Leve como Passaro
O segundo choro
Chorar como criança ao perder a mãe é o segundo grande choro da vida.
O primeiro é o do nascimento — quando somos separados do ventre.
Agora, é o coração que se rompe, e não importa a idade, voltamos a ser pequenos, pedindo colo ao mundo.
A dor é o outro lado do amor — e só dói tanto porque foi imenso.
Com o tempo, a lágrima vira saudade, e a ausência, lembrança viva.
O amor de mãe nunca parte.
Ele permanece habitando os nossos silêncios.
Cuidado com quem usa a liberdade como desculpa para manipular. Eles deturpam valores e ameaçam o bem comum.
Isso não é liberdade - é corrupção disfarçada de boas intenções.
Sunshine....
Minha alma sente a ausência da tua e chora, te quer... e como ela quer você sempre quis!" ou "a saudade é um paradoxo, é a dor de quem não está perto" e você em minha vida, minha estrelinha, reflete a intensidade desse sentimento, que é o maior, e o melhor que já senti.
Pequena não posso te abraçar, nem posso ver você de perto, e nem posso passar uma tarde perto de ti, mas saiba que cada sorriso que eu dou por aqui, é pensando em você aí. Pois em sua ausência, até mesmo de sua linda voz falando comigo já me deixa como um cacto seco , e morrendo...murcho, chocho, capengo.
E quando o dia de poder te ver de perto chega, então, meu sorriso vai estar completo junto do seu que é maravilhoso.
Sabe Pequena, é difícil tentar dizer tudo quando só o seu olhar já me deixa sem palavras.
Sinto sua falta como quem sente falta de ar...... então minha Jujubinha doce, imagina como me sinto contigo, pois você me tira o AR, me tira o chão!
Sei que nada é fácil ou simples como gostaríamos.
Mas quero que saiba que você me basta, o resto eu corro atras. Sou feliz contigo, com sua presença, com sua voz, com seu cheiro. E mesmo você não me enxergando, eu nunca deixei de vê-la.
Tranquerinha.............. vc é meu único e grande amor ! S2
O Estado é como uma caixa de ferramentas, não tem consciência. Aqueles que falham são os humanos que governam o Estado.
Eu nunca senti tanta raiva do envelhecimento do meu corpo e do meu coração como agora. Queria poder lutar ao lado deles, mesmo que não fosse de grande ajuda.
Tudo dói — e eu nem sei por que.
As lágrimas queimam como se carregassem algo que não cabe mais em mim.
A mente, um redemoinho de pensamentos sombrios.
O corpo, exausto de existir.
Estar vivo, às vezes, é dolorido.
O amor chega e muda: é vulcânico quando somos jovens, e, na minha idade, o definiria como um doce hábito; como um acostumar-se com coisas cotidianas que parecem não ter importância, mas que, no fim, são as únicas que importam.
Que sejamos como Calebe, que não temeu os desafios, mas declarou com ousadia: 'Certamente venceremos!' Seus olhos estavam na promessa, não nos obstáculos.
Seja como Calebe: mantenha-se firme na fé, confie nas promessas de Deus e não tema se posicionar contra a voz da incredulidade.
15/05/25
A casa estava linda e organizada, assim como o jardim lá fora.
Um vento impetuoso surgiu e, com agressividade, modificou o estado harmonioso para caótico.
Móveis espalhados pela casa, folhas secas ao chão, misturadas com areia.
Quando o vento passou e tudo acalmou, as marcas ficaram. Na alma e na casa. Trabalho para reestruturar e nada mais ficará no lugar como outrora.
Não é o fim, mas um novo começo, um novo ciclo que se inicia e que podemos harmonizar novamente, com a experiência que o vento deixou.
Evitaremos a fadiga permanecendo intocáveis na condição pós-caos? Mas... alguém aprende sem lição? Faremos o quê?
Aprendemos e crescemos com eventos aleatórios da vida.
