Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Não existe inclusão verdadeira quando a responsabilidade recai sobre uma única pessoa, um único profissional ou apenas sobre a escola. Ela acontece quando escola, família e sociedade assumem, juntas, o compromisso de construir oportunidades reais de aprendizagem, participação e pertencimento.

A transformação começa quando cada um faz a sua parte. Afinal, a inclusão não é um favor; é um compromisso coletivo e uma demonstração de humanização.

O prazer de ler.


A Alegria de abrir um livro e viajar por suas páginas.
Tentar desvendar os mistérios que se escondem em suas capas.
Segurar a expectativa de conhecer suas histórias.


Para cada livro lido
um novo universo descobrido.
Para cada página avançada
novas possibilidades a serem exploradas.
Para cada personagem conhecido
Um novo amor a ser percebido.


Sentimentos que apenas quem ama ler vai entender.
Sofrimentos compartilhados alegrias multiplicadas
Que apenas no ponto final de um livro são explicadas.

Mais um colega que toma um galho, achar uma pessoa fiel é como achar um diamante raro. Está aí o motivo pelo qual eu preferi não me casar.🤡🐂

Um dia serei sozinho mais com você...

Saudades de um ser chamado... qual é o seu nome? Não importa o nome, mas importa a saudade entre nós dois...

Bom dia para aqueles que um dia ouviram hora de acordar...

As pessoas são como dados têm 6 lados ou mais, cada dia caem em um lado diferente ou no mesmo, dependendo da atenção que recebem.

A Educação Inclusiva é um compromisso construído em parceria

Aquele que gosta de um livro por ter muitas anotações, corre o grande risco de encontrar certas páginas arrancadas.

Ah, como é bonito o amor
Quando se realmente ama, amar
Um grande amor

Eu sinto tanta vontade de escrever
E enquanto eu não morrer
Eu vou desenhar com linhas um sonho, de um mundo onde
As palavras não sejam mentiras
E falem sobre amor, dores e verdades.

Mas e se tudo for apenas um sonho
Igualmente
Aquela noite em que nos conhecemos.

Eu não vou negar, eu realmente amo a minha solidão
Mas eu ainda espero um certo alguém vir me tirar dela.

Mesmo se estivermos distantes
Seremos apenas um
Pós um está no pensamento
E o outro está no coração.

Não é o poder que define um herói
É a sua determinação
De que o amanhã seguro.

“O Infinito em Fragmentos”




Não quero ser um. Quero ser todos. Quero sentir como o místico sente Deus, como o pagão sente a carne, como o engenheiro sente a precisão dos números. Quero contradizer-me, porque na contradição habita a totalidade. Ser coerente é ser parcial. É escolher uma porta e fechar todas as outras. Eu quero atravessar todas as portas simultaneamente, mesmo que para isso precise me estilhaçar em mil pedaços.

Inventei-me vários. Não por loucura, mas por necessidade metafísica. Como poderia um só homem conter o universo? Como poderia uma só voz cantar todas as canções possíveis? Então fragmentei-me. Fiz de minha ausência de centro a minha obra-prima. Onde outros construíram identidades sólidas como fortalezas, eu construí um arquipélago de ilhas que nunca se tocam mas pertencem ao mesmo oceano.

Há aquele que nega o pensamento e vê apenas o que existe. Há o que exalta os deuses antigos e a beleza sensorial do mundo. Há o engenheiro das palavras, frio e preciso. Há o que escreve mensagens cifradas sobre ocultismo e hermetismo. E há eu, que não sou nenhum deles e sou todos ao mesmo tempo, o maestro invisível de uma orquestra onde cada músico toca uma partitura diferente.

Sentir tudo de todas as maneiras. Não é dispersão. É ambição máxima. É querer ser o universo experimentando a si mesmo. Cada emoção possível, cada pensamento concebível, cada filosofia imaginável - tudo isso precisa ser vivido, sentido, expresso. Não posso me limitar a ser católico ou ateu, monárquico ou republicano, clássico ou moderno. Preciso ser todos esses e seus opostos, porque a verdade não está em nenhum deles mas na soma impossível de todos.

Os outros escrevem o que sentem. Eu sinto o que escrevo. Ou melhor: invento quem sinta o que preciso expressar. É uma fraude? Talvez. Mas é a fraude mais honesta que existe. Porque reconhece que toda identidade é ficção, todo “eu” é personagem, toda coerência é máscara. Eu apenas tive a coragem de admitir que sou teatro, e de fazer desse teatro a minha verdade.

Não tenho biografia. Tenho bibliografias. Não tenho psicologia. Tenho dramaturgia. Minha vida não está nos fatos que vivi mas nas vidas que criei. Enquanto outros buscam encontrar-se, eu me perdi propositadamente em todas as direções possíveis. E nessa perda encontrei algo maior que qualquer identidade individual poderia oferecer.

A unidade do ser é uma prisão confortável. “Conheça-te a ti mesmo”, diziam os gregos. Mas e se não houver um “ti mesmo” para conhecer? E se formos apenas potência pura, possibilidade infinita que se trai cada vez que escolhe uma forma? Preferi não escolher. Ou melhor: escolhi todas as escolhas, habitei todas as possibilidades.

Minha ausência de identidade fixa não é falha. É método. É filosofia encarnada. É a prova viva de que podemos ser mais que nos permitem ser. Que podemos explodir os limites do eu e nos espalhar por todos os eus possíveis. Que podemos fazer da multiplicidade não uma doença, mas uma arte.

Serei lembrado? Talvez. Mas por quem? Pelo sensacionista? Pelo heteronímico? Pelo ortónimo melancólico? Por todos e por nenhum. Porque minha obra não é o que escrevi. Minha obra sou eu - ou melhor, a ausência de mim transformada em constelação de presenças.

Sentir tudo de todas as maneiras. Viver todas as vidas. Morrer todas as mortes. Ser nenhum para poder ser todos.

Esta é a única identidade que aceito: a de não ter nenhuma.

E assim me tornei múltiplo, para que na multiplicidade coubesse o universo inteiro.

Pessoa: o nome perfeito para quem escolheu ser todas as pessoas possíveis.

Vou querer um ditado de palavras sobre isso de sentir saudade…

Se os mitos que vivem na mente humana fossem eliminados, a humanidade sofreria um colapso total, nunca visto e jamais imaginado.
F. Meirinho

Uma geração que se preocupa demais com as vitrines, um dia esqueceu as promessas.