Lamento pela Morte de um Ente Querido
De escrever para marmanjos já me enjoei. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo.
eu qro dormir com você.quero te ver dormir, quero sonhar com você. quero fazer um bolo pra você, cantar desafinado para você rir. quero pegar na sua mão e correr num dia de chuva.quero escrever uma música para você, te abraçar até o fim dos dias e contar estrelas contigo. quero, com você,
fazer maratonas de filmes antigos e amor, muito amor. quero te ver acordar, te ver ler cartas de amor que escrevi para você, quero ter a 'nossa música'. quero decorar sua expressões, te fazer surpresas e ser surpreendida. quero me dar ao luxo de ser brega de amor. quero chorar por você, ter um pouco de ciúmes e te fazer sorrir todos os dias. quero tirar fotos bobas, ter um cachorro e uma parede para riscar bobagens, só com você. quero dançar sem música contigo, desenhar no seu corpo e ouvir a sua voz assim que acordar. quero viajar com você, me perder com você, me achar com você. eu quero te amar. na verdade, eu acho que já te amo.
O amor é impotente, ainda que seja recíproco, porque ele ignora que é apenas o desejo de ser Um, o que nos conduz ao impossível de estabelecer a relação dos... A relação dos quem? – dos sexos.
Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazer o mesmo, será considerado o menor no Reino do Céu. Por outro lado, quem os praticar e ensinar, será considerado grande no Reino do Céu.
Eu sou o cavaleiro da árvore
Eu sou o poeta da campina árida
Eu sou o suspiro em um lugar vazio
Eu sou a fome: quem mais eu sacrificarei em si mesmo?
Eu sou o convidado que você não espera
Eu sou a canção para acordar os mortos
Eu sou a maré que afoga sua mente
Eu sou o trapaceiro: quem mais te traz aflição e riqueza ao mesmo tempo?
Eu sou a lança que ruge para o sangue
Eu sou o lobo vermelho e implacável
Eu sou a tempestade que agita distante
Eu sou o adivinho: quem mais ajusta a cabeça fresca sem vida com fumaça?
Eu sou o conselho que traz a fama
Eu sou a espada que bebe sua vida
Eu sou o corvo em um cadáver
Eu sou a forca: quem mas te traz à morte enquanto te seguro?
Eu sou a chama em cada coração
Eu sou o grito em cada garganta
Eu sou o protetor para cada cabeça
Eu sou o túmulo de cada esperança
Um brinde ao meu fracasso, ao nosso descaso e ao mundo confuso e cheio de distâncias entre as mãos e o coração.
– Havia um cavalo. Ele queria se vingar de seu inimigo, um cervo. Mas ele não podia matar o cervo sozinho. O cavalo conheceu um homem, um caçador, e fez um acordo. Ele aceitou as rédeas do homem e permitiu que colocasse uma cela em suas costas. Juntos, eles mataram o cervo, e o cavalo saboreou a vitória. Mas o caçador não soltou o cavalo e o transformou em seu escravo.
– Então a sua vingança lhe custou a liberdade? Espero que tenha valido a pena.
– Não valeu.
A beleza da mulher
está no olhar, em um sorriso.
Em um simples gesto.
Ela é capaz de expressar
a sua sensualidade
com naturalidade.
A beleza está dentro de cada uma.
E fora é só uma questão de gosto.
Hoje, olhando para você...
Descobri uma fração de sua essência...
Um detalhe em seu olhar que nunca havia percebido,
Que encantou-me profundamente!
Reencontrei em seu olhar aquela mulher...
Pela qual sou perdidamente apaixonado,
E que sempre faz-me sentir bem...
Mesmo quando tudo parece tão difícil
Hoje, olhando para você...
Descobri que mesmo parecendo distante,
Você entrega-se para mim,
Com alma, coração e corpo...
São tantos sinais,
Que fica nítida nossa paixão!
Essa paixão desmedida...
Que mesmo em silêncio existe tanto sendo dito...
E as palavras tornam-se efêmeras...
