Lamento pela Morte de um Ente Querido

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⁠"Cada um é responsável por si e pelas escolhas que faz... Diante das situações difíceis e complicadas com as quais se depara, pode estar certo que foi você quem as causou... Não existem vítimas, portanto, buscar culpados para os seus problemas, apenas os agravará ainda mais... Assuma seus erros e trabalhe por sua melhora interior, assim, suas dificuldades serão abrandadas e o porvir, certamente, será de equilíbrio e tranquilidade..." ❤

Pessoas sábias costumam dizer que devemos viver a vida como um lobo, porque os lobos incorporam qualidades de força, lealdade e independência que muitos humanos ignoram. Um lobo caça por conta própria, nunca depende de atalhos ou esmolas. O que nos ensina o valor da autossuficiência e do trabalho árduo. Eles são criaturas disciplinadas, movem-se com propósito, em vez de buscar aplausos ou validação, um lembrete para vivermos com autenticidade, sem correr atrás da aprovação dos outros.

Ao mesmo tempo, os lobos honram os laços familiares e a comunidade como poucos no reino animal. Eles escolhem um parceiro para a vida toda, cuidam dos pais idosos e protegem sua matilha com ferocidade, mostrando a importância da lealdade, do respeito e da união. De muitas formas, os lobos combinam força com compaixão, ambição com integridade — vivendo em equilíbrio com valores que os humanos muitas vezes esquecem no caos da vida.

"Bonito mesmo é um abraço sincero, um sorriso de verdade, um aceno gentil e um delicioso carinho. Bonito mesmo é andar de mãos dadas, é amar o outro sem querer algo em troca, é ser feliz sem se importar com o que as pessoas pensem ou digam. É gargalhar junto com os amigos até a barriga doer, é ficar junto em todos os momentos. Bonito mesmo é desejar um “Bom dia” a alguém, é falar com o olhar, é demonstrar afeto. O bonito mesmo são as simplicidades das coisas, os detalhes da vida. Bonito mesmo é amar, é sorrir, é sonhar, é viver."

Política é como nuvem: você olha e ela está de um jeito; olha de novo e ela já mudou.

No Brasil, porém, parece que o céu político ficou permanentemente dividido entre dois extremos: de um lado, o PT; do outro, os bolsonaristas. No meio dessa tempestade de polarização, discursos radicais e uma crescente influência da extrema direita, surge um psiquiatra chamado Augusto Cury.

Será apenas coincidência?

Ou, diante de tanta confusão, o país finalmente está precisando de uma boa dose de reflexão?

Talvez não seja remédio que esteja faltando.
Talvez seja lucidez.

A VIDA É UM TREINAMENTO

A vida é feita de altos e baixos.

Haverá dias em que você vai se sentir invencível e outros em que vai se perguntar de onde tirar forças para continuar.

Você vai tropeçar.
Vai cair.
Vai errar.
Vai se decepcionar.

E, em alguns momentos, talvez pense que chegou ao fim.

Mas lembre-se:

o chão não é o fim da caminhada.
É apenas o lugar de onde você precisa se levantar.

Não tenha vergonha das suas quedas.

Vergonha não é cair.
É acreditar que uma queda define quem você é.

Levante-se.

Erga a cabeça, respire fundo e continue.

Porque cada dificuldade que você atravessa está ensinando alguma coisa. Cada erro traz uma experiência. Cada decepção revela pessoas. Cada fase difícil revela uma força que você talvez nem soubesse que existia dentro de você.

A vida não está tentando ser fácil.
Ela está tentando te preparar.

É como um treinamento.

Você não fica mais forte porque nunca enfrenta dificuldades.
Você fica mais forte porque aprende a atravessá-las.

E, no fim, a maior vitória não é vencer os outros.

É vencer aquilo que existe dentro de você.

Vencer o medo de tentar novamente.
Vencer a vontade de desistir.
Vencer a insegurança que diz que você não consegue.
Vencer aquela voz que insiste em dizer que não vai dar certo.

Porque muitas vezes o seu maior adversário não está do lado de fora.

Está dentro da sua própria cabeça.

Por isso, cuide de você.

Cuide do seu coração para que as decepções não transformem sua sensibilidade em amargura.

Cuide da sua mente para que os problemas não roubem sua esperança.

