Lembrança

Cerca de 11507 frases e pensamentos: Lembrança

⁠O passado passou
mas as mágoas e as lembranças
sempre viverão dentro de nós
mas dificilmentedeveria ser
o frio de tudo isso
que teve que acontecer
a conter a dor que carregamos
no peito todos os dias
ao sol nascer
deveras por muito mais irás sofrer...
Ass: willian.k

⁠O esquecimento é uma prateleira na memória onde a gente arquiva as lembranças.

⁠Ja é noite, floresceu a solidão. pensamentos, momentos, lembranças de tempos que não voltarão. Hoje estou aqui precisando daquele abraço que ultrapassa os limites aquele abraço que é capaz de afagar meus dissabores. Dê-me as flores em vida; estende-me a mão amiga. Depois que eu me chamar saudade, não preciso de vaidade, basta-me preces e nada mais. Um vendo gelado um sussurro em meu ouvido, me disse: no momento que você achar que tudo se perdeu, acalme-se pois são apenas páginas de um livro que você ainda não escreveu, boa noite.

⁠Te busco em cada saudade,
Te vejo em cada sonho,
Te sinto em cada lembrança.

⁠Trago lembranças extraordinárias, de coisas que abracei de olhos fechados.

A grande desgraça é que as lembranças não bastam para confortar os amantes. Nunca aplacam. Ao contrário: servem só para espicaçar as chagas daqueles que foram condenados à lepra do amor não correspondido.

Não esqueci você.

Ainda tenho seu seu cheiro na lembrança...
Seu beijo na memória...
Sua ausência do meu mundo...
E uma quantidade sem fim da falta de você!

⁠O que torna momentos agradáveis é que eles acabam. No fim, restam as lembranças, só restam as nossas histórias.

⁠Se você beber e depois acordar para tomar uma bebida de ressaca, todas as suas más lembranças desaparecerão...

(Cale Henituse)

Meu grande amigo Kadú


Ainda na minha lembrança a sua chegada,
Foram dezoito meses de grande amizade,
E por todos da família foi muito festejada,
Convividos ao teu lado com muita felicidade,
Ainda bem pequenino, papudo e depenado,
Para o desespero bastava que minha voz ouvisse,
Para mudar o sossegado bichinho a desesperado,
Demonstrando que toda fome do mundo sentisse,
O tempo foi passando e eu aprendi a te amar,
Todos os dias, brincávamos, mesmo cansado,
Outra hora, apenas ligava o som para você cantar,
Você era diferente, e por todos era muito amado,
Foram muitos inesquecíveis momentos,
Que da tristeza, conseguia me retirar,
O seu canto ainda ecoa no meu pensamento,
Mesmo depois da tragédia nos separar,
Você não foi o meu pássaro de estimação!
Você foi o amigo que jamais pude imaginar!
Muita das vezes me alegrava com sua canção,
Mas a sua despedida fez o meu coração sangrar,
Você ficará marcado na minha memória,
Que um dia tive um amigo empenado,
Nossa amizade ficará na história,
História que tão cedo, não queria ter contado.

José Romildo Duarte

17 de julho 2020

Adeus meu amiguinho (Calopsita)

⁠É tão difícil esquecer o passado, quando ele ainda existe no presente, em forma de lembrança.
Possuímos a compreensível mania de odiar o tempo, de culpá-lo por todas as perdas, por tudo que ele levou e leva de nós.
Mas o que é o tempo senão uma forma de nos fazer viver a vida? De nos mostrar que nada é para sempre, e por isso, devemos aproveitar o hoje.
Afinal, o amanhã não existe, e o passado só existiu para que o hoje, o agora, existisse.

⁠E se um dia este amor não passar de lembrança, que seja uma lembrança eterna, pois prefiro ser condenado à saudade de ti do que absolvido de te amar.

Sapé não é apenas cidade
é lembrança acesa.
É chão que guarda passos,
vozes, e feridas que ensinaram a resistir.

Entre engenhos e rios,
o tempo moldou o rosto do povo.
De mãos calejadas, eles escreveram história
com enxadas, com sonhos, com sangue.

Aqui tombou João Pedro Teixeira,
não como quem cai,
mas como quem planta.
Sua morte fez nascer o que o medo não podia deter.

