Lembre se que um dia eu te Amei
Desculpa se te magoei com a minha felicidade. Mas lembre-se que eu gosto de te ver feliz. Lembre-se que eu torço por você e gosto de te ver sorrir.
Desculpa se eu te magoei com a minha fé. Mas lembre-se que todos os dias eu oro por ti, para que você evolua e vá além, todos os dias eu oro por ti, para que você continue sendo feliz também.
Antes de falar algo que me machuque, lembre-se que você também tem sentimentos e eu posso te machucar da mesma forma. Repense.
S2. E quando você precisar de mim, lembre-se que eu estarei aqui, independente de tudo, independente de todos .. .S2
Talvez eu ainda vigie o seu online
Talvez eu ainda veja suas fotos no meu celular e lembre dos seus beijos
Talvez eu ainda escute seus áudios só para ouvir sua voz
Talvez eu ainda leia nossas conversas para matar a saudade
Saudade...
Saudade que aperta e deixa o coração pequenininho
O que faço com essa saudade de te abraçar e sentir seu cheiro?
Como dói um quase amor.
E quando eu não estiver mais por aqui,quero que você lembre de mim com aquele sorriso bobo,lembre de hoje, onde eu falei tudo o que deu vontade,tudo o que estou sentindo.
E nunca esqueça que por pouco tempo ou muito(não sabemos)eu amei você e tu foi muito importante para mim!
E que esse pensamento possa de alguma forma te fazer sorrir,te fazer feliz!
Quando eu partir,não chore
lembre que o vento de minhas palavras
em algum momento perfumou teu caminho
Porque eu falo de amor,e amor é cheiroso
Quando eu partir,sinta somente
Aquela saudade pulsante dos momentos mais doces
Acredite que nada fiz para magoar
Sonhe comigo,e se pergunte sobre distancia
Não sofra,afinal aprendizado começa com perdas
Em todos os instantes estaremos juntos
Não é preciso corpo para que sentimento aconteça
Minha alma ainda respira poesia
E meu coração sempre sera criança
O mundo é minha casa,e amor ainda é meu nome.
A vingança:
Não lembre de mim quando sorrir,
da sua felicidade eu quero estar distante!
Eu quero estar ausente,
nos momentos triunfais da sua vida.
Deixe-me fora do seu pensamento,
não lembre de mim quando sorrir,
Mas não me esqueça quando sofrer...
Enquanto outros acessam a kundalini para pedir algo, eu só quero que você se lembre de si.
O que o criador poderia pedir mais?
Do que companhia divina.
Se eu não vivesse pelo amor, já não seria quem sou.
Amigo (a) lembre-se de mim mesmo que não precises, pois quando precisares eu possa me lembrar de ti.
Sentimento de uma mulher apaixonada.
Cada dia que passa, parece que eu gosto mais de você,
Se é possível existir algo além do amor...
Cada momento com você é único, é como se o tempo parasse e eu só visse você em meu mundo!
Cada vez que te vejo - mesmo que seja de longe - eu sinto "aquilo" que eu senti a primeira vez que te vi. Mãos suadas, coração palpitante, afônica, descontrolada, APAIXONADA.
Eu descobri o que é o amor quando seus lindos olhos se encontraram brilhando com os meus, e assim olhamos juntos para a mesma direção.
Eu descobri o que é o amor quando eu vi o que era capaz de fazer por você, para ver você. Castigos, loucuras, riscos... tudo pelo amor, e por ele eu não me arrependo.
Aprendi que devo viver intensamente, cada dia como se fosse o único! Acreditar que as pessoas podem mudar, mas para isso precisam de ajuda. Aproveitemos o dia de hoje, pois o amanhã não nos pertence.
Mas, depois de tudo isso, você deve estar achando que te amar sempre foi perfeito. Não é bem assim. Quem ama chora, quem ama sofre. Nunca permita que alguém se apaixone por você se não queres ver uma lágrima rolar de seu rosto, mais cedo ou mais tarde, isso vai acontecer.
Mesmo perante as dificuldades da vida, não deixei de te amar!
