Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Construir um império trilionário com humildade é mostrar ao mundo que a verdadeira força não está no poder de dominar, mas na capacidade de amar e erguer as pessoas.

O destino de um verdadeiro vencedor é alcançar o topo financeiro sem jamais perder a simplicidade, provando que o maior patrimônio de uma vida é o coração.

A glória de ser um trilionário está em usar a fortuna para espalhar a luz, pois a riqueza de verdade é aquela que nasce da nobreza de caráter.

Trilhões no bolso sem caráter no peito é a maior miséria do universo; o que realmente valida um homem é a pureza das suas atitudes.

A alma má e vaidosa é incapaz de sentir e valorizar a humildade alheia, pois a luz de um coração generoso incomoda a escuridão de quem vive de aparências.

Velho na estrada


Velho na estrada me diz :
Amigo eu sobrevivi
Conto aqui um pedaço de minha história
Está tudo em minha memória
Vivia uma vida de luxo
Mas algo me incomodava
Por onde eu passava , rastro de miséria eu encontrava
O muito que eu tinha me prendia
Faltava a empatia
Comecei aproximar dos oprimidos
Esses são os escolhidos
Deus os quer bem e eu também
Criei uma casa de recuperação
Para acolher nossos irmãos
Ali tinham o que comer e beber
Ainda tinha tempo para viver
Amanhecia o dia os irmão partiam
Ajudavam a plantar
Sempre no bem estar
O sorriso de saber
Que iria ter o que comer
Parem pra ver aquela gente
Como se sentem ?
Pensam em si só
Não tem dó
Empatia longe dali
Foi aí que percebi
Na vida devemos nos ajudar
Sempre cooperar
Somos todos irmãos
E vivemos por uma razão
Ter paz no coração
E que nunca falte o nosso pão.

O HOMEM, O TEMPO E O CAMINHO


Deus concedeu ao homem um dia, e dentro desse dia uma medida que não pode ser aumentada por sua riqueza, nem diminuída por sua pobreza: 86.400 segundos.


Cada homem recebe esse tesouro, mas nem todos compreendem o seu valor. Uns o empregam naquilo que edifica; outros o desperdiçam seguindo os passos da multidão, fazendo o que todos fazem e acreditando naquilo que todos acreditam.


Assim, muitos imaginam possuir liberdade, quando, na verdade, apenas obedecem aos costumes dos homens.


Pois não é livre aquele que escolhe somente aquilo que a multidão lhe ensinou a desejar.


O homem deve examinar o caminho que toma e perguntar a si mesmo: quem governa minhas escolhas?


Se é a multidão, será levado pela multidão.


Se são seus próprios desejos, tornar-se-á servo daquilo que deseja.


Mas, se reconhecer que Deus é o verdadeiro guia de sua vida, encontrará um caminho superior, porque aquele que se deixa conduzir pela vontade de Deus não é escravo dos homens nem dos próprios apetites.


Por isso, não basta possuir o tempo; é necessário saber para quem e para quê o empregamos.


Porque o dia passa, os anos desaparecem e a vida do homem é breve.


E chegará o momento em que cada um terá de responder não apenas pelo tempo que recebeu, mas pelas escolhas que fez enquanto o possuía.


Portanto, escolhe com entendimento.


Não sigas a multidão simplesmente porque ela caminha em determinada direção.


Não confundas desejo com verdade.


E não chames liberdade àquilo que apenas te torna servo de tua própria concupiscência.


O homem escolhe o caminho; mas Deus conhece onde esse caminho termina.

Mudar a direção as vezes é necessário, pois remar contra a maré por um longo período não vai leva-lo a lugar algum.

É a possibilidade do fim que transforma um encontro em memória, uma palavra em legado e uma escolha em responsabilidade.

Que nunca falte,
no final de tarde,
Um café para beber
e um bom livro para ler!

Somos, todos nós, poeira estelar, unidos pelo amor... Por um instante.

