Lagrimas de uma Mulher

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Para Melisso o ser deveria ser infinito - Parmênides dizia que o ser devia ser finito. Melisso defende o ser infinito porque ele não pode ter limites nem no tempo nem no espaço. Se o ser fosse finito ele teria que fazer limite com o vazio, o vazio é um não ser e é impossível que o ser seja limitado pelo não ser. O ser além de ser infinito é uno porque se fossem dois um deveria fazer limite com o outro e fazer limite significa limitar e o ser não pode ser limitado por outra coisa, mesmo outro ser. O ser não pode ter sido gerado pois se tivesse sido gerado ou se pudesse ter fim o ser seria finito no tempo, o ser seria limitado pelo tempo. O ser não pode ter vindo do nada nem pode acabar no nada, não pode ter início nem fim, ele vai além do tempo, nele o presente o passado e o futuro coincidem. O ser sempre foi é e sempre será.

O ser é também incorpóreo, mas esse incorpóreo não quer dizer que ele seja imaterial, ele tem que ser incorpóreo porque não pode ter uma forma e os corpos têm forma. Se o ser tivesse uma forma ele teria que ser limitado pois a forma tem limites e o ser não pode ter limites. Aqui Melisso novamente modifica a teoria de Parmênides, pois este acreditava que o ser era como uma esfera. O ser de Melisso não pode ter a aparência corpórea de uma esfera porque mesmo a esfera põe limite no ser e o ser é ilimitado. O ser é pleno e qualquer forma de vazio e nada não existem.

Melisso além de defender a unidade do ser defende também a imobilidade do ser contra a ilusão do mundo sensível que se apresenta como múltiplo e em constante movimento. O conhecimento sensível é falso e a prova disso é que ele demonstra ao mesmo tempo a coisa e a sua modificação mas se as coisas fossem verdadeiras elas não modificariam.
(de A Filosofia de Melisso de Samos)

Os vícios e os crimes andam sempre em companhia.

Vó e vô são nosso segundo pai e mãe. A casa deles, nos remete a infância, o natal, o ano- novo e a época em que éramos crianças.

⁠O amor é essencialmente perecível, quando nasce começa a morrer.

(Primo Basilio)

Pois o mundo que vejo não é o que vivo e o que vivo não é o que sonhei...

medo

é quando o coração se fecha por causa das dores passadas.

é quando as borboletas no estômago causam angústia.

é o que você sente em relação as pessoas depois de tantas partidas.

violência

é quando eu
deixo de ser eu

para ser aquilo que você acha que sou.

minhas palavras estão no passado
porque eu morri faz tempo.

a ansiedade que antes era boa
hoje em dia maltrata.

o coração ainda existe
mas já não sente mais.

Se não formos vigilantes e corajosos, continuamos na mesmice da rotina e decadência.

Não importa se sou diferente dos outros, mas sim se faço alguma diferença para os mesmos

Para que não se possa abusar do poder é preciso que, pela disposição das coisas, o poder freie o poder.

Eu sei que vocês receberam ordens de seu comandante, que as recebeu de seus superiores, para matar a população deste campo. Agora é a hora para fazer isto. Aqui estão eles. Eles estão todos aqui. Esta é a sua oportunidade. Ou vocês podem partir e retornar para suas famílias como homens em vez de assassinos.

Nunca se esqueça,
que o melhor lugar onde você pode morar,
é dentro do coração de um alguém!

'Se eu encontrasse com Deus perguntaria
: Por que é que sofremos tanto quando viemos pra cá ? Que dívida é essa que a gente tem que morrer para pagar ? Perguntaria também como ele foi feito, que não dorme não come e assim vive satisfeito. Por que foi que ele não fez a gente do mesmo jeito ? Por que existem uns felizes e outros que sofrem tanto ? Quem foi temperar o choro e acabou salgando o pranto ?'

Não tenha medo de mudar. Você pode perder alguma coisa boa, mas você pode ganhar algo ainda melhor.

Senhor, afasta de mim tudo o que não for bom, tudo o que não for digno⁠, tudo aquilo que me entristece, me ira e me tira a paz que só encontro em Ti.

Já cheguei à conclusão de que o analfabeto funcional é invencível, pois, se você tenta explicar que a sua opinião não é aquela que ele contestou, ele logo inventa uma terceira e, atribuindo-a a você, passa a atacá-la com ares de superioridade ainda mais sublimes.

É o julgamento solitário que cria a verdadeira intimidade do homem consigo mesmo e é também ele que cria a distância, o espaço interior no qual as experiências vividas e os conhecimentos adquiridos são assimilados, aprofundados e personalizados.