Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Não haveria razão para existirmos, se na morte, deixarmos de existir

Inserida por FranciscoPensador

⁠Do que é o amor
feito da dor que me rasga sem pudor

o que é a morte que a vida traz sem sorte
partiremos com a morte

Inserida por FranciscoPensador

Os seres vivos são equivalentes às máquinas, onde as peças de reposição são escassas, daí a morte.⁠

Inserida por TONINHOCARLOS1955

⁠“Louvado sejas, meu Senhor, por nossa irmã a morte corporal, da qual homem algum pode escapar. (…) Felizes os que ela achar conformes à tua santíssima vontade, porque a morte segunda não lhes fará mal!”

Inserida por SandroHeitor

'A certeza da morte estimula a criatividade do artista'

Inserida por opoetizador

Muitos que choram nos velórios o fazem, não pela morte consumada exibida no caixão, mas por saberem que lhes é reservado o mesmo destino.

Inserida por opoetizador

Ao dar vida às verdades condenei à morte as ilusões!

Inserida por opoetizador

A vida, assim como o amor, é uma prisão de flores de fogo, cujos espinhos nos ferem até à morte.

Inserida por Rogerio727

A vida é aquilo que arranjamos para fazer enquanto a morte não chega.

Inserida por Rogerio727

Eu até poderia acreditar em vida após a morte, desde que houvesse vida antes dela.

Inserida por Rogerio727

A morte é quando a alma fica offline.

Inserida por Rogerio727

⁠A morte é o meu habitat natural

Inserida por Rogerio727

Quando a morte chega ⁠até o diabo se torna monge.

Inserida por LicinioFM

— ⁠Fiquei muito triste quando pensei que a vida traz a morte.
— Você e sua mania doentia de pensar. Esquece que uma vida pode trazer várias vidas antes de falecer.
— Dá no mesmo, pois cada vida irá perecer. Logo, todas as vidas deixarão de existir. Isso é muito triste.

Inserida por LicinioFM

Sofrer por antecedência é morte prematura ⁠

Inserida por IndignodeVisualiza

⁠Jesus é a luz do mundo e nos salva da morte espiritual.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠Até hoje, nunca duvidei que a morte é uma força estranha, ignorante, estúpida, porque se não fosse, quereria ser sempre vida.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

DESCOBRIR A VIDA NA MORTE

Eu já faleci, há uns anitos...
Fizeram-me todas as encomendações
E recomendações conforme a fé familiar...
Segui, por fases, todos os trâmites legais
E funcionais, entre os quais:
Como era grande pecador,
Passei primeiro pelo crivo
Doloroso da peneira das penas do Inferno,
Que me chamuscava os sovacos da primavera ao inverno.

Passaram-me depois a outra repartição:
Esta, bem mais animadora,
Graças minhas a Nossa Senhora!
Eram os tempos do Purgatório,
Onde me fizeram purgar tudo e o acessório.
Mas, senhores, puseram-me tão magrinho!
Chegada a hora de melhor sorte,
Fizeram-me chegar de elevador ao piso seguinte,
Numa manhã luminosa e serena,
Ao Céu, aos Pés de Nosso Senhor da Boa Morte!
Olhou contristado para mim e falou:
Que purga! Que magrinho e tão tristinho!
Aí, eu fiz uma cara de anjinho e Ele continuou:
Rapaz! Vais ter direito a banho de sais e mais...
Vão dar-te calção de praia, óculos de sol e t-shirt.
Depois, vais mas é divertir-te!...
Respondi, com decisão:
Não, Meu Senhor!
Se estou no Céu, quero primeiro ver a minha mãe, meu pai, irmãzinha e tantos mais!
Não é que Nosso Senhor, começou a arrotar
E a deitar pelos olhos luzes fatais!?...
Sentei-me no chão e comecei a chorar, a chorar...cada vez mais!
Senti uma mão no ombro, tão leve e serena, como uma pena...
Era o Nosso Senhor a dizer: Vamos lá, rapaz, vamos à nossa vigília.
Não demora muito e verás a tua família. E eu sosseguei!...

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 09-05-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

TRÂNSITO NA PASSADEIRA DA MORTE

⁠Ensinaram-me a andar,
Atento e devagar,
Para não ser atropelado
Nem atropelar
Quem se cruze no fado
Comigo,
Mesmo em único sentido
Na vida.

Senhor, com tanta brida,
Nem se respeitam sinais
Nem prioridades,
Tantos mortais senhores de nada
Que querem fazer da estrada
A coutada dos seus ruins ideais!

Têm cara de demónio
O único prazer património
Que querem auferir na vida,
É matar gente já sofrida.

Ontem, pela manhãzinha,
O sol raiava pela fresquinha
E eu meti pés ao caminho
Para aspirar a vida de mansinho.

Alguém em potente máquina de matar
Quem na frente deles se atravessar,
Me ia levando inutilmente pelo ar,
Como já morto e inerte passarinho.

Salvou-me alguém lá dos céus,
Que mesmo sem ouvir os brados meus,
Deu-me a força de me atirar à valeta
Em voo rasante, como em tempos,
De tantos outros contratempos,
Eu, como uma leve borboleta,
Pousava e saltava sem parar
Sempre que me queriam matar.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 01-07-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠A vida, quando se cansa de si própria, apenas tem para oferecer a morte, numa espécie de divertimento ridículo.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro