Lembre se que um dia eu te Amei
Dói ver como o "bom dia" diário virou um silêncio gelado, e perceber que o afeto que antes transbordava, tornou-se unilateral. É triste aceitar que aquela cumplicidade virou apenas uma lembrança de alguém que escolheu se afastar e deixar a relação morrer.
Braza de natureza, quando ela encosta ferve ;
hoje é um dia normal porque sou mais frio quando quero. 🧬
Vida, amor e recomeço…
A cada manhã, a luz desperta,
um novo dia, uma nova oferta.
Agradeço o pulsar do coração,
a dança do tempo, a inspiração.
Amar todos, sem distinção,
é tocar o mundo com devoção.
Nos olhos alheios, reflexos ver,
ouvir, compreender, deixar florescer.
A importância de ouvir, tão sutil,
é dar voz ao silêncio, um gesto gentil.
Na escuta atenta, encontra-se o saber,
e na troca sincera, começa o crescer.
Caminhar rumo ao melhor, constante,
é ser rio que flui, sempre avante.
No erro, lições; na queda, levantar,
ser melhor a cada dia, é se transformar.
E quando as situações pedem atenção,
que já se foram, sem solução,
lembremos do valor do presente,
de viver o agora, intensamente.
Com gratidão, amor e escuta fiel,
desenhamos a vida, um doce papel.
E na jornada, a certeza brilha,
que cada momento é uma maravilha.
Recomeçar é um voo leve,
é soltar as amarras do chão,
é plantar nova esperança,
num solo fértil de coração.
É riscar o que foi escrito,
e desenhar novos sonhos,
é ouvir o sussurro do vento,
que fala de tempos risonhos.
Quando a estrada for incerta,
e o cansaço insistir em ficar,
lembre-se que há sempre tempo,
para de novo se reinventar.
A cada passo renascido,
há coragem para florescer,
pois recomeçar é um dom,
de quem nunca para de viver.
Se um dia o mundo acabar,
espero que seja à beira-mar,
contigo, enquanto as ondas
ainda sabem dizer amor.
Paizinho....
Pai, mais um dia acordamos graças a sua misericórdia, mais uma semana que se inicia.
Em nosso relógio, hoje é mais uma segunda-feira, mais uma semana.
Pai, paizinho olha para nós, cubra-nos com seu manto refrescante e salutar da glória divina.
Paizinho ouça-nos...
Socorre-nos nos momentos de aflição, daí nos as condições necessárias para realizarmos os teus planos, daí nos entendimentos para sabermos que o teu tempo não corre em nosso relógio, não cabe em nosso calendário.
Pai abençoa os homens de Bom coração, fortifica os Para suas batalhas, socorre os nas aflições e nas duvidas.
Planta pai em nosso coração a semente da fé, semeia pai nosso coração, ara o terreno de nosso espírito, fortaleça-nos...
Pai tu conheces o íntimo de cada filho teu, sabe das necessidades individuais materiais e espirituais de cada um de nós.
Pai alimenta-nos com a tua palavra, daí nos entendimentos e sabedoria para compreendermos a tua vontade O teu trabalhar.
Pai perdoa as nossa falhas e ajudas a não mais errar, pai imploro que restabeleça tudo o que foi perdido, quebrado, destruído pelos nossos inimigos.
Pai glorificado sejas tu, aqui e em todo lugar, para que onde tu estejas, assim estejamos nós.
Pai daí o sustento a nossas famílias, a saúde ao enfermo.
Paizinho esperamos em ti...
Ei nos aqui.....
Pai lhe agradeço de todo coração, por tudo que tens feito por nós, ainda que não seja a nossa vontade, que a tua sempre prevaleça, hoje, amanhã e para todo sempre.
Paizinho, vou indo, preciso ir, espero que me faças companhia neste dia.
Já que estaremos juntos que o senhor vá na frente me guiando segundo a sua vontade.
Te amo paizinho.
... todo dia
é um momento especial
para criar e agregar algo novo
à nossa história; tendo em vista que a sentença 'tarde demais' é incapaz de
superar a força e desprendimento
do nosso venturoso
'agora'!
Tanto tempo juntos que parece que ficamos, cada dia, mais parecidos um com o outro. Olho pra ela e é como se estivesse de frente a um espelho. Muito mais que isso é que nossos espíritos se fundiram e desapareceram portanto o “meu” e o “dela”, agora é o “nosso” espírito.
Obrigado SENHOR por ter-nos selados para a eternidade.
Ney Paula B.
Que o dia de cada um de nós seja de pura benção e amor. Que sejamos o amor onde houver ódio, a paz onde houver a guerra, a alegria onde houver a tristeza, mas o mais importante, é que sejamos sempre nós mesmos, e que estejamos dispostos a fazer o bem, sem olhar a quem.
