Lado

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Sol e Lua, fogo de amor e escuro de lado


Uma vez, a Lua olhou para o Sol e lhe perguntou:


— Ô, Sol, troque de lugar comigo uma vez e verá o inferno que eu sofro.


O Sol lhe respondeu:


— Ah, você nunca falou comigo antes. Na realidade, ninguém nunca falou comigo antes. Pois o planeta com vida mais próximo de mim é o planeta com vida mais longe de mim.


A Lua, inquietante, retornou sua pergunta:


— Sol, queres trocar de lugar comigo?


E o Sol respondeu:


— Não, estou bem em minha solidão vasta. Afinal, sou quente, diferente de você, que és gelada. Onde tem fogo, ninguém pisa. Onde tem mistério, todos querem desvendar.


A Lua não se enfureceu. Ela só disse seus problemas para o Sol:


— Meu amigo, ainda não sei como estou viva. Eles dizem que sou domínio deles. Eles brigam para pisar em mim, ameaçam-se matar uns aos outros. E eu vejo isso com olhos atentos, esperando que algo aconteça, mas nunca acontece. Outros proclamam a paz e muito a guerra.


O Sol lhe responde:


— Que bom, você tem algo a ver. O máximo que eu consigo enxergar são os asteroides passando por cima de mim e na minha frente. Na realidade, eles nunca passam por mim. Quando um está vindo, ele evapora. Meu calor é tão grande que o planeta mais próximo de mim se tornou pequeno.


A Lua se cala por exatamente doze anos humanos.


Se passou o tempo.


A Lua e o Sol não conversavam, até que a Lua retornou e fez a mesma pergunta que fez na primeira conversa:


— Sol, lhe suplico, por favor, troque de lugar comigo, pelo menos um único dia. Quero descansar de tudo isso.


E o Sol lhe responde:


— Oh, jovem, querias muito, mas, para aquele que viveu solitário por toda a sua vida, ver pequenos seres seria uma maravilha. Mas logo ficaria chato.


E a Lua retruca:


— Para quem vê eles todos os dias, pelo menos um dia seria bom.


E o Sol rebate:


— Os outros dias seriam inquietantes e você pensaria em voltar.


A Lua não se cala. Ela volta e pede novamente:


— Sol, por favor, se compadeça de mim e troque de lugar, pelo menos duas horas, três segundos. Quero respirar desses humanos. Eles pensam que sou objeto.


Riu o Sol:


— Jovem, queria ter esse direito de escolha que você tem. Se sair daqui, os planetas fogem. Imagine um homem malhado e caminhões amarrados por cordas que vão às mãos do moço. Se ele fizer um pouco mais de força, o caminhão mais próximo dele é devorado. Se ele levar a mão a ser leve, o mais distante foge. Aproveitas quando pode. Sua única missão é proteger criaturas.


Mas a Lua retruca:


— É melhor dar minha vida para proteger, digo, para segurar planetas, do que proteger criaturas que pouco a pouco vão me destruir.


O Sol responde:


— Não lhe entenda mal. Esses humanos fazem isso porque, bem, está em sua natureza. Quando eu fui criado, foi para uma missão. E quando tu foste criada, foi para outra missão. Lua, não se desfaça deles. Acreditas que é em eles, mesmo eles querendo lhe derrotar. Bem, voltando à sua pauta, se eu fosse aí, tudo o que estivesse em minha frente seria destruído.


A Lua então pede novamente:


— Por favor, Sol, troque de mim. Esse fado me deixa. Para mim parece mais tranquilo.


E o Sol lhe responde:


— Se eu fosse aí, este planeta seria minha Lua. Ou nem existiria. Para ele, eu sou como a menor das formigas olhando para uma baleia-azul, a maior de sua espécie.


— Nossa, o planeta dele é tão pequeno assim? — exclamou a Lua.


— Aos teus olhos, eles são grandes. Aos meus, eu nem enxergo.


A Lua cita:


— Mas aqui tu és tão pequeno. Se parece com meu tamanho.


