Lamento pela Morte de um Ente Querido
ÚLTIMO ADEUS
Em um barracão
Um velho no leito de morte
Sentindo muitas dores forte
Seu cavaco ele pediu
Com dificuldade
Sentou a beira da cama
E ali ascendeu uma chama
De uma inspiração febril
Sentir!
O meu corpo todo arrepiar
Com a presença de seu orixá
E sambistas
Que viveram no nosso Brasil
Como candeia
Um testamento ele deixou
Na cartola um buquê de flor
E ali mesmo desencarnou
Vem sinhô, Xangô e Mumun dá Mangueira
Clementina e Silas de Oliveira
Noel Rosa e adonirammmm
Jovelina, athaufo e Geraldo Pereira
Aracy, Babão, João Nogueira
E o povo dá tamarineira
Beto sem Braço, Clara nunes, Décio dá Viola
E as rosas do Mestre Cartola
Seguirá no seu caixão
SEU COLORIDO
Todo tempo é tempo...
A hora é um meio para a morte
e a morte, não leva ao norte e ainda
arrasta para o fim sucumbindo o sul.
Todo tempo é tempo...
E no trilho da vida paira um pavio
com uma pequena e frágil centelha
a qual se apagará com o primeiro
arfar do vento do universo.
Um sopro breve fará um emaranhado
nas cores do arco-íris dos céus
e pinta-te junto ao seu futuro, blue
o único colorido do seu ar.
Antonio Montes
E se me pergunta: o que é a morte?
Digo que ainda é um caminho sem norte
No qual não há certeza de qual será nossa sorte.
Sobre a vida após a morte...Não somos especiais. Somos só mais um animal que surgiu em um planetinha, que orbita uma estrelinha numa galáxia medíocre na periferia do universo. Não há evidências de ter algo especial nos esperando lá fora. Nossa capacidade de pensar criou todo um mundo espiritual e uma carta branca para voltar à vida e também criou as religiões - uma forma de contornar o medo da morte. Mas existe uma coisa que nos une com o universo e nos torna imortal: somos feitos de estrelas e nossos restos mortais também darão origem a mais estrelas. Nesse ponto somos tão especiais quanto uma pedra.
A vida é um sonho, as vezes um pesadelo, e o que muitos chamam de morte, será o dia em que acordaremos.
Outro senhor que tropeçou na Morte
Este não foi mais um tropeço. Mas também ocorreu numa floresta. Estava cerrando uma árvore, se não me engano um Eucalipto. Por incrível que pareça, esta caiu na sua cabeça. Parece idiota escrever ou ler isto. Mas aconteceu de verdade. Uma pessoa que morreu e que deixou aqui uma família. Foi um fim um tanto ridículo para um senhor que tinha tanta história.
Um escritor é um escritor de verdade até o momento de sua morte. Não faço literatura para ser aplaudido em bienais e feirinhas de livros, nem para ser célebre tomando chá das cinco na ABL, nem para ganhar montes de dinheiro. Mesmo porque só quem ganha um monte de dinheiro é Paulo Coelho. Faço literatura porque é uma arte essencial para mim, faz parte do meu ser inconveniente, e a amo com intensa paixão. Quase desesperado. Minha única ambição na vida é conseguir escrever mais coisas até quando conseguir, mesmo numa cadeira de rodas ou crucificado numa cruz."
E o mau cheiro de um defunto.
Defunto és morte.
E a morte é por causa do pecado.
Então toda essa carniça pertence ao pecado.
O pecado fede, e muito!
Vazio
Ao te ver de mim, partir
e ir para um outro canto,
sinto o vazio da morte,
o céu sem nuvens e o
coração perdido.
Busco algo que não mais
existe, fico largado e solto
a própria sorte.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista (Aclac)
Membro Honorário da A.L.B - São Jose do Rio Preto -SP
Membro Honorário da A.L.B - Votuporanga - SP
Membro da U.B.E
Tem um momento na vida... depois que passa a dor da morte, que um sopro revigorante vem em sua direção, te empurrando forçosamente a superar e seguir!
Confie. Deus está com você!
Mestre!
-Mestre oque é a morte?
- morte é um descanso para os vivos.
-Mestre porque sofremos?
-para no fim darmos conta que vivemos e aprendemos, sofrer é uma aprendizagem assim também como a alegria...assim é viver
-Mestre porque crescemos?
- porque toda ave nessecita do seu vôo e deslumbrar oque o mundo tem para dar e oque Deus tem para ensinar.
Não se iluda tendo medo da morte, pois morrer não somente parar de respirar, IGNORÂNCIA TAMBÉM É UM TIPO DE MORTE.
Reza
Falei pra um amigo que andava sentindo a presença da morte. Perguntei como faço pra sentir a presença de Deus. Aí ele respondeu: “Medita. Reza. Com entrega. E olha nos olhos do teu cachorrinho. Deus tá lá também” achei isso muito bonito. Me senti reconfortado poeticamente.
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