Elizabeth, firme como a terra após a chuva,
carregou o nome, a causa,
e o peso de uma nação nas costas.
Ela não fugiu, floresceu na coragem.

E entre as ruas antigas,
ecoam versos de Augusto dos Anjos,
poeta que fez da dor sua morada,
e da palavra, uma cicatriz eterna.

Sapé é também vitória e renascimento.
No grito do torcedor do Confiança,
há algo do mesmo povo das ligas:
orgulho, suor, pertencimento.

Cem anos depois,
Sapé segue de pé.
Não como lembrança morta,
mas como coração pulsando
entre a fé, a luta e o futuro.

Porque Sapé é isso:
um nome que resiste,
um povo que não esquece,
uma história que sempre respira.

Agora, o que restou de nós são apenas lembranças. Entre a tristeza e a solidão, ainda encontro forças para um breve sorriso... aquele que nasce ao recordar a intensidade da paixão que um dia tive por ti.

No Reflexo da Varanda

O som das crianças sobe leve,
como lembrança antiga do riso solto —
brincam embaixo do bloco,
e cada eco é um sopro de vida.

Na TV, o jazz — Lost in Whiskey Nights —
derrete o tempo,
faz a noite respirar em notas lentas,
como se o vento também improvisasse.

A cidade lá fora pisca, infinita,
um colar de luzes que se estende
até onde o pensamento alcança.
E ali, no vidro, estou eu —
entre o reflexo e o horizonte,
entre o silêncio e o som.

Escrevo um diário que também me escreve,
palavras que nascem do jazz,
da solidão boa,
da brisa que entra pela varanda.

E percebo:
a vida também é uma canção de fundo,
tocando suave,
enquanto a cidade inteira
dança em silêncio comigo.

A lembrança veio à tona, a lembrança do presente do futuro não vivido. O futuro foi postergado mais uma vez. A lembrança veio através da incontinência emocional, do incontrolável desejo ora preso. Não consigo dizer quais sensações emergiram juntas com essa lembrança. No momento, apenas sinto. Permito-me sentir essa indecifrável emoção que não sei qual é. Na lágrima fina e tenra, jorra consigo àquilo que não pude digerir, mas que preciso expelir, seja de qual forma for. Lacrimejar está sendo uma boa alternativa, eu até escreveria, mas por palavras seria insuficiente para pôr tudo que está engasgado e preso aqui no esconderijo onde ninguém pode alcançar. O que me fascina é que somente eu consigo alcançar o universo que sou. Na caminhada me perco em meio às tantas sensações que perpassam o meu ser. Sigo caminhando e, junto, a minha incontinência emocional me acompanha. Batemos continência para as vivências que ocasionaram tais lembranças, são elas que nos dão o norte para uma vida melhor nessa breve passagem por aqui. Cada lágrima, uma sensação; cada sensação, um turbilhão de lembranças; e cada lembrança, um sentimento indescritível.

Foi maravilhoso estar com você nessa noite inesquecível. Sou muito grata pelas lembranças que ficarão para sempre guardadas na minha mente e no meu coração.

Um dia tudo será lembrança e saudade.

⁠Valeu muito a pena. Pena que, hoje, prefiro ter tuas lembranças do que ter tua presença.

⁠Essa noite meu sonho trouxe me você a lembrança.
Por algum motivo adoeci, e alguém me perguntou; o que eu queria que acontecesse em minha vida.
Já que me encontrava em tal situação, no sonho; sem ter o que responder. Fui indagado se queria que você voltasse para mim? E a resposta que dei, foi inusitada; já que esse deveria ser meu desejo pela falta que sinto de você.
Mais respondi que não, e sim que você fosse amada por alguém, muito mais do que um dia eu tenha achado que te amei.
O interessante é que não sou de lembrar meus sonhos, e o fato de lembrar, percebi que não se trata de um simples sonho; mais de saber que eu aprendi te amar de verdade quando percebi que o verdadeiro amor é quando se permite ao outro fazer jus ao seu livre arbítrio.
Te amarei por toda a eternidade. E sei que não há relevância em estar te contando tudo isso. Mais precisava dividir com você esse sonho em que acredito ter sido com Deus!
Abioye Ras