Lembre se que um dia eu te Amei
E no meio do meu exagero, quando eu imaginava não estar mais vivo, ela apareceu, me deu um tapa na cara me derrubando da cama e me jogou de volta nos braços da vida. Me fez respirar, me mostrou que to respirando e me fez reacreditar como outrora que tudo realmente vale a pena quando a alma não é pequena. (Cazuza)
Eu me apaixonei por você, não a primeira vista, porque só vi um pedaço do seu rosto. Para mim foi amor à meia vista. Foi o suficiente. E não ligo se você achar que eu sou louco.
Não fui projetada para ser feliz 24 horas, eu choro poxa. Choro mesmo, choro um monte, choro rios. DE-SA-BO. Mas depois volto a ser forte outra vez e passa.
O Outro Bicho
Sem destino certo, caminhava pelas ruas como um cão farejando alimento. Eu estava faminto.
Se batia à porta das pessoas, a hostilidade das donas e seus maridos causava-me medo. Minha presença provocava-lhes repugnância.
Sequer podia transitar nas calçadas frente a restaurantes sem ser vigiado ou humilhado por seguranças. Mendigos prejudicam a reputação do comércio, diziam.
Minha esperança era revirar o lixo nas lixeiras de restaurantes e, quando encontrava algo comestível, lançava-o goela abaixo sem me importar com o cheiro e o gosto desagradável.
Aquela manhã tornei-me objeto de curiosidade de um garoto, provavelmente em seus seis anos de idade. Enquanto investigava o lixo de um restaurante ao lado da escola, pelo pátio, um menino olhava-me fixamente. Estava atônito pelo espanto de perceber um homem sujo e tão magro se misturando ao lixo e dele comendo voraz.
O garoto não dizia palavra alguma. Apenas encarava-me com seus olhos insistentes que, por um momento pareceu-me gritar: “não coma isso. É lixo!” Senti-me envergonhado.
O sinal da escola tocou anunciando o término do recreio.
Lacrimaram meus olhos em ver aquele menino, meu Deus, livre de qualquer preconceito, na inocência de sua vida, com as mãozinhas trêmulas me oferecer da sua lancheira para comer.
Eu sei que ainda que eu dê o melhor de mim à você, nada vai adiantar; mas eu creio e confio que um dia você vai pedir que eu repita todas as declarações de amor que um dia eu lhe fiz e eu as direi com a mesma sinceridade que as disse no passado. Sonhos não morrem, apenas descansam nos braços da esperança.
Eu, desajeitada que sempre fora, amava um amor grande demais e não conseguia achar um corpo para enfiá-lo.
Eu sempre me pergunto como ta minha situação se eu olhar de um lado me vejo tão amado e de outro ângulo me vejo tão solitário.
Mesmo que eu escrevesse as mais belas palavras de amor, não conseguiria expressar nem um terço de meu amor por você, sei que não sou perfeito, sou meio arrogante, chato, grosso, e às vezes até insensível! Mais é assim, com este meu jeito imperfeito que você me ama! Sei que às vezes te nego um EU TE AMO, uma palavra de carinho, peço que me desculpe, pois palavras pra mim não são o suficiente, somente através da minha arte e do meu sopro que consigo expressar o meu amor por você, e sei que quando eu toco para você, mesmo que seus ouvidos não consigam ouvir, seu coração esta a sentindo cada nota de amor que a você dedico! Mãe vou te amar até depois do fim!
Há um mistério muito maior do que eu possa ver.
Há um sentido nisso tudo muito além do que eu possa imaginar.
Eu não sei. Você não sabe. Ninguém sabe.
Sofro, choro, caio, desiludo...
Isso tudo faz parte desse plano.
Sou apenas uma peça nesse quebra-cabeça, e não jogador.
Eu é que sou manipulado, seja pelo sentimento ou pelo destino.
Sim. Destino. Eu acredito nele.
Eu acredito que não adianta fugir da minha história.
Ela foi escrita por belas mãos há milhares de anos atrás.
Eu seria um tolo em tentar desperdiçá-la.
Eu seria um tolo se não acreditasse nisso.
Eu seria um tolo se não esperasse por isso.
Choros? Decepções? Frustrações? Sonhos desfeitos? Coração quebrado?
Bem. Isso tudo faz parte da história.
