Lamento pela Morte de um Ente Querido
Mas nós, que temos ouvido pelas Escrituras que a escolha autodeterminadora e a recusa foram dadas pelo Senhor ao ser humano, descansamos no critério infalível da fé, manifestando um espírito desejoso, visto que escolhemos a vida e cremos em Deus através de sua voz.
Clemente de Alexandria, 150-215, Stromata, II, 4
Nascido como Filho, conduzido como Cordeiro, sacrificado como Ovelha, sepultado como Homem, ressuscitou dos mortos como Deus, sendo por natureza Homem e Deus. Ele é tudo, quando julga, é lei, quando ensina, é verbo, quando salva, é graça (...), Este é Jesus Cristo, a quem seja dada a glória, pelos séculos dos séculos.
Melitão de Sardes, H. sobre a paixão 8-10, 150 d.C.
Arminianismo Brasil
No clima
O ar rarefeito,
a neve cobrindo as montanhas,
a céu sem nuvens,
meia lua a vista,
o tempo parou.
Lembranças palpáveis
Grama alta, cercas bem feitas, gado gordo,
chuvisco caindo, serração a vista, lama ao solo,
barulho do riacho correndo solto pela mata, pássaros cantarolando na copa das árvores,
dois cavalos brincando com os cachorros de pega, pega,
uma casa na colina, chaminé acesa, cheiro de café no ar e a vovó chamando aos berros todos para o café da manhã.
Amei e como amei !!!
Depois que meus olhares te abraçaram o convite foi dado,
na viagem sem volta do último suspiro da razão, o trem sofredor das emoções passou na velocidade da luz,
o coração engana e esvazia os sentimentos bons se não tomar cuidado com a paixão,
perder sem ao menos ter tentado seria uma covardia ou um fardo a carregar,
o mais perto que cheguei foi da tua alma bandida e das sombras do teu coração e mesmo assim te amei profundamente,
a minha alma te queria mais do que o meu corpo e ai eu não resisti e me perdi no meu interior.
Sabedoria diária
O meu coração não está disponível, ele está no módulo indivisível,
Estou num castelo fortificado com muralhas intransponíveis e com água limpa em abundância para beber,
Lá fora só vejo areia, abutres e o sol quente, então, se eu continuar olhando seguramente verei miragens ou simplesmente cairei além das muralhas para não mais voltar,
Ao anoitecer no deserto que cerca o meu castelo, serpentes e lacraias rastejam atrás das suas vítimas, mas as lamparinas estão acesas, a poltrona é confortável, e nos olhos da minha amada vejo a beleza do reflexo da lua,
As tempestades de areia, as sombras da noite e os cantos noturnos ao som dos tambores dos infiéis não foram capazes de romper os portões da muralha, pois foram construídos com dignidade, com elementos únicos e enraizados na verdade, são vigiados pelos sinos que tocam a alma e alertam os nossos corações,
Mais uma noite cai e mais um dia se levanta e nessa aventura diária a sabedoria se enriquece daquilo que não se compra e não se vende, apenas se enaltece.
O Deus Que Se Revela: De Abraão a Jesus
Em Gênesis 18, quando Abraão se curvou para os três homens, sua atitude demonstrava reconhecimento de que um deles era Deus. Se fosse na plenitude de Sua glória divina, Abraão teria caído em terra, sem controle, como aconteceu com João em Apocalipse 1:13-17 ao ver o Filho do Homem. Curvar-se é um ato de consentimento, enquanto cair em terra é a reação avassaladora à santidade pura.
A Manifestação de Deus em Forma Humana
A Bíblia afirma que Deus é espírito, sem forma física. Contudo, Jesus Cristo assumiu a forma humana para se aproximar da humanidade e purificá-la do pecado. A passagem de João 1:14, "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai", é a prova disso. Deus fala no plural em Gênesis 1:26, "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança", sugerindo a pluralidade na unidade divina.
O Filho do Homem: Jesus Cristo
Em Apocalipse 1:13, a descrição do Filho do Homem é impressionante: vestido de roupa comprida, cingido com cinto de ouro, com cabelos brancos como a neve, olhos como chama de fogo, pés como latão reluzente, voz como a de muitas águas, sete estrelas na mão direita, uma espada de dois fios saindo da boca e rosto que brilha como o sol. Essa imagem ecoa a descrição de Deus em Daniel 7, como o "Ancião dos Dias" com vestes e cabelos brancos.
