Leve
"" Quando eu estiver embriagado
me leve a sério
mas não queira razões para as quais não tenho serenidade
quando me encontrar só, me abrace tão forte que eu possa encontrar em teu abraço a paz que tanto preciso
quando você souber do meu sonho, entre e faça parte dele
sonhe comigo até amanhã de manhã...
"" Na calmaria, segue adiante
brisa leve, cantando pássaros
desafios, curvas ingênuas
turbilhão para refazer a harmonia
calmaria, turbilhão
calmaria
resta o sal como presente
depois de tanta doçura
turbilhão, calmaria
até a chegada do luar...
" Então aparecerá alguém
que te fará sorrir como ninguém
que te deixará leve
com um gosto de infância nas mãos
apressa-te a vida não passa muitas vezes na mesma estação
e o que era pensamento virará realidade
maldade, deixará de existir
por um tempo o amor será tudo
(vai ter essa sorte!)
que ele seja eterno também...
"Que as lágrimas de amor transbordem, que o tempo faça o que lhe cabe fazer, leve pra longe a dor que lateja no peito sem remédio, pois está difícil demais, e deixe somente a saudade doce e terna que fará meu coração voltar a bater."
Pra hoje:
Que o sopro de amor do criador, chegue até você, e leve embora tudo que inquieta seu coração.
Querido Deus, interceda com seu amor, e derrama tua misericórdia sobre todos que sofrem,, leve a cura para os doentes, e inunda com tua paz os lugares onde existem conflitos.
Amém!
O dia que o ser humano entender que quanto mais AMOR, menos DOR, a vida será muito mais leve e feliz.
#maisamor
Desde que você chegou, o tempo dança mais leve, o céu parece mais azul e até o silêncio tem perfume. Te admiro em cada gesto, na alma que brilha mesmo nos dias nublados. Minha vida, antes morna, agora é poema – e você, o verso mais bonito que já vivi. Te amo.
Leve para seus negócios a ideia de que, até mesmo um besta na selva, não importa o quão faminta esteja, sabe que não se atrai comida com demonstrações de lamento, fraqueza e fome, mas sim, com atitudes de vigor e força.
Ela é leve como uma pluma. Mas apaixonada, e magoada, compete com uma manada de elefantes. Na fúria e no peso!
Um beijo de leve a acordou, interrompendo o sono tranqüilo que experimentava já nas primeiras horas da manhã. Era ele que continuava ali, do outro lado da cama. Trazia um lindo sorriso nos lábios, mas os olhos denunciavam a angústia de uma noite em claro, mesmo estando ao lado de seu maior desejo, o desejo de tantos anos...
De propósito, ela apenas sorriu e voltou a fechar os olhos. Tudo estava confuso. A cabeça, recostada a um travesseiro que não usava habitualmente - é, ele se esquecera de que ela dormia sempre sem travesseiro – doía, pesava, rodava. Talvez precisasse de mais uma dose para se equilibrar entre tantos sentimentos contraditórios, ambíguos, desconexos. Qualquer coisa. Uísque, vodca, tequila, licor, gim, cachaça! Qualquer paliativo que tornasse aquele momento menos sofrido, doloroso, indigesto, seria muito bem vindo! Mas o que se via à frente era um lindo café da manhã: suco, leite, biscoitos amanteigados, uma fatia de queijo, café, torradas, e uma flor a ornamentar aqueles longos minutos tão repletos de espinhos. Para seu desespero, nada de álcool!
Não precisava se vestir. Ainda estava vestida. Sentou-se à cama, arrumou os cabelos, passou as mãos pela blusa na tentativa de desamarrotá-la, e lentamente percorreu com os olhos cada detalhe daquele quarto que já conhecia tão bem. O quadro à parede era o mesmo, abstrato, em tons de dourado e de salmão. A cama era a mesma, confortável, grande, quadrada. O closet era o mesmo. As paredes ainda mantinham o mesmo tom. Ele era o mesmo. Então, o que mudara?
Ele continuava inerte, à espera de alguma palavra, algum gesto, algum carinho, alguma explicação. Sua impaciência contrastava com o olhar perdido dela, que não se fixava em ponto algum. O silêncio era tão perturbador que nenhum dos dois conseguia sequer deixar escapar por entre os lábios um mero bom dia.
Subitamente, como se saísse de um estado hipnótico, ela calçou os sapatos, levantou-se e, a passos lentos, caminhou até a poltrona onde deixara sua bolsa. Tomou em mãos a chave do carro, observou sua imagem ao espelho, voltou-se para ele, olhou-o nos olhos, deu-lhe um beijo à face, e saiu.
Dessa vez não batera a porta como já fizera outras tantas. Muito ao contrário, fechou-a com tanto cuidado que nenhum som se ouviu propagar naquele corredor que já fora palco de tórridas cenas de paixão ou de total descontrole emocional, como já diziam alguns. O fato é que ela não tinha mais o direito de machucar quem lá dentro ficara.
Nada naquele apartamento mudou. Nada naquele corredor mudou. Nada nele mudou. Mas ela já não era mais a mesma. E isso era motivo suficiente para não mais voltar aos braços daquele que um dia ela tanto amara...
BRISA TRAIÇOEIRA.
Gosto de sentir a leve brisa da manhã
pela minha face como quem diz:
-voltei somente pra te beijar...
Beijo mansinho, cheio de carinho.
A ti o amor te dou quero que sintas...
Vem...Suspira, vibra forte
como acorde no meu coração.
Doce sublime do amor que vem
quando sentimos palpitação.
Que meu devaneio
é não sentir esta emoção.
Até que chega a noite tranquila, e já era...
solidão traiçoeira...
eu feitiçeira? quem me dera.
—By Coelhinha
