Agora, Fobia? Na multidão, Desertificado. Seco, na mão?
Cremnofobia? E na subida, Vejo precipícios E não me precipito...
Verdade? Tudo É mentira? Diz que é mentira...
Pecado? Na igreja. E meu anjo, Me beija...
Mona? Teu riso, Tira do sério. E é sério!
Criança? Leite, Derramado. Sem choro, amado.
Instinto? Extinto... Bicho do mato... E, escondido, Me mato?
Nome e Sobrenome! Deveria haver a chamada diária. E então, eu lembraria: - Presente!
Jungiando... Introspecção? Ou extroversão? Melhor, é ser são.
Poe, Põe Pra Fora... Aqui dentro, Um cemitério? Vou desenterrar.
Desliga o Som! Oro. Sono. Sonoro?
Penosa? Alma pesada. É alma penada? Pena, pesa nada...
Curta... Gritaria? Guitarra? Grita? Ria.
Ofusca. Escuridão. Teu sorrir, Um clarão.
Necessidade? Geometria. E matemática? Teu corpo, preciso.
Hipotenusa? Me Usa... Teorias. Teoremas? E as alegrias?
Olimpo? No rádio velho, Músicas antigas. Passado, a limpo...
Toca, Na Face. A tua mão, Tão, tão doce. Triste? Não fosse...
Bomba-Relógio? Cronômetro. Marcapasso? Dá um tempo!
As Traves? Através... Ei! Me abraça! Tão e mais forte Que não doa mais...
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