A expressão "Filho do Homem" é um título que Jesus Cristo usava para se referir a si mesmo, ligando-se profundamente à humanidade e cumprindo profecias. Sua capacidade de se tornar homem, assim como pode criar o homem do pó, mostra que Deus não tem limites. Se Satanás pode se transfigurar em anjo de luz (2 Coríntios 11:14b), Deus, que é todo-poderoso, certamente pode se manifestar em forma humana.
Jesus: O "EU SOU" e a Unidade com o Pai
Sua fé na Trindade – um só Deus em três pessoas – reflete a crença em um Deus sem limites. Jesus afirmou ser "EU SOU" em diversas ocasiões, como em João 4:26 ("Eu o sou, eu que falo contigo") e em outras sete vezes no Evangelho de João. Esse título remete diretamente a Êxodo 3:14, onde Deus se revela a Moisés como "EU SOU O QUE SOU", indicando que Jesus estava se igualando a Deus.
Quando Jesus perguntou aos discípulos "Quem dizem os homens que eu sou?", e Pedro respondeu "Tu és o Cristo", a divindade de Jesus começava a ser revelada. A afirmação "Eu e o Pai somos um" em João 10:30 não anula as identidades individuais, mas expressa uma unidade essencial. Já em Lucas 18:18-19, ao dizer "Por que me chamas bom? Ninguém é bom senão um só, que é Deus", Jesus reforça a divindade de Deus, ao mesmo tempo em que se posiciona como o Filho do Homem, totalmente humano e totalmente divino.
A promessa em Apocalipse 1:18, "e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno", revela a soberania de Jesus sobre a vida e a morte, confirmando Sua natureza divina.
O Perigo do Julgamento e a Verdadeira Fé
Não devemos julgar as outras pessoas, pois nossos próprios olhos podem nos enganar. Podemos ver o que é errado como certo e o que é certo como errado. Cristo mesmo foi julgado injustamente, estando correto, para que não venhamos a incorrer na mesma sentença que foi dada a Ele e aos Seus servos.
Muitas vezes, Cristo nos envia ajuda por meio de alguém de uma denominação diferente da nossa, e nós, sem ouvir uma única palavra, rejeitamos essa ajuda.
Não é preciso estar em uma "igreja errada" para se desviar. Basta não seguir os caminhos que Cristo pede. Frequentemente, a verdade está na doutrina da nossa igreja, mas essa verdade não reside em nosso coração. Assim como os fariseus, corremos o risco de rejeitar a Cristo mesmo dentro do templo.
A Sede de uma Fé Inabalável
"Em minha jornada, o coração clama por uma fé que transcenda as aparências, uma crença que resista às tempestades e não se abale diante das provações. Não quero uma fé superficial, mas uma que me ancore na Rocha Eterna, assim como Jó, que, mesmo perdendo tudo, declarou: 'Eu sei que o meu Redentor vive'.
Anseio por uma fé que não questione o agir de Deus, mesmo quando o entendimento falha. Uma fé que me permita ver Sua mão em cada detalhe, em cada dor, em cada alegria. Quero que a confiança em Deus seja a minha própria respiração, a certeza de que Seus planos são perfeitos, ainda que invisíveis aos olhos humanos.
Que eu possa viver a plenitude dessa fé inabalável, que transforma o lamento em louvor e a fraqueza em força. Desejo que essa fé seja a luz que me guia, a voz que me acalma e a força que me sustenta até o grande dia em que verei o meu Senhor face a face, em toda a Sua glória e amor."
Visão e Arrependimento
Ainda me sinto cego, mas meus olhos anseiam por Deus.
Que as escamas caiam, Sua voz se revele.
Meu desejo é viver Sua vontade, crescer e não olhar para trás.
Pecador, sim, mas que se arrepende e busca o Pai.
Minha alma anseia por essa visão divina.
O Julgamento de Deus e a Autoavaliação
Não cabe a nós falarmos sobre o certo ou o errado. Essa prerrogativa é de Deus, pois Ele vê o que está em nosso coração. É Ele quem julga conforme o que encontra em nossos corações, em nosso caráter e em nossa fé.
Não julgue uma pessoa pelo seu caráter ou pelas suas crenças. Em vez disso, julgue a si mesmo pelo o que você faz. A verdadeira medida não está no que vemos nos outros, mas na nossa própria conduta diante de Deus.
A Dificuldade de Enxergar a Si Mesmo
É fácil olhar para a vida dos outros. É fácil dizer que os outros estão errados. É fácil até mesmo tentar corrigi-los.