E o Sol lhe diz:


— Veja como a vista engana. Eu sou um milhão de vezes maior do que a Terra, talvez um trilhão, um quilhão.


A Lua se surpreendeu. Talvez, naquele momento, ela tenha entendido que o Sol nunca foi abençoado com sua solidão.


Ela deu uma última olhada aos homens e, para que não aperreasse o Sol novamente, chorou sem que os pequeninos a vissem.


Ela girou seu rosto ao lado escuro do espaço.


E assim, as estrelas que brilhavam distantes perguntaram a ela:


— Ô, Lua, por que choras do lado mais obscuro do espaço? Do outro é melhor, tem luz.


E a Lua responde às estrelas:


— Se olhar para lá, vou ver a minha dor, que faz eu chorar. Vendo vocês, de certa forma consigo paz.


As estrelas olham para a Lua e dizem novamente:


— Estamos tão longe umas das outras. Somos tão grandes, mas ainda não conseguimos nos tocar. E conversamos como se não houvesse leis que proibissem nosso diálogo, de tão distante. Olha, Lua, se pudéssemos ver esses moços destruindo pelo menos uma lata, adoraríamos. Mas estamos distantes. Você deveria estar orgulhosa de ter na posse de seu território o único planeta com vida.


— E, na realidade, você chora. Entendemos, claro. Eles lhe destroem por fora. Mas lembre-se: tu és uma rocha brilhante à noite. E eles são carne e osso. Também somos luz, luz distante.


Mas a Lua exclama:


— É porque não são vocês no meu lugar. Se fossem, já teriam pedido a rico.


Então uma estrela velha lhe disse:


— Sabia que muitas de nós já estão mortas?


A Lua questiona:


— Por quê?


E responde a estrela:


— Para que a nossa luz chegasse a eles, demora milhões, até mesmo trilhões de anos. E, até lá, nosso fado já morre. Aqui lhe falo que minha vida se vai. O que começa contigo não é minha matéria, é minha luz. O espaço é tão vasto que qualquer planeta com vida deve ser vangloriado.


A Lua fala novamente:


— Sinto pena de vocês. Mas, se estivesse no meu lugar, preferiam ficar isoladas umas das outras?


E a estrela diz:


— Está vendo aquela grande estrela ali? Ela que mantém tudo vivo. Se ela pelo menos se mexer um pouco para trás ou um pouco para frente, tudo o que seu olho ver desaparece.


— Por quê? — disse a Lua.


— Consulte-lhe — diz a estrela.


E a estrela, com rapidez, lhe responde:


— Oras, não vê? Ela é grande porque ela tem tantas densidades que os outros planetas se acolhem nela. Imagine que ela é sua mãe ou seu pai. Ficará melhor como pai? Ele é o Sol, no caso. Quando tu estás triste, quem lhe levanta? Seu pai. Claro, às vezes, como, por exemplo, nós, asteroides, não temos pais. Temos criador.


A Lua pensa, agradece e retorna ao seu rosto aos humanos e dá-lhes novamente um bom dia ao Sol.


Fim.Sol e Lua, fogo de amor e escuro de lado


Uma vez, a Lua olhou para o Sol e lhe perguntou:


— Ô, Sol, troque de lugar comigo uma vez e verá o inferno que eu sofro.


O Sol lhe respondeu:


— Ah, você nunca falou comigo antes. Na realidade, ninguém nunca falou comigo antes. Pois o planeta com vida mais próximo de mim é o planeta com vida mais longe de mim.


A Lua, inquietante, retornou sua pergunta:


— Sol, queres trocar de lugar comigo?


E o Sol respondeu:


— Não, estou bem em minha solidão vasta. Afinal, sou quente, diferente de você, que és gelada. Onde tem fogo, ninguém pisa. Onde tem mistério, todos querem desvendar.