IPE AMARELO
Na calçada, manhã fresca.
O sol manhoso espreitava mais um dia de trabalho na prefeitura.
E os ipês amarelos, frondosos,
faziam fila na calçada, como quem aplaude a vida.
Então veio um "bom dia, moço!"
Pequeno, suave, sonoro, inteiro.
Da boca de uma menininha
que caminhava com a mãe na calçada.
E aquele bom dia
foi nota de canção em meus ouvidos.
Acorde que me encontrou,
afinou o peito e tocou minha alma.
Disse ao amigo do lado, Ivan:
"Ganhei não só o dia, amigo.
Acho que ganhei o ano todo."
Porque tem gentileza
que dura 365 dias.
Há sempre um motivo para ter confiança.
Assim como o gato enfrenta cada dia com serenidade e coragem, você também é mais forte do que imagina.
Dias melhores virão.
Força, coragem e fé para seguir em frente.
Você não está sozinho.
Estamos com você!
Estamos On-line?
Mais um dia no escritório. A mesma mesa engolida por papéis amarelados. Um computador que parece saber mais sobre mim do que qualquer confissão que eu já fiz em voz alta. Um telefone que grita quando o mundo não deveria ter voz. E uma fila de gente com o olhar gasto, esperando.
Esperando uma solução.
É quase cruel como ainda chamamos isso de solução. Quase sempre é só mais um protocolo frio, mais um formulário que não sangra, mais uma senha esquecida, mais um número que ninguém sabe decifrar. Um labirinto de papel e código onde a dor entra viva e sai desidratada.
As pessoas chegam com problemas mais viscerais, reais até o osso, e recebem respostas virtuais, sem carne, sem cheiro, sem peso. Querem resolver a vida pela tela como quem tenta estancar uma hemorragia com papel. O mundo aprendeu a transformar qualquer desgraça em número de protocolo — e isso, de algum jeito, nos parece normal.
Eu observo.
Estamos todos on-line.
Pelo menos é o que dizem.
Há gente conectada ao banco, ao trabalho, ao aplicativo, ao governo, ao médico, ao amante, ao ex-amante, ao desconhecido que nunca viu seu rosto e ainda assim opina sobre sua vida. Sabemos quem comeu o quê, quem viajou para onde, quem morreu sozinho, quem traiu sem piscar, quem enriqueceu e quem perdeu a própria dignidade no processo.
Sabemos de tudo.
Menos de nós.
O computador continua aceso.
Uma luz pálida, quase doente, tremendo na minha frente.
Talvez seja isso que chamamos de vida agora: uma luz insistente dizendo que ainda estamos disponíveis, como mercadoria em prateleira.
Mas disponíveis para quê?
A fila cresce como um organismo vivo, respirando devagar, pesado, impaciente.
Cada pessoa carrega uma pequena tragédia particular, escondida mal e mal sob a pele: uma aposentadoria que nunca chega, uma dívida que morde por dentro, um benefício negado, um documento perdido, uma doença que não espera, uma separação que ainda sangra, um filho que depende de um sistema que não sente nada, um pedido que depende de outro pedido, que depende de uma assinatura que depende de alguém que não está.
A humanidade inventou a burocracia para domesticar o caos.
Depois inventou a internet para acelerar o colapso.
Talvez seja por isso que essa palavra — conexão — me soa cada vez mais como uma piada mal contada.
Estamos conectados a tudo.
E desconectados de quase tudo que ainda pulsa.
Falamos em nuvem como se ela tivesse consciência, como se guardasse algo além de dados frios. Mas talvez ela só armazene nossos rastros: fotos sorrindo enquanto por dentro tudo desaba, conversas vazias, promessas digitais, e uma quantidade obscena de ruído disfarçado de vida.
A nuvem não sabe quem somos.
E, às vezes, suspeito que nós também não.
Existe uma espécie de wi-fi interno. Não sei se é alma, instinto ou só um nome bonito para o que foi sendo abafado aos poucos.
Alguma coisa dentro da gente deveria ainda captar sinais.
Um desconforto no peito.
Um arrepio sem motivo.
Um silêncio que pesa.
Um aviso bruto, quase animal, dizendo: pare.
Mas o dia inteiro somos atravessados por notificações.
O celular vibra como um nervo exposto.
O computador pisca como um olho doente.
O telefone cospe vozes.
Alguém chama.
Alguém exige.
Alguém cobra.
Alguém vende.
Alguém promete salvação em três cliques.
E depois nos perguntamos por que estamos exaustos, como se a resposta não estivesse gritando o tempo todo.
Talvez nossos neurorreceptores não estejam quebrados.
Talvez estejam apenas afogados.
