Leve como Passaro

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Não se curve ao mundo como ele é. O mundo muda — e muda pela mão de quem ousa.

Adorar um deus que exige sacrifícios é como pagar proteção para a máfia: você não o ama, você só tem medo que ele quebre as suas pernas.

A religião é o ópio do povo, e como todo bom viciado, o religioso defende seu traficante mesmo quando ele está destruindo sua vida.

Niilistas descobriram que a vida não tem sentido cósmico e pararam aí, como eternos adolescentes revoltados. Humanistas descobriram a mesma coisa e perguntaram: "E daí? Vamos construir nosso próprio sentido."

A civilização avança tecnologicamente enquanto tropeça eticamente como se isso fosse detalhe.

A história da humanidade é o relato de como trocamos a liberdade pela segurança de sermos escravos bem alimentados.

A eutanásia é tratada como um horror por uma sociedade que obriga você a viver uma agonia sem propósito apenas para não ferir a estética do "milagre da vida". No fundo, a moralidade prefere um cadáver respirando por aparelhos a um homem livre partindo com dignidade.

O inferno não assusta; o que assusta é perceber que muita gente age como se estivesse tentando administrá-lo na Terra.

Rezar é como mandar um e-mail para um suporte técnico que faliu há dois mil anos: você se sente melhor por ter reclamado, mas o problema continua lá, rindo da sua cara.

A vida não tem manual, mas cobra como se tivesse.

Deus é o cadáver de uma estrela que ainda insistimos em usar como bússola.

Muitos veem o fim como destruição; o humanista vê um convite para viver cada instante como uma criação.

Entre nascer e morrer, o que mais importa é como escolhemos vivenciar esse intervalo.

O humanista não nega a morte, ele a usa como motivo para intensificar tudo que faz sentido enquanto vive.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

O ateísmo devora deuses como um lobo faminto rasga carne podre, deixando apenas ossos para os tolos que ainda uivam preces vazias.

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.

Corrupção rasteja pelas veias do poder como veneno lento, transformando líderes em marionetes podres que dançam para o ouro sujo.

Liberdade explode correntes invisíveis como dinamite em minas abandonadas, libertando mentes que sufocavam no ar viciado da obediência cega.

Escrita jorra como sangue de feridas abertas, curando o escritor enquanto infecta leitores com verdades que queimam como ácido na pele.