Cuide da sua paz para que o mundo não faça você esquecer quem realmente é.

E quando a vida te derrubar, não pergunte:

“Por que isso está acontecendo comigo?”

Pergunte:

“O que isso está tentando me ensinar?”

Talvez você ainda não consiga enxergar, mas algumas das maiores transformações da sua vida vão nascer justamente dos momentos que mais fizeram você sofrer.

Então continue.

Mesmo com medo.
Mesmo cansado.
Mesmo sem saber exatamente o que vem pela frente.

Continue.

Porque você não precisa ter força para vencer a vida inteira hoje.

Só precisa ter força suficiente para dar o próximo passo.

E, passo a passo, queda após queda, recomeço após recomeço, você vai perceber:

a vida nunca exigiu que você fosse invencível.
Ela só pediu que você não desistisse de si mesmo.

E se um dia me perguntarem o que é a vida...


Eu responderei que a vida é linda.
Linda não porque seja perfeita, mas porque, mesmo depois das lágrimas, dos dias difíceis, das dores e das decepções, ela sempre nos presenteia com uma nova oportunidade.


A oportunidade de levantar depois da queda,
de limpar as lágrimas, respirar fundo e tentar novamente.
De deixar para trás aquilo que machucou, aprender com o que passou
e seguir em frente com o coração cheio de esperança.


A vida nos ensina que nenhum momento difícil é eterno.
Depois da tempestade, o céu volta a clarear.
Depois da noite, o sol sempre nasce.
E, quando tudo parece perdido, a vida nos sussurra: “Comece de novo.”


Por isso, eu escolho acreditar na vida.
Acreditar nos recomeços, nos sonhos e nos dias que ainda estão por vir.
Porque viver é isso: cair, levantar, aprender, amar e continuar...
E enquanto houver um novo amanhecer, sempre haverá uma nova chance de ser feliz.

Um dia você aprende que o vinho mais caro do mundo não vale nada quando a sua sede é de água.

E entende que a vida não é sobre ter o que impressiona os outros, mas sobre reconhecer aquilo que realmente faz bem à sua alma.

Porque, no fim, luxo não mata qualquer sede, riqueza não compra qualquer paz e aparência não substitui aquilo que é essencial.

Aprenda a dar valor ao que você precisa, não apenas ao que os outros admiram.

Envelhecer é quando o tempo começa a despir a alma de tudo aquilo que um dia usamos para agradar o mundo.

Aos poucos, caem as máscaras,
diminuem as pressas,
silenciam as vozes de fora
e aprendemos a escutar o que sempre viveu dentro de nós.

Já não importa tanto parecer.
Importa ser.
Já não buscamos tantos aplausos.
Buscamos paz.

O tempo pode levar a juventude do rosto,
mas, quando vivido com verdade,
faz nascer uma beleza que não envelhece: a da essência.

Talvez envelhecer seja isso:
deixar de viver para os olhos do mundo
e finalmente começar a viver para a verdade da alma.

O que deixei pelo caminho:


Se um dia me perguntarem qual foi a maior coisa que fiz na vida,
responderei com serenidade:


dei o melhor de mim a quem cruzou o meu caminho.


Alguns ficaram.
Outros partiram.
Alguns me deram amor; outros, cicatrizes.


Mas nenhuma decepção teve força suficiente
para mudar a delicadeza do meu coração.


Aprendi que a bondade não perde o seu valor
quando não é retribuída.
E que a nossa essência não deve ser escrita
pelas marcas que os outros deixam em nós.


Se a vida me permitir voltar,
eu faria tudo outra vez:
continuaria sendo luz,
mesmo depois de conhecer a escuridão.

Acorde feliz, não porque a vida seja perfeita, mas porque o simples fato de despertar já é um presente.

Nem todo amanhecer traz respostas, nem todo caminho será tranquilo.
Mas reclamar não muda as tempestades que passaram.

Agradecer muda o jeito de atravessá-las.

Agradeça pelo que ficou, pelo que partiu, pelo que floresce e até pelo que ainda está por nascer.

Porque quando o coração aprende a agradecer,
até os dias nublados encontram um jeito de iluminar a alma.

Acorde feliz. A vida não precisa ser perfeita para ser um presente.

Reclamar pesa. Agradecer ilumina.

