Leve como Passaro
As palavras de Deus são como fogo que desce em volta de nós como o vento impetuoso e nos enche de glória e unção.
O espirito santo de Deus nos faz nos sentir tão bem que é como se você estivesse flutuando e sentindo o poder do Criador de todas as coisas.
Como o tempo é engraçado, às vezes ele voa, às vezes ele rasteja, mas ultimamente ele anda se confundindo, ele está voando e ao mesmo tempo se rastejando.
Veio, me levou quando não teve mais jeito ganhou. Veio como chuva fininha, como trem na estação, como paixão aos quinze e primeiro beijo aos doze, como chá antes das quatros, como caderno com o fundo rabiscado, como o tempo que é tão sem noção. De imediato, de antemão, imediatamente me desfiz dos negócios e mandei tudo à china, aguardando meramente que você fosse a solução. Levou o azedume que havia dentro do peito, os malditos clichês, o som do meu riso, meu livro de estorinhas, o meu suéter preferido, aquela canção junto de brinde o meu coração. Ganhou uma válvula de escape, uns verões, umas mágoas de artefatos. Porém, pequenas palavras, uma mala recheada de planos, um punhado de gripe, o pote de ouro no fim do arco- íris, histórias recordadas, coragem aprumada, o meu sexapil, alguns traços e retalhos, uma família desajeitada, cumplicidade armazenada e ainda extra um mapa com as curvas do meu corpo. E eu ?! Eu que nada sabia, de repente só sabia te amar. Ah, meu amor! Meu tão doce amor, você me floresceu da maneira mais bonita, me plantou e me regou, me colheu e acolheu, eu que sempre fui aperto doído , perto de você sou abraço cultivado.
As glória antes do abismo
Eis que ela surge de dentro do mármore esculpida como nascida dos deuses.
Folículo piloso dérmico enfraquecido e os pelos com textura suaves.
O contorno mesial levemente arredondados.
Sua Fisiognomia delicada e serena. Cada traço facial atraia com intenso fluxo a própria beleza em pessoa.
Não sei quantas horas passaram a olhar aquela ninfa feita dos deuses de lindeza inigualável.
Foi quando uma nevoa acida o olhar embaçou, mais ainda via aquela boniteza estrelaçando entre os mármores carrara e outros vindos da Grécia.
O desejo batendo no peito um vendaval na orelha a sussurrar seu nome. Olhar fixado em cada movimento de lábios, pernas e rosto.
A cabeça giroscópio. A vontade de tocar nem que fosse por um segundo aquela pele seda da índia.
Seu gingado de corpo exalavam jasmim e cânfora misturados no ar.
O desejo vinha no baque do maracatu. Olhar rastejava no meio da multidão. Suspiro e tentativa de segurar aquela mão eleusiana.
Foi por pouco ao deparar a divina figura carrara sentiu seu peito palpitando. Deveria implorar para beija-la.
Hesitou, chorou em silêncio. Como pode ser tão curvas e retas. Como pode ser tão plástica e triste.
Respirou fundo debateu-se em seu delírio cósmico e transfigurado perguntava; é o amor de turista visitando a madrugada.
Gemeu sozinho em meio solo de guitarra querendo entrar pelos tímpanos se fosse o caso.
Desejou tanto àquela hora, que nem queria sair mais dali. Talvez fincasse ali até nunca mais.
Sabia que depois daquela hora não ia sentir o jasmim nem a cânfora. só raiva, porque podia ter sido àquela hora.
Porque podia ser libertado àquela hora. Porque o mundo estava se curvando naquela hora.
E porque nunca mais o mundo ficaria de joelhos e a sensação de pedância de tanta autoestima se diluiria ao manhecer feito um sonho.
Lamentou tanto que seus olhos lacrimejaram, foi um estante e aquele instante poderia ser o seu.
Esmurrou o muro de sua humilde casa bem distante dali. Recobrou seu animo meio desanimado.
Percebeu que tudo tinha acabado. Bocejou ardilosamente querendo recuperar-se da decepção existencial.
Sentiu que estava velho e cansado e só não morreria naquela hora, na esperança de ter outra sensação benéfica, aquela que sempre impedi de pedir as contas e partir.
Logo amanheceu, deparou sua ridícula cara amarrotada, seu bafo de café morno. Sua incompetência pendurada na porta humilhação da vida.
Pegou sua vida de merda e talvez quem sabe, era tudo que ele tinha.
Ass. λάθη βιώσας
O que amo em ti são as formas... a forma como falas, a forma como sorris, a forma como amas e me fazes feliz.
Sei o que vc deseja, sei o que vc pensa, e usarei isso como arma pra te ter na minha mão, te conquistar, te dominar, tirar teu chão, tua razão e por fim presenciar vc PERDIDAMENTE ENVOLVIDO POR MIM! (Deixe-se envolver..)
Uma brisa tão boa agora toca o meu rosto, trazendo seu teu sorriso inocente e gostoso, como o beijo americano com gosto de Malbec.
