Lembrar
Eu procuro lembrar a mim mesmo,
umas cem vezes por dia,
que minha vida privada e profissional
depende do trabalho de outras pessoas,
vivas e mortas, e que preciso me
superar a cada dia para dar aos outros algo próximo
do que eu recebi e recebo.
Albert Einstein
Sabe aquele vento que às vezes passa e nos faz lembrar de pessoas especiais? Pois é, ele soprou agora! E me fez lembrar de você!
Disse meu avô: "As mulheres se lembrar dos homens que as fizeram rir. Os homens lembram as mulheres que os fizeram chorar".
É fácil falar EU TE AMO, difícil é lembrar do "bom dia", "boa noite", "estou com saudade", "você está bem", "você me faz falta",ou "dar um abraço" e etc.. O poeta já dizia: "o amor não se alimenta de palavras, mas de atitudes."
Todos vão passar através dos portões da morte algum dia. se você puder lembrar-se de que você é apenas uma pura consciência - não a mente, não o corpo, não o coração, não o seu dinheiro, não o seu prestígio, não o seu poder, não a sua casa, mas apenas consciência - então você pode passar pela barreira da morte sem arranhar-se. Então a morte não pode fazer nem mesmo um arranhão em você.
"Chore tudo que você tiver que chorar. Lembre de tudo que você tiver que lembrar. Tire um dia só para falar dele. Embriague-se dele. Tenha uma overdose dele. Repita o nome dele dentro da sua cabeça mil e uma vezes. Pense nele antes de dormir, e refaça os seus diálogos. E então, no dia seguinte, acorde para uma vida nova. Deixe ele, e tudo do dia passado, ali, no passado."
Mas quem pode se lembrar da dor, quando ela acabou? Tudo o que resta é uma sombra, nem sequer na mente, na carne. A dor marca você, de forma tão profunda que não se vê.
A nostalgia nos deixa triste porque nos faz lembrar de algo bom que aconteceu, e acaba criando em nós a expectativa de que aquilo aconteça de novo, mas no fundo temos consciência de que jamais voltará a acontecer.
Gosto de borboletas. Fazem lembrar que na vida, tudo se transforma. Para se transformarem em lindas e coloridas borboletas, há um processo de metamorfose, é preciso tempo, paciência... nada diferente de nossas vidas. O que é belo demora, mas chega! Sempre chega!
Eu odeio vc..
odeio tudo que me faz lembrar de vc..
e me odeio tanto.. por nunca conseguir te esquecer..
eu sei, odio demais e amor..
e confesso.. te amo e sempre te amei demais
Você é tipo sei lá, você faz falta, faz me lembrar de coisas engraçadas, de momentos divertidos e de coisas que não tem nada haver com você. E como se ainda estivéssemos ainda juntos sabe? Mas não estamos! Na verdade pra você talvez nunca tivéssemos mesmo. Você foi embora sem um Adeus, sem um abraço e sem um fica aqui comigo pra sempre.
Um milhao de vezes por dia eu procuro lembrar-me que minha vida está baseado no trabalho de outros homens, e que eu devo esforçar-me para ser capaz de dar na mesma medida que recebi e ainda estou recebendo.
Agressão Verbal
Vale lembrar a antiga frase: “se você não tem nada agradável pra dizer, fique de boca fechada.”
O problema é que sempre alguém tem algo desagradável pra dizer, que de um jeito estranho deve ser agradável pra si mesmo, porque ferir o outro traz alegria pra quem precisa ser agressivo, vai entender?
Pra muita gente, infelizmente, ser desagradável e jogar baldes de água fria é um comportamento constante, o que está sempre irritado é na verdade o irritante, numa eterna rotina de agressões verbais, deboches, cinismo ou tudo junto, de uma vez.
Não consigo entender (e nem quero) pessoas assim. Todo amor ou amizade existente, com esse tipo de gente, está destinado ao fim.
Experimentou sentir ódio, lembrar pessoa, coisas e fatos desagradáveis, apalpar novamente a tessitura sombria do que vivera, a massa espessa de que era feita a mágoa, e todos os desencontros que tinha encontrado, e todos os desamores desilusões desacatos desnaturezas não, não, já nem ódio queria, que encontrasse ao menos a tênue melancolia, aquele como-estar-debruçado-na-sacada-num-fim-de-tarde, a tristeza, a solidão, a paixão: qualquer coisa intensa como um grito.
Ainda que por alguns momentos, é bom sonhar ser criança, embalando-se em um balanço, e lembrar das brincadeiras e alegrias da infância.