Mas não insignificantes,
Porque expressam o melhor de nós.
Tornam nossos momentos inesquecíveis...
Tornam cinco minutos em imprescindíveis...
Torna a presença necessária,
Essencialmente necessária para diminuir a distância,
Mas não existe solidão,
Nunca estamos completamente só...
Pois podemos sentir a presença nítida e vívida desse amor,
De uma fração etérea de nós,
Que envolve e seduz-nos,
Que arranca-nos da realidade por segundos,
Levando-nos pelo infinito,
Para revivermos nas lembranças nossos momentos!
Momentos que eternizam no tempo...
Que faz-nos acreditar que tudo fora predestinado,
Que existe um propósito para toda existência,
E para o qual nem sempre estamos preparados.
Assim olhando para você...
Descobri uma fração de sua essência,
Aquele detalhe invisível que passa imperceptível aos olhos incautos...
Despreparados para contemplar sua plena beleza,
Aquela que o tempo apenas aprimora,
Tornando-a mais intensa e extasiante.
Reencontrei em seu olhar aquela mulher...
Por quem sou perdidamente apaixonando,
E que faz-me sentir bem,
Independente do dia tempestuoso que aproxima-se.
Hoje, olhando para você...
Percebi o quanto é importante ter-lhe em minha vida,
Mesmo que por vezes não seja capaz de expressar o que sinto...
Mas não interprete meu silêncio como falta de amor,
E sim, como falta de dizer com palavras o que almejo viver,
Falta de dizer com palavras que posso sentir você,
Que sinto sua presença mesmo distante,
Que posso tocar você com pensamentos,
Que posso amar você em meus sonhos,
E que vivo você,
Eternizada em minha vida como uma dádiva...
Em forma de mulher.
Hoje, olhando para você...
Redescobri a mulher que você realmente é e sempre será,
Aquela mulher pela qual se espera incansavelmente a vida toda...
E com quem compartilhar a vida é uma experiência inenarrável.
E assim, olhando para você...
Extasio-me com essa paixão avassaladora,
Que por vezes silencia os lábios,
Mas nunca emudece o coração,
E faz-nos crer que para tudo exista uma explicação,
Embora para razão seja incompreensível e inconcebível!
E olhando para você...
Percebo que felicidade é simplesmente tudo isso...
É ser e estar presente,
Quando tudo mais já não existe!
Quando a ausência torna um lugar um deserto...
Mas apenas a existência de alguém,
Torna a realidade um sonho possível,
Por que o amor é a maior de todas as magias...
E simplesmente, acredite,
Amo você...
Eu amo você!
Talvez eu quisesse apenas um esbarrão no meio da multidão...
Sem querer dois corpos se tocam, e a partir deste momento algo mágico acontece.
Talvez eu quisesse apenas um olhar....
Daqueles que se cruzam sem querer. Que trazem mais segredos, do que qualquer palavra que possa ser dita.
Talvez eu quisesse apenas um abraço....
Daqueles que você está distraído, e do nada, alguém lhe abraça. Como se não fossem os corpos se tocando, mas as almas se energizando.
Talvez eu quisesse apenas um beijo....
Daqueles que a pessoa chega em câmera lenta, olha nos seus olhos, aproxima o rosto do seu, e sem pedir licença beija de forma irreverente e totalmente indecente.
E assim como chegou sem esperar, se vai....
Deixando apenas uma doce lembrança, sem pesar, sem cobrança.
Talvez.
Depois de ser mãe, entrei em contato com a beleza das coisas simples. No meu colo, um pequeno ser se comprimia em busca de calor e alimentação. Eu era, para ele, seu mundo e ele era para mim a escola do amor.
Depois de ser mãe, eu aprendi a rejeitar o que, até então, me dava imenso prazer. Quando estava distante, olhava para o relógio, para que o tempo corresse e eu pudesse novamente aconchegar o meu bebê.