Para o mundo,
somos apenas um número,
para DEUS,
somos um nome no céu!

Faço filosofia,
em cada letra que escrevo,
para quem busca sabedoria
e vencer um pouco do medo!

Um pedacinho...


Ei, hoje eu vi o sol indo dormir lentamente, Olhei para trás e lá no auto estava a lua linda e silenciosa,
Logo ao meu lado, estava o rio São Francisco com sua grandiosidade e sua correnteza sendo sacodida pelos ventos fortes,
Então me perguntei:
_Deus aqui é um pedaço paraíso?

Vivemos em um tempo, que o bom e o ruim é basicamente a mesma coisa.
tudo se resume a um curto momento,
quando você acha que está feliz ou bem , em uma questão de segundo, tudo muda.
você percebe que a felicidade é apenas passageiro e logo a realidade é apresentada com um requinte de crueldade.
Não sei para que fomos criados,mas de uma coisa eu tenho quase certeza,se alimenta do sofrimento humano.

⁠Lembre-se a vida é um sopro e a felicidade mora entre um sorriso e uma lágrima.

De: Edilma Azevedo

Para: Cesar Junior

⁠porque vivemos se a vida é um suicídio?

*O Campo Que Ficou em Branco*


Fui preencher um formulário porque aparentemente ainda existem coisas que precisam ser comprovadas por escrito.


Nome.


Preenchi.


Idade.


Preenchi também.


Profissão.


Essa demorou um pouco mais.


Não porque eu não tivesse profissão. Tinha. O problema era explicar o que ela significava depois de tantos anos fazendo a mesma coisa. Algumas palavras ficam velhas antes da gente.


Endereço.


Coloquei.


Estado civil.


Também.


Até ali, eu ainda era uma pessoa perfeitamente administrável.


Então apareceu a pergunta.


Quem é você?


Fiquei olhando para aquilo.


Era só uma linha.


Uma linha comprida, esperando uma resposta curta.


O mundo gosta dessas coisas. Coloca uma caixa embaixo de uma pergunta enorme e espera que a gente caiba ali dentro.


Peguei a caneta.


Não escrevi.


Olhei novamente para a pergunta.


Quem é você?


Pensei no meu nome. Não era.


Pensei na minha profissão. Também não.


Pensei na idade. Aquilo era apenas a quantidade de vezes que a Terra tinha girado enquanto eu tentava entender alguma coisa.


Pensei nos documentos.


Os documentos sabiam mais sobre mim do que algumas pessoas que conviveram comigo por anos.


Sabiam onde eu morava.


Sabiam quando nasci.


Sabiam números, datas, assinaturas.


Mas nenhum deles sabia o que eu fazia quando ficava sozinho.


Nenhum sabia das coisas que eu não dizia.


Nenhum sabia quantas versões de mim já tinham morrido sem cerimônia.


Foi então que percebi o problema.


Eu conseguia preencher todos os campos que me pediam uma informação.


Só não conseguia preencher aquele que pedia uma definição.


Talvez porque definir seja uma forma educada de reduzir.


Passei a vida fazendo isso.


Escolhendo palavras para caber em lugares pequenos.


Homem.


Profissional.


Pai.


Amigo.


Filho.


Responsável.


Culpado.


Inocente.


Cada palavra servia por algum tempo.


Depois ficava apertada.


A gente cresce por dentro e continua usando o mesmo contorno.


É uma espécie de prisão sem grades. Ninguém precisa nos trancar. Basta nos dar um nome e esperar que permaneçamos fiéis a ele.


Olhei novamente para a folha.


O campo continuava vazio.


Pensei que talvez fosse isso que mais incomodasse.


Não o fato de eu não saber quem era.


Mas a possibilidade de já ter acreditado, durante anos, que sabia.


Existe uma diferença.


A primeira é ignorância.


A segunda é arrogância.


O telefone vibrou sobre a mesa.


Uma mensagem qualquer.


Alguém perguntava se eu já tinha terminado.


