A TORRE: Eliminando o que não serve mais!
Filho da Mãe. Uma semente. Fruto do ventre. Agora, vive, ente.
Evolução? De Pagão A pagante?
Viva? E é só a Carne viva Que dói?
Lúcidos? Tanta mentira. E a pergunta é: Cremos porque?
Faz O Bem... Crente? Descrente? Decente.
Passo? Passo... Impressão minha Ou só tropeça Quem caminha?
Volver? Vou Ver... O mundo dá voltas. Tudo vai, vem, volta. Vou dar uma volta...
Desejo? Pra ser feliz, Basta querer? Bem, eu quero.
Voa, Voa! Passarinho Não rima Com ninho?
Calma... Vontade de Chutar o Balde? Assim, debalde, não...
De Amor... Ocupado. E tão vazio? Vem! E enche!
Bom Tempo... Passa-tempo. O tempo passa. E nós, sem tempo?
Acredita! Não vai ser? Não vai dar? Vai que sim...
Tortura? Tontura... Algoz? Tua voz, Teu gloss...
Má? Cio. Carnudo. Lábio macio. E enceta o cio...
Pai, Olha A Decolagem! O avião, Na mão, Voando...
Inocência Perdida? Vou me abrigar No forte-apache, Até que eu a ache...
Infantil? Sim! O riso, solto, Correndo, livre, Da boca, pra fora...
Estrelando... Noite. Vaga-lumes. - Olha, pai! Estrelas no jardim!
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