Paciência é uma virtude para o filósofo sem angústia e para o acomodado sem futuro?
O sangue pulsa na corrente de quem tem fibra e vontade de viver.
Vida tão simples e difícil de viver.
Basta apenas uma fagulha para acender o pavio.
A vida é para quem sabe viver e não para quem sabe morrer, mesmo estando vivo.
Nega sua essência, sofrerá por isso.
A vida é assim, como uma casa, como um jardim.
Há quem diga: a porta está trancada e o meu jardim, selado. Nada poderá acontecer.
A fome assola o estômago faminto; atrás de sustento vai, a cautela deixa de existir, dando lugar ao partir do ser humano por inteiro, aflito, sem direção.
Triste solidão.
14/05/25
Quem é você pra dizer como o amor deve ser,
Quem é você pra julgar como se deve querer?
Amamos de menos, a chama se vai,
Amamos demais, o afeto desfaz.
Difícil entender, esse nó no sentir,
Amamos de menos, o tempo faz sumir.
Amamos demais, a mente a vagar,
Como amar, eu ainda vou tentar achar.
Mundo de guerra, em busca de paz,
Como amar, se o medo nos faz?
Perdido em mim, sem saber pra onde ir,
Me dá uma chance pra te mostrar, sentir.
Se der pra entender, esse laço a criar,
Que amar é difícil compreender e pode machucar.
"A felicidade não está nas coisas que possuímos, mas na maneira como vivenciamos o mundo ao nosso redor."
"Escrevo-te com gratidão e espanto — pois, como Camus, também acredito que o absurdo é o começo da claridade."
"O poder corrompe? Não. O poder revela. Como o fogo revela o ouro da escória" — leu a Criança em voz alta.
Minha querida sogra, minha mala sem alça, como eu gostava de te chamar nas nossas brincadeiras. Você foi mais do que uma sogra, você foi uma amiga, uma conselheira. "A dor da sua partida é grande, mas suas memórias são um conforto que nunca me abandonará." Palavras me faltam para expressar a dor que sinto neste momento. Você é e sempre será uma pessoa especial para todos nós!
Sogra querida, eu quero te agradecer por sempreter me tratado com tanto carinho e por ser uma pessoa tão especial em minha vida. Você é uma mãe para mim, e eu te amo muito.
Hoje é um momento de alegria e tristeza por não ter a senhora aqui do nosso lado, pois eu sempre gostei de tê-la ao nosso lado. Foi uma honra enorme leva-la para outros lugares que não conhecia, lhe dar um pouco de conforto que merecia. Pois para uma mãe o muito nunca é o suficiente para agradar.
Hoje tem muita comida, que a senhora iria encher a pança kkk e engordar um pouco, Mas Deus não nos permitiu de realizar mais esse desejo de tê-la ao nosso lado, pra eu pegar no seu pé, dançar com voce e rodopiar sua cadeira.
Então resolvi lhe fazer essa homengem no dia do meu casamento e dia também do meu aniversario e dedicar esse dia a senhora.
Que Deus a tenha em Seus braços, e um dia iremos nos encontrar.
Do seu genro Neto e sua filha Vera
Vale da Solidão
Olá, solidão…
como te chamas no vale do amor?
Sei que teu nome é vaio,
sussurro antigo que ninguém ouve mais,
um sopro frio que caiu do céu.
É tão difícil dizer essas palavras,
porque amar — ah, amar —
é caminhar descalço em chão quebrado,
é dar esperança a quem só quer partir.
Quem quer apenas ser feliz,
não entende a dor de ficar.
Ser amado…
de que serve, se a ausência pesa mais?
Meus sonhos eram teus,
meu corpo, tua casa.
Mas partiste.
E deixaste em mim os escombros do que fomos.
No vale da solidão,
teu nome ainda me chama.
E eu respondo,
com a voz trêmula de quem perdeu tudo.
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