposto a também sofrer com a dor dos arranhões que causará seus espinhos.
Não se assuste com o número de pessoas que vão saindo da sua vida ao longo do tempo. A vida é como escalar o Everest, o primeiro passo para dar em direção ao topo é deixando o excesso de bagagem para trás e levando consigo apenas o necessário.
Quando um filósofo como Nietzsche obtém, assim, a hiperconsciência, tudo isso não funcionará a menos que se obtenha primeiro a autoconsciência, para que se saiba como ela funciona.
No modo de uso, a filosofia é como aquela que se infiltra na busca de simplificação para qualquer ciência, para descobertas. Portanto, é chamado amor pela sabedoria.
Desejos e palavras sábias.
Ser obcecado leva à ilusão por enganar o coração.
Saber como as coisas funcionam não enganará o coração.
Entender é ser inteligente e buscar as virtudes nos leva ao caminho dos sábios.
Não tema a emoção, mas aprenda a lê-la como um mapa interno, indicando vales de vulnerabilidade e picos de paixão.
Explorar a estrutura de um domínio do saber é como dissecar um mecanismo delicado, compreendendo o papel e a interação de cada componente.
Marcelo castilho assis
Assim como um rio segue um curso definido, o saber flui através de uma estrutura lógica que guia a compreensão.
Leonardo da Vinci
A água que você toca dos rios é a última daquela que se foi e a primeira daquela que vem. Assim é o tempo presente.
"Guardar uma paixão por quem não se vê há 15 anos é como tentar se aquecer no brilho de uma estrela que já se apagou: a luz ainda chega aos olhos, mas o calor já não existe mais."
A fé é o resultado final de quem estuda a realidade. Se você não conhece como o mundo funciona, sua crença é falsa. A fé verdadeira só existe quando você entende os fatos.
Não folheiam, mas sentenciam,
como quem encara um tomo fechado
e crê decifrar-lhe os mistérios
pelo traço do tempo na capa.
Murmuram que és raso enigma,
que teus passos se dissolvem no vento,
mas ignoram que teu caminho
se estende onde os pés daqueles que nem querem ousaram tocar.
O silêncio, esse arauto impassível,
sempre sussurra o que os tímpanos tíbios temem,
pois a grandeza, em seu estado incipiente,
é um espelho que fere os que não suportam o reflexo de si.
Potencial é trovão contido no horizonte,
um aviso que precede o dilúvio,
e aqueles que habitam sob telhados frágeis
preferem desacreditar o vento a fortalecer seus muros.
Humildade exige menos que compreender,
dissipar dói menos que buscar,
pois enxergar além da névoa
exige olhos que saibam ver.
Mas diga-me: quantos já viram a alvorada de um relâmpago
e compreenderam que estavam diante da luz,
e não apenas do eco que a sucede?
Os cegos ouvem e se espantam,
os sábios veem e se encantam.
A luz não suplica por meras críticas.
Rasga as trevas sem pedir permissão.
Ela rasga o véu das trevas impassível,
e somente aqueles que ousam encará-la
são dignos de testemunhá-la.
Assim como o rio segue seu curso e deságua no oceano, assim também a Luz flui incessantemente, nutrindo tudo o que existe. Aquele que compreender este fluxo, navegará sem resistência no mar infinito da existência.
Como espelhos astrais em perpétua correspondência, o que vibra nas alturas celestes repercute nos abismos da forma e o que pulsa no âmago secreto se revela nos contornos do mundo visível. A Árvore das Emanações — que é o diagrama vivo do Ser — espelha simultaneamente o templo do universo e o labirinto da alma. Decifrar seus ramos é percorrer os corredores ocultos do tempo fluido, sondar a carne alquímica da matéria e escutar o sopro do espírito no silêncio entre as esferas.
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