Respondi que sim.


Era mentira.


Eu ainda estava diante daquela pergunta.


O curioso é que a mentira saiu com facilidade.


Talvez eu tivesse passado tanto tempo respondendo ao que esperavam de mim que já nem precisava pensar.


O mundo oferece formulários para quase tudo.


Para nascer.


Para morrer.


Para trabalhar.


Para comprar.


Para vender.


Para existir.


Só não oferece um para aquilo que acontece no intervalo.


E é justamente ali que a coisa complica.


Porque a mente não respeita formulário.


Ela continua.


Lembra de uma coisa enquanto esquece outra.


Deseja o que condena.


Condena aquilo que deseja.


Muda de opinião depois de jurar que nunca mudaria.


A gente chama isso de contradição.


Talvez seja apenas vida sem edição.


Pensei em uma caixa de fósforos que estava sobre a mesa.


Vazia.


Uma caixa pequena.


Quase ridícula.


Ainda assim, cabiam ali dentro uma noite inteira, um cigarro, uma conversa antiga, uma mulher que eu não via há anos, um homem que eu tinha sido e não queria mais encontrar.


Era estranho.


O infinito não precisava de espaço.


Precisava apenas de memória.


Foi quando entendi outra coisa.


Talvez eu não fosse uma resposta.


Talvez fosse o rascunho.


Um rascunho que insistia em sobreviver às próprias correções.


Já tentei apagar partes de mim.


Algumas funcionaram.


Outras ficaram como aquelas marcas de borracha que continuam aparecendo quando a luz bate de lado.


Há coisas que a gente não supera.


Apenas aprende a colocar em lugares onde não tropeça nelas todos os dias.


Terminei de preencher o formulário.


Deixei a caneta sobre a mesa.


O funcionário pegou a folha e conferiu os campos.


Nome.


Certo.


Idade.


Certo.


Profissão.


Certo.


Endereço.


Certo.


Chegou ao último.


Parou.


Olhou para mim.


— E aqui?


Olhei para a linha vazia.


Por alguns segundos, pensei em escrever qualquer coisa.


Seria mais fácil.


Homem cansado.


Sobrevivente.


Idiota.


Contraditório.


Em construção.


Nada disso parecia suficiente.


Então devolvi a folha.


— Pode deixar em branco.


Ele me olhou como quem não entende por que alguém recusaria uma oportunidade tão simples de mentir.


Pegou a caneta.


Passou um risco sobre o campo.


E pronto.


Mais um problema resolvido.


Saí dali pensando que talvez essa fosse a única resposta honesta que eu tinha encontrado em anos.


Não saber.


Não terminar.


Não caber.


Ser aquele ponto onde a pergunta continua existindo depois que todas as respostas já perderam a validade.


Talvez decifrar-se não seja descobrir uma fórmula.


Talvez seja aceitar que algumas partes de nós foram feitas para permanecer ilegíveis.


Cheguei em casa.


O gato estava no corredor.


Olhou para mim.


Não perguntou meu nome.


Não quis saber minha profissão.


Não precisava de documento.


Apenas me olhou por alguns segundos e foi embora.


Achei uma atitude bastante sensata.


Fiquei sozinho.


A casa estava silenciosa.


Na mesa, havia outra caixa de fósforos.


Dessa vez, ainda cheia.


Peguei uma.


Acendi.


Por alguns segundos, a chama iluminou meu rosto.


Olhei para ela.


Depois apaguei.


O rosto voltou a ser apenas um rosto.


E, pela primeira vez naquele dia, não senti necessidade de descobrir quem estava ali.

O discipulado não é um manto de perfeição, mas um voto de dependência. É o ato de se entregar por inteiro quando a tentação convida a fugir; é decidir ser d'Ele na aurora, no meio-dia e na noite da incerteza.

O cristianismo bíblico e ortodoxo proporciona um filtro teológico que impede a aceitação cega de inovações doutrinárias.