A Vida Como Matematica!
“ A quem fale que a vida é exata como a matemática , em parte sim só que na matemática a ordem dos fatores não altera o produto. Mas na vida sim, a ordem que você impõe a ela fará uma grande diferença no resultado”.
Noites sem dormir, pensando e pensando em como conseguir uma alternativa para a resoluçao de tudo isso que estamos passando.
Ta sendo dificil né amor, tantas pessoas se envolvendo e apenas um empecilho para vc, o sofrimento que isso vai causar ao outro.
Pareco mesquinho, apenas por querer vc só para mim ? Tenho todas as certezas que vc me pediu, nunca fui tao sincero como estou sendo agora... Vem e fica comigo, para todo sempre?
Uns pensam que isso é passageiro, fogo de palha, eu discordo. Amar ou sentir um sentimento tao bom por uma pessoa não é passageiro, claro que isso muda, um momento birrinhas ou aquele ciumes bobo, mas sempre voltamos a estaca zero, de que vc é tudo para mim.
Lucas Becker
Como se vai acendendo (adaptado de como se vai apagando)
Uma figura cheia de contornos e desenhos, alinhava a feição ocupando um espaço repentino na sua frente.
Prazer sou eu, prazer é meu.
Algumas palavras de sons agradáveis e os olhos brilham no cruzar do contato rápido. Pele agradável aveluda o toque. Algumas palavras de conteúdo interessante aguçam a curiosidade. O cheiro chega por meio de partículas carregadas pelo ar e alerta os sentidos. Uma atitude sobre algo pequeno se destaca, outro momento, outras coisas imperceptíveis já importam. Cria-se a vontade que leva a encontros quaisquer, encontros significativos.
A trilha percorrida impõe suas dificuldades, mesmo que pequenas, e o que se espera não acontece.
Surpresa interessante desperta.
Na escuridão repentina uma mão está lá reconhecida e pronta para confiar e percorrer. Um ouvido a escutar, interesse genuíno, uma vontade de construir juntos. A atenção aprofunda o conhecimento do outro, suas virtudes e forças, desilusões e ilusões, felicidades e tristezas, desnudam-se sentimentos.
Vamos parece algo surreal e vamos.
A trilha não é fácil e mesmo nas lágrimas sorrisos são arrancados. Sorrisos aparecem estimulados pela simples vontade do cuidado.
A porta apesar de fechada vê passar por ela um filete de luz, num dia, numa hora, num momento. E assim um pontinho vai virando algo que se passa a prestar atenção. Uma nova figura, um novo desenho à frente, atrás, ao lado e o vazio começa a se preencher. Palavras são ditas, palavras seguidas de atitudes coerentes, consequências refletidas na mente e no coração que se reconhecem tomando o mesmo caminho. Um cuidado, um respeito, um admirar, uma inteligência peculiar.
Tudo verdadeiro, honesto e transparente.
Assim, a chuva chega e lava e deixa virgem o chão para novas trilhas serem traçadas, novas montanhas e novos caminhos. É como uma ideia que nasce e vai crescendo, até tirar o folego que rapidamente se expressa com o lápis roçando o papel e neste roçar para lá e para cá, freneticamente as linhas vão sendo escritas seguindo a empolgação que vislumbrou algo incrível no final onde a vista e o coração alcançam. A cada palavra sobem os batimentos, emoções se acumulam, prazeres são experimentados, gozos sentidos, corpos contorcidos no prazer de se misturarem.
Vivências são sentidas.
A altivez de um ouvido que ouve o outro vai rompendo barreiras e afastando pedras e acalmando rios. Atos impulsionam a empolgação, intensificando emoções, criando a sensação do que poderá ser. E de repente encontra desavisado objetividades, atenções, cuidados, viagens da justa medida de dois, da vida.
Sentimentos não mais escondidos e enraízam como árvores amazônicas.
Verdades expostas em qualquer cenário, verdades expostas como um soco na cara e um afago no coração.
O lápis colore, a folha se remenda, o folego sustenta o junto, a linha se refaz, o vislumbre encara frente a frente a realidade.
E tudo vai se acendendo.
E tudo vai se transformando. A árvore cresce, as frutas nascem, e como no início com o big bang cria-se tudo e tudo se ordena na sua mais perfeita imperfeição.
Tudo limpo, tudo claro, a chuva lava e alimenta, a lua cumpre seu ciclo e o sol deita a energia, o novo vem transformar e alimentar de amor e experiência o jardim. Ali então começa a surgir novo bosque, mais belo, mais forte, mais verdadeiro e escancarado, sem ocos, sem buracos, sombras belas, linhas novas iniciam novo livro, novos capítulos que se esperam nunca terminar ou terminar juntos.
Amor perfeito,
existe um jeito.
Primeiro se encanta a alma,
como muita calma.
Depois se beija com o olhar,
bem devagar,
Mais tarde vem carinho,
bem de mansinho.
E finalmente acaba a dor,
o êxtase do amor!
Sergio Fornasari
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