Esses momentos ruins são essenciais para que eu, ao encontrar a felicidade,
Não possa vendê-la por trinta moedas de prata.
Está demorando? Claro que está!
Não suporto mais esperar para viver os sonhos que foram entregues a mim,
Mas que ainda não posso tê-los de fato.
Mas quem sabe eu ainda tenho que aprender algumas coisas sobre a vida?
Quem sabe eu ainda não sou um bebê chorão
Que precisa aprender a engatinhar antes de andar?
Quem sabe eu não estou querendo apressar demais as coisas?
Quem sabe?
Ele sabe.
Sei que isso é um erro terrível,
Mas eu me entristeço com ele,
Eu, às vezes, perco as esperanças dessa vida tão esperada,
Desse destino tão almejado.
Mas, em contrapartida, eu sei que a minha vida está em boas mãos.
E é nessas mãos que eu ponho a minha fé.
Hoje abri a janela do meu quarto e dei de cara com um cenário diferente.
Há tempos eu não fazia isso. Há tempos que não observava esse cenário, nossa... como mudou.
As árvores cresceram.
Algumas pessoas que, antes habitavam o terreno, não estão mais lá. Está tão diferente...
Às vezes é assim: ficamos trancados nesse quarto, nesse nosso mundinho, sofrendo com dores antigas, rindo com palavras bonitas, porém vazias, enquanto lá fora tudo se transforma.
O que não havia nasce, o que nasce cresce, o que cresce muda...
Hoje percebo que não foi só esse terreno que mudou. Eu também mudei junto com ele.
Talvez eu não possa afirmar que o verde do mato que cresceu de forma grandiosa, seja a mesma quantidade de esperança que há dentro de mim.
Talvez aquele lixo acumulado no canto do quintal, seja o mesmo lixo que eu acumulo dentro de mim: sentimentos e desejos que não me fazem nem nunca me fizeram bem.
Talvez aqueles galhos de árvores que cobrem o telhado da casa, sejam os mesmos galhos que eu uso para me esconder de tomar certas decisões que precisam ser tomadas e que, por algum motivo, eu ainda não tomei.
Talvez aquele montezinho de areia e rocha que eu avistava dessa janela e que agora não está mais lá, sejam as mesmas barreiras que eu venho destruindo aqui dentro de mim.
Talvez as pessoas que foram embora da casa, sejam as mesmas que eu deixei partir enquanto estava trancado nesse quarto.
Mas talvez essas novas pessoas que, hoje passam por esse quintal, sejam as mesmas que eu estou me permitindo conhecer.
E talvez um dia, elas também irão embora, assim como as outras.
Tudo mudou. Menos a janela.
Ah, essa continua igual. É claro que a poeira foi acrescentada à moldura dela, mas ainda sim, é ela.
Tudo muda. Tudo se transforma. Tudo passa. Querendo a gente ou não.
Mas algo permanece. Sim, a janela.
Aquela janela continua lá, no mesmo lugar, às vezes, esperando apenas ser aberta. A janela das lembranças.
Meu coração está trepidando
Por que tenho um pouco de medo
Embora eu sou preenchido com amor devido à sua presença
Se alguém que eu acabei de conhecer começa e me fazer um monte de perguntas eu logo imagino que é alguém que eu conheço querendo me conhecer melhor.
Amar não é somente dizer: eu te amo. O amor é um sentimento tão sublime que os que o sentem não conseguem descrevê-lo e mensurá-lo em palavras. O amor não é um sonho, uma paixão e muito menos uma emoção. O amor tem vida, essência. É um sentimento criado por Deus, é maduro, no qual ao nascer se desenvolve, amadurece e não morre! O verdadeiro amor nasce quando uma união é traçada por Deus. A prova de que estamos amando é quando descobrimos que a pessoa que está ao nosso lado é a que mais nos completa, ou seja, a pessoa certa. Quando uma união é feita por Deus o amor não morre. Pelo contrário, cresce a cada dia, pois é verdadeiro! E ninguém consegue separar, pois está solidificado em Deus. Prova disto está em Mateus 19.6b: “Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe.
O que eu posso dizer do amor.... Ha o amo e um sinomeno,d alegria, com sou apaixonada por um homem chamado ismael,como eu oh amo,... Por isto sou feliz pk vc existe
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