O amor se submete a cada coisa! Os bons momentos são muito mais fortes que aquelas crises bobas de ciúme, que, na verdade, não passa de um medo, medo de perder você!
Depois de abrir todo meu coração, e escrever o que eu realmente sinto por você, desejo que guarde só essas palavras: AMO VOCÊ! E se me amares um pouco do que te amo, será suficiente para superar os obstáculos que a vida nos impõe. TE AMO!
Eu acredito no Cristianismo como acredito que o sol nasce todo dia. Não apenas porque o vejo, mas porque através dele eu vejo tudo ao meu redor.
Pálpebras de Neblina
Fim de tarde. Dia banal, terça, quarta-feira. Eu estava me sentindo muito triste. Você pode dizer que isso tem sido freqüente demais, ou até um pouco (ou muito) chato. Mas, que se há de fazer, se eu estava mesmo muito triste? Tristeza-garoa, fininha, cortante, persistente, com alguns relâmpagos de catástrofe futura. Projeções: e amanhã, e depois? e trabalho, amor, moradia? o que vai acontecer? Típico pensamento-nada-a-ver: sossega, o que vai acontecer acontecerá. Relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza, Deus dará. Essas coisas meio piegas, meio burras, eu vinha pensando naquele dia. Resolvi andar.
Andar e olhar. Sem pensar, só olhar: caras, fachadas, vitrinas, automóveis, nuvens, anjos bandidos, fadas piradas, descargas de monóxido de carbono. Da Praça Roosevelt, fui subindo pela Augusta, enquanto lembrava uns versos de Cecília Meireles, dos 'Cânticos': "Não digas 'Eu sofro'. Que é que dentro de ti és tu? / Que foi que te ensinaram / que era sofrer?" Mas não conseguia parar. Surdo a qualquer zen-budismo, o coração doía sintonizado com o espinho. Melodrama: nem amor, nem trabalho, nem família, quem sabe nem moradia - coração achando feio o não-ter. Abandono de fera ferida, bolero radical. Última das criaturas, surto de lucidez impiedosa da Big Loira de Dorothy Parker. Disfarçado, comecei a chorar. Troquei os óculos de lentes claras pelos negros ray-ban - filme. Resplandecente de infelicidade, eu subia a Rua Augusta no fim de tarde do dia tão idiota que parecia não acabar nunca. Ah! como eu precisava tanto que alguém que me salvasse do pecado de querer abrir o gás. Foi então que a vi.
Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela. Cabelo malpintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olhava a rua. Na mão direita tinha um cigarro, na esquerda um copo de cerveja. E chorava, ela chorava. Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo.
Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém, acho. Tão voltada para a própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu, também, não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de néon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida. Sem o recurso dessas benditas levezas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música de Caetano, uma caixa de figos.
Comecei a emergir. Comparada à dor dela, que ridícula a minha, dor de brasileiro-médio-privilegiado. Fui caminhando mais leve. Mas só quando cheguei à Paulista compreendi um pouco mais. Aquela prostituta chorando, além de eu mesmo, era também o Brasil. Brasil 87: explorado, humilhado, pobre, escroto, vulgar, maltratado, abandonado, sem um tostão, cheio de dívidas, solidão, doença e medo. Cerveja e cigarro na porta do boteco vagabundo: Carnaval, futebol. E lágrimas. Quem consola aquela prostituta? Quem me consola? Quem consola você, que me lê agora e talvez sinta coisas semelhantes? Quem consola este país tristíssimo?
Vim pra casa humilde. Depois, um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui. Não por nobreza: cuidar dele faria com que eu me esquecesse de mim. E fez. Quando gemeu "dói tanto", contei da moça vadia chorando, bebendo e fumando (como num bolero). E quando ele perguntou "por quê?", compreendi ainda mais. Falei: "Porque é daí que nascem as canções". E senti um amor imenso. Por tudo, sem pedir nada de volta. Não-ter pode ser bonito, descobri. Mas pergunto inseguro, assustado: a que será que se destina?
Você nunca vai deixar de ser especial pra mim e eu nunca deixarei de a cada dia te querer, porque, se a vida quis nós dois assim, seremos um do outro, aconteça o que acontecer.
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