Quando o lado fala mais alto que a consciência

Quando você passa a justificar um político apenas porque ele representa o seu lado, algo muda: você deixa de fiscalizar e começa a proteger.

A democracia não precisa de torcedores cegos. Precisa de cidadãos capazes de cobrar de quem discordam e, principalmente, de quem apoiam.

Errar não deixa de ser errado porque foi cometido por alguém que admiramos.
Acerto não deixa de ser acerto porque veio de quem pensamos diferente.

Lealdade a um lado não pode ser maior que compromisso com a verdade.

Porque quando a paixão política silencia a consciência, a crítica vira defesa, a responsabilidade vira desculpa e o cidadão deixa de ser fiscal para se tornar escudo.

Político passa. Princípios ficam.

Definição de filhos


Filho é um ser que Deus nos empresta
para nos ensinar, em um curso intensivo,
a amar alguém mais do que a nós mesmos.


É descobrir um amor que não cabe no peito,
que transforma prioridades, amadurece a alma
e nos faz querer ser melhores todos os dias.


Filho é aquele pequeno ser que, sem perceber,
nos ensina as maiores lições da vida:
amar sem medida, cuidar sem esperar nada em troca
e agradecer a Deus pelo privilégio de ter alguém
para chamar de nosso.


Filhos não são nossos para sempre…
são presentes de Deus confiados aos nossos braços
até que aprendam a voar com as próprias asas.

A DEMOCRACIA NÃO MORRE APENAS QUANDO UM DITADOR TOMA O PODER. MORRE TAMBÉM QUANDO AS PESSOAS ACEITAM QUE ELE NÃO POSSA MAIS SER QUESTIONADO.

Eu aceito perder uma eleição. Aceito ser governado por alguém que considero despreparado, conviver com decisões que me revoltam e assistir a milhões de brasileiros comemorarem aquilo que considero um erro. Isso faz parte da democracia. A liberdade não me garante a vitória; garante que eu possa continuar lutando por ela.

O que não aceito é perder, junto com uma eleição, o direito de disputar a próxima.

Posso considerar meu candidato ruim e, ainda assim, escolhê-lo por entender que a alternativa representa um risco maior. Não preciso esconder seus defeitos, inventar virtudes ou transformar suas falhas em qualidades para justificar meu voto. A política não exige paixão cega. Exige discernimento.

Incompetência, demagogia, corrupção e irresponsabilidade são defeitos graves, que precisam ser denunciados, investigados e punidos. Mas existe algo ainda mais perigoso: o governante que não aceita limites, despreza as instituições e considera a derrota uma afronta pessoal. Porque um político ruim pode ser substituído. Um sistema que impede sua substituição ameaça a própria liberdade.

Quem aceita governar uma democracia precisa aceitar também a possibilidade de perder o poder. Não importa se acredita ser escolhido por Deus, se multidões o aplaudem ou se considera seus adversários indignos de governar. Nenhuma convicção pessoal, nenhuma popularidade e nenhum culto à personalidade estão acima das regras democráticas.

O presidente não é dono do Brasil. Recebe as chaves de uma casa que pertence ao povo, por um tempo determinado. Quando o mandato termina, deve devolvê-las. Não pode confundir o cargo com propriedade, a vitória com superioridade moral ou o voto com uma autorização para fazer tudo o que deseja.

E há algo que precisa ser dito com toda a clareza: a maioria tem o direito de escolher quem governa, mas não tem o direito de decidir quem merece ser livre, respeitado ou reconhecido em sua dignidade.

Não cabe ao Estado impor uma religião, determinar qual família merece ser considerada família, qual amor é digno de respeito ou negar a alguém o direito de existir com sua própria identidade. Um presidente pode entregar sua vida a Nosso Senhor Jesus Cristo, se essa for sua fé. Mas não pode entregar o Brasil em nome de uma escolha que pertence à sua consciência, e não à consciência de milhões de brasileiros.

A fé de um governante merece respeito. A liberdade de todos os cidadãos também.

É justamente por isso que o presidente não pode ser poderoso a ponto de fazer tudo o que quer. O Congresso, a Justiça, a imprensa livre e a oposição existem para estabelecer limites, fiscalizar, investigar e dizer NÃO quando o poder ultrapassa suas fronteiras. Essas instituições podem falhar, decepcionar e até envergonhar a sociedade. Precisam ser cobradas, corrigidas e aperfeiçoadas. Mas destruí-las porque contrariam o governante é abrir as portas para algo muito pior: o poder sem controle.

