Lamento pela Morte de um Ente Querido
A fé tem como base a obra de Cristo: sua vida, morte e ressurreição, que são o centro da crença e da confiança do cristão.
Seria bom que todo homem buscasse divorciar-se do pecado antes de sua morte, pois, no além, não há possibilidade de separação.
Principal pilar da maioria das religiões é a necessidade humana da de continuação após a morte. É angustiante pensar no fato de que simplesmente acaba.
TEMOR DA MORTE.
" O homem, seja qual for o grau da escala social a que pertença, a partir do estado de selvageria, tem o sentimento inato do futuro. Diz-lhe a intuição que a morte não é a última palavra da existência e que aqueles que lamentamos não estão perdidos para sempre. "
Allan Kardec.
O verdadeiro iniciático não teme a morte, nem a cruz que sela seu destino; pois conhece o mistério da vida eterna nas cinzas da própria entrega.
Diante da morte, nosso nome se torna eterno, gravado na memória do que fomos e do que deixamos para trás.
A morte de Jesus foi o princípio de uma grande missão onde outros homens de fé e determinação deram também as suas vidas para que hoje estivéssemos vivendo o poder do Evangelho.
É na vida efêmera que nos direciona para morte que entenderemos que é pela morte que se ganha o tormento ou a vida eterna em Cristo Jesus!
A vida é uma pergunta interna, a morte é uma resposta externa! Pois a vida efêmera leva até a morte e a morte leva a vida ou ao tormento eterno!
O que é mais preocupante:
Crer em Deus, céu e inferno ou conviver com uma dúvida até a morte? É mais cômodo escolher o que não conseguimos explicar pela lógica ou razão humana do que ativarmos o lado espiritual e enxergamos de fato!
A preocupação do cristão não seria “como” morrer no sentido biológico de sua morte, mas no sentido espiritual, isto é, com “salvação”, pois sem “salvação” seremos levados à condenação eterna.
É pela morte de pessoas boas que creio no paraíso celestial e é pela vida de pessoas más que não duvido da existência de um inferno.
É pela morte de pessoas boas que vejo o valor da vida eterna e é pela vida de pessoas más que percebo a importância do tormento eterno.
Reflexão sobre a Guerra
Guerra. Uma palavra pesada, que carrega em si ecos de morte, tristeza e a ausência da paz. Ela revela o pior do ser humano e deixa cicatrizes profundas por onde passa.
Desde os primórdios, conflitos fazem parte da nossa história como espécie. Mas quando se trata de guerras globais, o envolvimento de milhões transforma tudo em algo ainda mais devastador e aterrorizante.
Quem viveu aqueles dias sombrios jamais esqueceu. As lembranças ficaram registradas na mente e na alma. Já outros só conhecem a dor através da internet, de fotos, vídeos ou dos relatos de familiares que enfrentaram o horror de perto.
Hoje, memes, sátiras e risos muitas vezes surgem como válvula de escape, mas há uma linha tênue entre aliviar a tensão e zombar da dor alheia. Quando memes fazem piada com o sofrimento de países em conflito ou de quem já enfrentou a guerra, deixam de ser brincadeira e se tornam crueldade.
Isso mostra falta de compaixão, ausência de bom senso e maturidade. É fácil rir à distância, mas impossível sentir o peso real de quem sobrevive a bombas, sirenes, destruição e medo.
Vivemos tempos difíceis, em que nações ainda brigam por interesses egoístas como poder e dinheiro, os mesmos motivos que no passado acenderam as guerras.
E hoje, o perigo é ainda maior: as armas nucleares, biológicas e químicas são tão avançadas que, num único disparo, podem destruir tudo e todos.
O destino da humanidade está nas mãos do próprio homem. A guerra é terrível, mas a pós-guerra, com suas marcas, traumas e ódio perpetuado, é ainda pior.
Que possamos escolher o diálogo em vez da violência. Que aprendamos com o passado para não destruirmos o futuro.
À Senhora da Última Viagem
Morte, de tantos nomes e em tantos versos,
Escrevo-te hoje, sem medos ou reversos.
Não como um lamento, nem com dor a chorar,
Mas com a curiosidade de quem quer desvendar.
Vens sem aviso, ou com sinais que ignoramos,
Levando de nós os elos que tanto amamos.
Em teu silêncio, resides a grande incerteza,
Do que há depois, da eterna beleza.
Muitos te temem, a ti, o inevitável fim,
A fronteira que corta a vida de mim.
Mas vejo em ti também um grande alívio,
O ponto final para o sofrer e o calvário.
Tu não distingues idade, riqueza ou poder,
Com tua foice justa, vens para colher.
És a igualdade que a vida não oferece,
A paz derradeira que o corpo envelhece.
Ensina-nos, Morte, a valorizar cada instante,
A amar sem reservas, com um amor radiante.
Pois ao sabermos que tua visita virá,
Damos mais valor ao tempo que nos resta.
E quando chegares, com teu véu a planar,
Espero encontrar a calma para te abraçar.
Que em teus braços, a alma possa repousar,
E o que foi vivido, eternamente brilhar.
Com respeito e, sim, um pouco de fascínio,
Um Ser Humano em seu caminho.
O meu medo não é da morte e sim da vida,
a vida que não valorizei, a vida que me esquivei,
os momentos que não vivi, os erros que cometi,
as mágoas que carreguei, as críticas que me envolvi,
as atitudes que não tomei e os desafetos que provoquei.
Este sim é o meu medo mais profundo, de passar por tudo isso e ao final da existência perceber que faltou coragem, faltou vontade e fé para superar todos estes obstáculos.
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