Lembrancas Esquecidas
Fazer aniversário
é deixar marcas no tempo
e ter construído na mente
um passado de lembranças.
Um livro ainda com páginas em branco,
que ainda cabem muitas outras histórias,
Nossa vida é como as letras do alfabeto.
Tem sentido quando sobrepostas a outras.
Os pais e irmãos formam a palavra: família.
Tios, sobrinhos, primos formam: carinho.
Profissão, estudos, amigos: realização.
Quando as palavras não fizerem sentido,
São porque foram escritas noutro idioma.
Se procurar tradução, pode ser: felicidade
Quando não encontrar, some novas letras.
Elas certamente estarão em algum lugar,
No presente ou futuro, continue a procurar.
Lembranças minhas!
Lembro-me de coisas que não aconteceram
Pelo menos me dizem que não
Eu me lembro de tudo
Do que você se esqueceu,
Lembro-me do que você não disse
Lembro-me do que eu não fiz
Eu me lembro de tudo que foi real pra mim
Que eu senti na pele, no coração.
Mas porque ninguém viu?
Ninguém acredita?
Ninguém quer saber.
Eu me lembro detalhadamente
De tudo que vocês dizem ser coisa da minha cabeça!
O perdão não apaga o passado, mas liberta o presente. Ele não vive cobrando lembranças, nem esfrega a dor no rosto do arrependido. Quando o perdão é real, ele não precisa ser lembrado... ele se transforma em silêncio, em paz e em recomeço.
Perdoar é abrir espaço para a paz florescer, mesmo em lembranças que doem, mesmo em feridas que marcam.
É dizer ao coração: “Eu escolho viver, eu escolho descansar, eu escolho confiar.”
Há amizades que cumpriram o seu tempo e deixaram sementes... lembranças boas, risadas, lições. E talvez isso já seja suficiente. Nem todo laço precisa durar para ser verdadeiro.
Há ausências que doem fundo, mas que também guardam lembranças que Deus permitiu que ficassem como abrigo.
Hoje foi um dia de muita chuva
Muitas lembranças, muito querer
Algumas miradas, apenas um sorriso
E o coração ficou aqui, perdido no tempo
A chuva lava as ruas, mas as lembranças...
Ah, essas ficam grudadas no peito e são uma enxurrada de pensamentos.
(Saul Beleza)
Coração apertado, sangrando calado
Lembranças magníficas, que agora também me trazem agonia
A agonia da saudade, a agonia da tristeza
Com tanta paixão que agora esta presa.
Como lembrar daquele olhar e sorriso perfeito
Pode me trazer tanto desespero?
Lembrando de tudo aquilo que me levou ao céu
Hoje me vejo molhando com lágrimas este papel.
Uma dor tão profunda que sinto corroer meu coração
A dor da saudade de dias e momentos que não voltarão.
A dor de te amar e não poder estar te amando.
E agora, de cabeça erguida sigo com a alma vazia e tento continuar andando!
Estou em uma fase em que as lembranças perderam o brilho e a inspiração se escondeu, mas há esperança de que, com pequenos gestos imaginativos, elas voltem a dançar e iluminar os pensamentos. No momento me dou o direito de plagiar plágio de alguém...
Ecos de um Amor que Não Volta
Cada amor tem uma história.
E, se as ondas de lembranças invadissem o coração, talvez levassem embora o eco do vazio de uma vida inteira.
É certo que, às vezes, a linha do tempo fica desordenada, fragmentada. Nesses momentos, chega a ser curioso, porque há ocasiões em que nem o próprio dia parece compreender que a escuridão de um lindo manto brilhante chega todas as noites.
Então, penso: se a gente ama e o amor vai embora, devo aceitar a frase “você ama, então o amor volta”?
Não, não volta. Até porque, se voltasse, seria visto de outra forma — não seria o mesmo. Carregaria algo diferente junto com aquele sentimento. E, ainda assim, se realmente voltasse, talvez não houvesse tantas desilusões e sofrimento.
Fico em dúvida: será que minha visão está diferente? Houve mudança?
É… pode ser que sim.
Meu passado é um espelho cujo reflexo me fere, ainda que eu o quebre, as lembranças de um tempo sombrio permanecerão intactas.
Quando a saudade nos alcança, ela não dá esperança, mas só dá pancadas, com o chicote das lembranças, a gente avança e com elas acumuladas.
Em uma tarde fria de um dia qualquer, vou tentando me reerguer… entre lembranças que insistem em doer e a esperança que, mesmo frágil, ainda teima em permanecer. Cada passo é lento, mas carrega em si o peso da coragem de não desistir.
Quase não restam lembranças boas da minha infância. Talvez nunca as tenha vivido, ou talvez algo em mim tenha morrido antes mesmo de aprender a ser feliz, deixando apenas um vazio frio onde deveriam habitar memórias e calor.
Quando as lembranças da infância se entranham no meu peito, rasgam-me as entranhas e arrancam minha carne ao ritmo de memórias que não perdoam, tudo o que superei , daquele passado terrível com tanto esforço vira pó, e eu fico a arrastar o cadáver de quem fui.
No chicote das lembranças, a gente avança para o fim da estrada, impulsionado pela dor dos erros que não podemos mais corrigir.
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