Não existe democracia verdadeira quando o governante só respeita as instituições que lhe obedecem.

E, quanto ao candidato em quem votei, não lhe devo submissão. Se vencer, continuarei observando, questionando e denunciando seus erros. Não vou passar quatro anos fazendo malabarismos para defender o indefensável, inventando desculpas para justificar o injustificável ou atacando quem ousar criticar aquele em quem depositei meu voto.

Afinal, que espécie de consciência é essa que reconhece os erros do adversário, mas se torna cega diante dos erros do próprio lado?

É vergonhoso transformar políticos em ídolos e eleitores em soldados de uma guerra na qual os poderosos disputam o comando, enquanto a população briga entre si. O voto não é um contrato de fidelidade. Não é uma declaração de amor. Não é uma procuração em branco.

O político trabalha para o povo. O povo não existe para servir ao político.

Quem vota não se torna devedor de quem foi eleito. É o eleito que assume a obrigação de prestar contas a quem lhe confiou o mandato.

Não tenho compromisso com a vaidade de um governante, com a conveniência de um partido ou com a necessidade de defender uma escolha passada. Tenho compromisso com a verdade, com a liberdade e com o direito de mudar de opinião quando os fatos exigirem.

Porque meu voto pode ter prazo. Minha consciência, não.

Posso perder uma eleição sem perder a dignidade. Posso aceitar uma derrota sem aplaudir aquilo em que não acredito. Posso reconhecer a vitória de quem rejeito sem abrir mão do direito de combatê-lo politicamente.

O que jamais devo aceitar é que alguém transforme a própria vitória em licença para impedir a minha próxima tentativa.

A democracia não exige que eu vença. Exige que eu possa perder sem me tornar prisioneiro de quem venceu.

E, se um dia eu tiver de escolher entre defender o político em quem votei e defender o direito de tirá-lo do poder, não terei dúvidas: ficarei com a democracia.

Porque políticos passam, governos terminam e partidos desaparecem. Mas, quando um povo entrega sua liberdade em troca da ilusão de que seu líder nunca erra, pode descobrir tarde demais que perdeu muito mais do que uma eleição.

Meu voto elege um governante. Não elege um dono. Minha derrota não me tira a liberdade. E a vitória de ninguém lhe dá o direito de roubá-la.

Um dia, o coração perguntou ao tempo:
— Por que você consegue secar minhas lágrimas, mas não consegue tirar de mim aquilo que me faz chorar?
E o tempo respondeu:
— Porque as lágrimas escorrem pelo rosto e se vão, mas as dores que você guarda na alma não desaparecem apenas porque os dias passam. Algumas feridas cicatrizam, outras deixam marcas, e certas lembranças permanecem mesmo quando o choro já cessou.
O tempo não apaga tudo. Às vezes, apenas nos ensina a conviver com aquilo que nunca conseguimos esquecer.

⁠Luz, e assim que sempre vou lembrar de você.
Por que foi em um dia radiante de calor, de nuvens azuis de anil que te conheci.
Que sorriso lindo...
Que olhar cativante...
Pude sentir uma imensa alegria dentro do meu coração, mas que em poucos segundos se tornou tristeza...
Perdi sem ao menos ter, cheguei tarde, só me resta lamentar por você estar subindo ao altar e eu querer ser quem estará lá. 💔💔💔

​"Reserve um momento para respirar, analisar e só então executar. Lembre-se: a maioria das falhas acontece quando deixamos de seguir o passo a passo."

Um filósofo pode atravessar os séculos pela permanência de suas ideias, mas sua vitalidade jurídica depende da capacidade de alguém resgatá-las do passado, reconstruir seus fundamentos e convertê-las em instrumentos críticos para interpretar as contradições, questionar as estruturas de poder e enfrentar os problemas normativos de seu próprio tempo.

Um filósofo pode continuar influente durante séculos, mas suas ideias só permanecem juridicamente vivas quando alguém as transforma em instrumentos para pensar os problemas de seu próprio tempo.

Viajar é acordar de um sonho adormecido, trazido à realidade pela flor da esperança.
TUNIN