O verdadeiro desafio, o que é difícil, é enxergar os seus próprios erros. Isso acontece porque, na nossa própria visão, todo caminho do homem é reto aos seus próprios olhos. Nossa percepção de nós mesmos pode ser distorcida, e é aí que reside a maior barreira para o crescimento.
O Olhar Sincero
É simples apontar a falha alheia. É fácil condenar o passo em falso do irmão. É cômodo ditar o que o outro deve mudar.
Mas a verdadeira força está em baixar o olhar para si mesmo. O grande desafio é reconhecer a própria sombra, pois a verdade é que, no espelho da nossa alma, raramente nos vemos como realmente somos.
O ritual lendário
A renúncia foi consagrada na carne, mas na mente ela tempestuou,
Os desejos são profanos dentro do templo sem castidade,
Enquanto os pensamentos vagarem entre navalhas e brasas o destino estará entregue a servidão e penitência dos sentimentos esvaziados,
O sacrifício da desilusão é o vinho derramado da liberdade e entre os amores peregrinos o perfume da alma é exalado como ritual divino no altar,
Logo, mais um portal se abrirá e a magia ancestral será lançada mais uma vez, transformando o sangue e a água sagrada em ouro.
Há que se compreender a cadeia alimentar regida pela natureza - uma realidade que, por si só, não legitima a intervenção humana em favor da presa, quando o predador apenas busca saciar sua fome.
Ainda assim, não é incomum que, movido pela compaixão, o ser humano interfira - rompendo, sem perceber, o princípio natural da sobrevivência.
Quando isso acontece, instala-se um dilema inevitável: a sensibilidade que salva uma vida pode ser, ao mesmo tempo, a insensibilidade que condena outra.
“As circunstâncias não são soberanas. Deus é. Nada foge do decreto eterno. Se for anonimato ou reconhecimento, dor ou alegria, escassez ou abundância… tudo é ferramenta nas mãos dEle pra te fazer semelhante a Cristo.”
"Há pessoas que vivem no céu e no inferno, outras vivem somente no inferno: falta de dinheiro, vícios: fumo, bebidas, drogas, atritos em casa, morando em lugar violento; prostituição etc. pense nisto e mude o seu itinerário, para o seu próprio bem"
Não cabe,,,
Poderia ter sido,
E se eu voltasse atrás,
Será que valeria a pena,
Não sei se ia dá certo,
A vida dos lamentos não cabe para quem preferi morrer tentando.
O martelo simboliza nossas ações e decisões; o prego, nossos objetivos que dão direção. Porém, cravar pregos com força excessiva pode entortá-los, assim como perseguir metas sem flexibilidade nos torna rígidos e impede o crescimento. O equilíbrio está em saber quando bater e quando ajustar a estratégia. Somos o martelo da nossa jornada, mas devemos escolher quais pregos cravar e onde posicioná-los — sem um prego, o martelo não constrói; sem martelo, o prego não alcança seu destino.
Hoje foi o dia do meu teste final.
Temeroso entreguei a minha prova.
O professor, em seu olhar severo, me perguntou:
"Que nota devo te dar?"
Fiquei em silêncio,
E o silêncio foi o meu exame de consciência.
Revivi, no lento caminhar do tempo, o ano todo,
E percebi que faltei não apenas nas aulas,
Mas em tudo:
No estudo, no esforço, nas promessas feitas
A mim mesmo e ao que eu deveria ser.
Fui ausente, incapaz,
E, na prova, a resposta foi o reflexo de meu descaso.
Penso então:
Seria justo me dar um 10?
Seria justo, depois de minha negligência,
Receber o mesmo que aquele que se entregou,
Que se dedicou, que foi à luta?
E, se fosse assim, qual seria a verdade?
Minha vida tem sido uma série de ausências.
Faltei à Bíblia, ao rezo, à missa;
Faltei ao que é essencial, como quem falta a si mesmo.
E, diante de Deus, como posso justificar minha farsa,
Meu descaso?
Só me resta uma única resposta:
"De-me um zero, e lance-me ao inferno,
Se assim for a justiça do mundo e do homem."
Que há de mais justo em minha condenação?
E o que há em minha aprovação que não seja uma mentira?
Fui um péssimo aluno, Senhor,
E Tu foste o Mestre perfeito,
Com tua sabedoria infinita, com teu amor sem limites.
Como posso eu, um pecador,
Que falhei em tudo,
Olhar nos teus olhos e me considerar digno
De uma nota que só existe na ilusão dos que estão enganados?
Como?
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