É difícil ouvir qualquer coisa pequena quando o mundo inteiro decidiu gritar dentro da sua cabeça.
A sociedade aprendeu a ocupar cada fresta do silêncio. Música forçada no elevador. Tela acesa na sala. Podcast enchendo o carro. Vídeo mastigando o almoço. Mensagem invadindo a conversa. Notificação mordendo o sono.
Nunca estamos sozinhos.
E, ainda assim, nunca estivemos tão abandonados por dentro.
Fico encarando a tela.
E me vem aquela pergunta antiga, quase primitiva, que ninguém aguenta sustentar por muito tempo: de onde diabos vem tudo isso?
A vida.
A consciência.
Esse impulso cego de continuar mesmo quando nada faz sentido.
Aquela coisa estranha que empurra alguém a acordar numa terça-feira qualquer, vestir a própria pele como se fosse uniforme, pegar um ônibus lotado, engolir trânsito, entrar numa fila e passar o dia tentando consertar problemas que já nasceram condenados a serem substituídos por outros.
Talvez exista mesmo uma inteligência maior.
Talvez exista uma nuvem original, viva, pulsante, indiferente.
Talvez sejamos só fragmentos dela, esquecidos de si mesmos.
Ou talvez não exista absolutamente nada.
Um vazio elegante, sem explicação, sem propósito, sem testemunha.
E isso, de algum modo, também parece plausível.
A diferença é que ninguém recebeu o manual.
Entramos aqui sem instruções, sem mapa, sem legenda.
Passamos anos tentando decifrar o painel de controle da própria existência, apertando botões aleatórios, esperando que algo acenda.
Depois alguém nos chama de velhos.
E o sistema começa a falhar de verdade.
Memória falha.
Joelhos rangem.
Dentes cedem.
Sono vira fuga.
E então aparece a mensagem final, sem emoção, sem piedade:
encerrando sessão.
Sem atualização.
Sem suporte.
Sem segunda tentativa.
A fila continua.
O telefone grita outra vez.
O computador exige uma senha como se ainda houvesse controle.
Uma pessoa pergunta se falta muito.
Eu olho sem saber o que responder.
Nunca sei.
Talvez seja essa a única honestidade que ainda não foi censurada dentro de nós.
Não sabemos por que estamos aqui.
Não sabemos o que somos quando ninguém está olhando.
Não sabemos para onde isso tudo está nos levando.
Mas seguimos on-line.
Sempre on-line.
Publicando fragmentos de felicidade para provar que ainda existimos.
Dando opiniões como quem tenta convencer a si mesmo de que pensa.
Acumulando contatos para fingir que não estamos afundando sozinhos.
Comprando coisas para simular vitória.
E encarando uma tela brilhante enquanto alguma coisa dentro de nós, em silêncio absoluto, tenta desesperadamente estabelecer uma conexão que nunca chega.
Talvez o problema nunca tenha sido o sinal.
Talvez o problema seja que desaprendemos a escutar o que ainda está vivo por dentro.
A fila finalmente se move.
Um corpo se levanta.
Outro ocupa o lugar como se nada tivesse acontecido.
O telefone volta a tocar.
Eu encaro a tela do computador.
E, por alguns segundos, não faço absolutamente nada.
Só isso.
E penso que talvez estar realmente conectado seja exatamente isso:
aguentar alguns segundos sem ser invadido por nada.
Só você.
Sua cabeça.
Seu silêncio.
E aquela pergunta incômoda, crua, quase sangrando por dentro, que nenhum aplicativo jamais vai conseguir responder:
quem diabos está usando você enquanto você acredita estar vivendo?
“Se um dia minhas palavras sobreviverem a mim, talvez seja porque alguma parte da minha alma encontrou nelas um lugar para permanecer.”
— Juliana Hoffmann Liska
O Céu se emociona e vem O Sonho Lúcido com A Tua Chegada
O dia está bastante chuvoso e mais uma vez o céu está emocionado. Agora, seria muito oportuno para que a tua presença viesse ao meu encontro, ainda que fosse apenas na minha mente, nos meus pensamentos mais profundos.
Desfrutaria, então, de um sonho lúcido em um ambiente nublado, com as chamas do nosso desejo se destacando; os nossos sentidos aguçados, os nossos instinto libertos e o tempo gentilmente parado para não apressar o nosso momento.
Ficaria mais honrado se eu soubesse que, do outro lado, tu estarias sonhando junto comigo; assim, a distância física que nos afasta seria ignorada facilmente pelo nível alto de realismo e de sabor diante dos nossos olhos e no fulgor dos nossos espíritos.
- Relacionados
- 67 frases de bom dia especial para acordar com o pé direito ☀️
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Feliz aniversário, mulher guerreira: frases de parabéns para celebrar seu dia