Depois de ser mãe, conheci a preocupação e ela passou a fazer parte de meus pensamentos, esquecendo-me até mesmo de mim. Tive que fazer um grandioso esforço para poder tomar-me de novo em afeto. Mas até isto, teve como causa primeira, a independência, gradual, mas crescente, que se fazia necessária no momento.
Conheci, enfim, a loucura de ser mãe.
Depois de ser mãe, senti o orgulho de me ver co-autora de uma criatura, que sabia vir de Deus, e que teria sua missão neste mundo. Desconhecia qual era e, em meus sonhos, desejava o máximo. Almejava algo extraordinário, digno dos grandes personagens.
Depois de ser mãe, já podia me comunicar, sem dizer uma palavra e também entender um choro, um sorriso, um olhar. Era o diálogo do entendimento, límpido, certo, cristalino e sem máscaras.
Depois de ser mãe, senti o peso da responsabilidade, sabendo que tudo que fizesse ou dissesse, haveria de ser um exemplo, um paradigma. Senti o futuro tocar em minhas mãos e em meu coração.
Depois de ser mãe aprendi a renunciar a tudo em prol daquele que gerara. Nada era mais importante, nada era mais urgente. Seguia seus passos, de longe, dando-lhe a liberdade almejada, dentro de certos domínios.
Depois de ser mãe, senti meu coração arder, por um gesto apenas, um olhar, um sorriso, um abraço. E no retorno ao lar, após um dia de trabalho, era isto tudo que aspirava.
Depois de ser mãe, eu desejei agir, mas nem sempre o fazia, deixando o pequeno ser arriscar. E quão amargo é cada queda, mas sempre compreendia a importância do crescimento e ele não acontecia sem frustrações.
Depois de ser mãe, fiz mais projetos, que não finalizavam simplesmente em mim, mas incluía aqueles que gerei. Era como um pintor, diante de sua obra, a decidir seu destino.
Depois de ser mãe, também aprendi a recuar, a me reinventar, a acordar de sonhos, para moldá-los segundo a realidade. E entendi que filhos são como palavras, colocadas no mundo, têm seu tempo, têm seu lugar e formulam pensamentos. Filhos também têm projetos, nem sempre semelhantes aos nossos. Nada é igual. Tudo está entre o antes e o após ser mãe. Às vezes nem eu me reconheço. Sou outra mulher.
Depois de ser mãe, ainda me surpreendo. Mas é uma doce surpresa, uma alegria, uma tristeza, uma ansiedade, uma doçura, o tudo e o nada na maravilhosa experiência de ser mãe.
Antes de ser mãe, eu fazia e com aos alimentos ainda quentes. Eu não tinha roupas manchadas, tinha calmas conversas ao telefone. Antes de ser mãe, eu dormia o quanto eu queria, Nunca me preocupava com a hora de ir para a cama. Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe, eu limpava minha casa todo dia. Eu não tropeçava em brinquedos e nem pensava em canções de ninar. Antes de ser mãe, eu não me preocupava: Se minhas plantas eram venenosas ou não. Imunizações e vacinas então eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe, ninguém vomitou e nem fez xixi em mim, Nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas. Antes de ser mãe, eu tinha controle sobre a minha mente, Meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos, e dormia a noite toda.
Antes de ser mãe, eu nunca tive que segurar uma criança chorando, para que médicos pudessem fazer teste sou aplicar injeções. Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam. Nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha. Nem fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe, eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela. Eu nunca senti meu coração se despedaçar, quando não pude estancar uma dor. Nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina, pudesse mudar tanto a minha vida e que pudesse amar alguém tanto assim. E não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação, de ter meu coração fora do meu próprio corpo. Não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto. Não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança. E não imaginava que algo tão pequenino, pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe, eu nunca me levantei à noite toda, cada 10 minutos, para me certificar de que tudo estava bem. Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe. Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes. Por tudo e, apesar de tudo, obrigada Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo. Obrigada meu Deus, por permitir-me ser Mãe!
Embora tenham a placidez serena de um lago, os olhos de uma mulher são tão profundos quanto o mar e tão misteriosos quanto a noite.
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