Lamento pela Morte de um Ente Querido

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💜Querido Deus querido Pai querido Mestre Jesus.
Abencoe guarde ilumine todas as mamães com toda a sua LUZ.💜

Eu nunca vou perder, meu querido capitão. Irei treinar para acabar com ele com as minhas forças. Eu irei acabar com ele e eu e você iremos derrotá-lo.

(Zoro)

meu querido amor te amo como se fosse uma leoa ,porque meu amor é incontrolavel sei que me ama tambem + não dar o braço atorcer mais fomos feito um para o outro e vamos ser feliz custe o que custar .......

⁠Querido Deus, em primeiro lugar, queremos te agradecer por tudo que nos tem dado. Agradecemos pela vida, saúde, pelo abrigo, alimento e todas as bênçãos diárias que recebemos. Agradecemos pelas pessoas que colocaste em nossas vidas, pelos momentos de alegria e pelos desafios que nos ajudam a crescer. Agradecemos também pelo perdão dos nossos pecados e pela Sua graça que nos sustenta. Obrigado, Deus, por nunca nos abandonar e por nos amar incondicionalmente. Louvamos e agradecemos a Ti. Amém!

- Edna Andrade

Tragédias Urbanas
Meu querido Brasil,
até quando iremos pagar para ver
tragédias anunciadas?
Tudo parece precisar acontecer
para que providências sejam tomadas.
Dinheiro existe para tudo:
para desvios,
para salários excessivos de parlamentares
que decidem quanto irão ganhar,
para rachadinhas que enchem bolsos,
para pix sem destino.
Enquanto isso,
o povo vive à mercê de riscos
que poderiam ser evitados.
Nada se faz antes.
Primeiro precisa aparecer nas mídias,
mesmo sendo dinheiro do povo
que deveria ser investido em prevenção.
É preciso haver mortes
para que o Legislativo reaja.
Há dinheiro,
mas dizem que não há quem faça.
Sabiam dos riscos,
mas ninguém quis assumir.
E onde ficam as mortes?
Onde ficam os sentimentos?
Reduzidos apenas
ao pesar do presidente,
a promessas,
e a indenizações
que demoram anos para chegar.
Com o tempo, tudo vira rotina:
queda de barragens,
enchentes,
pontes caindo,
insegurança nas ruas,
200 tiros disparados contra inocentes,
aviões colocando vidas em risco,
incêndios em boates,
deslizamentos de morros,
violência sem controle.
Tragédias anunciadas
que continuam manchando
a aquarela do Brasil.
— Helaine Machado

Ó morte, por que não és negada aos vis, / por que não és prémio apenas para os fortes?

Numa epidemia a morte é desvalorizada. Porque se não desvaloriza no nosso quotidiano, que é como se houvesse também uma epidemia, embora ao retardador?

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Escrever, Bertrand, 2001

Toda a gente forceja por criar uma atmosfera que a arranque à vida e à morte. O sonho e a dor revestem-se de pedra, a vida consciente é grotesca, a outra está assolapada. Remoem hoje, amanhã, sempre, as mesmas palavras vulgares, para não pronunciarem as palavras definitivas. E, como a existência é monótona, o tempo chega para tudo, o tempo dura séculos.

A morte é o final a que chegam todos os homens e que não se pode evitar com a precaução de ficar fechado em casa. O homem de coragem deve entrar nas empresas com uma confiança generosa e opor a todas as desgraças que o céu lhe envia uma coragem invencível.

Se os homens conduzissem sempre a morte ao seu lado, não serviriam de maneira tão vil.

Cada civilização é obcecada, visível ou invisivelmente, pelo que pensa sobre a morte.

Vir a morte e levar-nos. E não fazermos falta a ninguém. Nem a nós. Que outra vida mais perfeita?.

Vergílio Ferreira
FERREIRA, V., Pensar, 1992

A morte é fim e princípio da vida.

A morte / conta-se / vivendo.

A velhice não se me afigura, de modo algum, (...) o melancólico vestíbulo da morte, mas antes como as verdadeiras férias grandes, depois do esgotamento dos sentidos, do coração e do espírito que foi a vida.

Aos generosos / a morte justa dispensa glórias.

A morte, que há-de vir para todos, chegará nobremente se dermos as nossas posses e a nossa vida para ajudar os homens a viverem.

Ao lado do homem vou crescendo

Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente

Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas

Ao lado do homem vou crescendo

E defendo-me da morte povoando
de novos sonhos a vida.

A cigarra canta
o anúncio de sua morte -
formigas na contra-dança.

O covarde teme a morte, e isso é tudo o que teme.