Lamento pela Morte de um Ente Querido
Na calçada onde o concreto se racha,
Sob passos apressados, vejo figuras:
Mendigos, esses monumentos esculpidos pela dor e pelo abandono,
Partes da paisagem, sombras de aversas.
Estátuas esquecidas em praças que ignoramos,
Com rostos e histórias, mas nós, indiferentes,
Passamos como se o tempo não os reclamasse,
Mergulhando na rotina, nas horas lentas.
Hoje me interrogo: o que é ser visível?
A roupa que visto, o bem que acumulo,
É só camuflagem, armadura que me isola.
Sob essa fachada, frágil e cativa,
Sinto a tênue linha entre ser e não ser. Vida miserável...
Eu, que me nomeio alguém, sou apenas um rosto entre muitas máscaras,
Um nome sem significado na memória do mundo.
Se eu me apagasse, quantos chorariam a ausência?
A vida seguiria, indiferente às minhas lutas.
Um mendigo cai, e a rua devora o corpo,
Com a mesma indiferença que o ignorou em vida.
Passam as gentes, a calçada permanece,
E a vida avança, sem pausas, sem lamentos.
A invisibilidade é pena pesada;
E eu, tão próximo desse triste destino,
Percebo que o meu endereço é só um nome,
Uma casa, talvez, mas não um lar.
Fernando disse sabiamente: “Hoje não há mendigo que eu não inveje,
Só por não ser eu.” Na imensidão citadina,
Todos somos mendigos, de afeto, de memória, de um sentido,
Buscando ser vistos, mesmo que por um breve instante,
Nessa profunda solidão que é viver.
Tudo o que preciso saber e vou descobrir agora é se você é corajosa o suficiente para nascer de novo. Pra viver de novo. Achar outro amor. Uma família. É "sim" ou "não". Hoje é o dia de decidir.
Há perdas que podem não ser recuperadas, e nestas circunstancias a única escolha que nos resta é olhar para a frente, aprender com as experiências, fortalecer nossa resiliência e perscrutar as possibilidades que ali se apresentam para continuarmos nossa caminhada, mesmo com o coração dilacerado e com as feridas emocionais abertas que ainda sangram.
Soraya Rodrigues de Aragao
Eu bailo em poemas, multicolorido! Palhaço! Mago! Louco! Juiz! Criancinha! Sou dançarino brasileiro!
Se alguém me disser que amor existe, não vou rir.
Só não vou acreditar, já me machucou tanto esse negócio de amor.
Que prefiro ignorar, qualquer sentimento por agora.
Esse negócio de dizer amanhã é outro dia.
Que as coisas mudam, a partir de agora.
Esse tal sentimento não vai me abalar mais,
vou ignorar totalmente!
Ninguém nunca está satisfeito no lugar onde se encontra.Somente as crianças sabem o que procuram...
Dê a quem te pede.. mais do que pediu.. e quando pedires, peça menos do que julgar necessário, porque já lhe será o suficiente.
Eu procuro, com o meu trabalho, mostrar uma imagem digna da mulher negra. A mulher negra é invisível.
Deixa eu ser o Clyde e você a Bonnie
Eu, Leon Kennedy, você, Ada Wong
Eu, o Rony, você a Hermione
Você a Sandy, eu o Danny
Você é a Rose, eu o Jack
Você, a Mary, eu, o Terry
Você é a Keiko, eu, Yusuke
Andy Bogard e Mai Shiranui
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