A Lua não se enfureceu. Ela só disse seus problemas para o Sol:


— Meu amigo, ainda não sei como estou viva. Eles dizem que sou domínio deles. Eles brigam para pisar em mim, ameaçam-se matar uns aos outros. E eu vejo isso com olhos atentos, esperando que algo aconteça, mas nunca acontece. Outros proclamam a paz e muito a guerra.


O Sol lhe responde:


— Que bom, você tem algo a ver. O máximo que eu consigo enxergar são os asteroides passando por cima de mim e na minha frente. Na realidade, eles nunca passam por mim. Quando um está vindo, ele evapora. Meu calor é tão grande que o planeta mais próximo de mim se tornou pequeno.


A Lua se cala por exatamente doze anos humanos.


Se passou o tempo.


A Lua e o Sol não conversavam, até que a Lua retornou e fez a mesma pergunta que fez na primeira conversa:


— Sol, lhe suplico, por favor, troque de lugar comigo, pelo menos um único dia. Quero descansar de tudo isso.


E o Sol lhe responde:


— Oh, jovem, querias muito, mas, para aquele que viveu solitário por toda a sua vida, ver pequenos seres seria uma maravilha. Mas logo ficaria chato.


E a Lua retruca:


— Para quem vê eles todos os dias, pelo menos um dia seria bom.


E o Sol rebate:


— Os outros dias seriam inquietantes e você pensaria em voltar.


A Lua não se cala. Ela volta e pede novamente:


— Sol, por favor, se compadeça de mim e troque de lugar, pelo menos duas horas, três segundos. Quero respirar desses humanos. Eles pensam que sou objeto.


Riu o Sol:


— Jovem, queria ter esse direito de escolha que você tem. Se sair daqui, os planetas fogem. Imagine um homem malhado e caminhões amarrados por cordas que vão às mãos do moço. Se ele fizer um pouco mais de força, o caminhão mais próximo dele é devorado. Se ele levar a mão a ser leve, o mais distante foge. Aproveitas quando pode. Sua única missão é proteger criaturas.


Mas a Lua retruca:


— É melhor dar minha vida para proteger, digo, para segurar planetas, do que proteger criaturas que pouco a pouco vão me destruir.


O Sol responde:


— Não lhe entenda mal. Esses humanos fazem isso porque, bem, está em sua natureza. Quando eu fui criado, foi para uma missão. E quando tu foste criada, foi para outra missão. Lua, não se desfaça deles. Acreditas que é em eles, mesmo eles querendo lhe derrotar. Bem, voltando à sua pauta, se eu fosse aí, tudo o que estivesse em minha frente seria destruído.


A Lua então pede novamente:


— Por favor, Sol, troque de mim. Esse fado me deixa. Para mim parece mais tranquilo.


E o Sol lhe responde:


— Se eu fosse aí, este planeta seria minha Lua. Ou nem existiria. Para ele, eu sou como a menor das formigas olhando para uma baleia-azul, a maior de sua espécie.


— Nossa, o planeta dele é tão pequeno assim? — exclamou a Lua.


— Aos teus olhos, eles são grandes. Aos meus, eu nem enxergo.


A Lua cita:


— Mas aqui tu és tão pequeno. Se parece com meu tamanho.


E o Sol lhe diz:


— Veja como a vista engana. Eu sou um milhão de vezes maior do que a Terra, talvez um trilhão, um quilhão.


A Lua se surpreendeu. Talvez, naquele momento, ela tenha entendido que o Sol nunca foi abençoado com sua solidão.


Ela deu uma última olhada aos homens e, para que não aperreasse o Sol novamente, chorou sem que os pequeninos a vissem.


Ela girou seu rosto ao lado escuro do espaço.


E assim, as estrelas que brilhavam distantes perguntaram a ela:


— Ô, Lua, por que choras do lado mais obscuro do espaço? Do outro é melhor, tem luz.


E a Lua responde às estrelas:


— Se olhar para lá, vou ver a minha dor, que faz eu chorar. Vendo vocês, de certa forma consigo paz.


As estrelas olham para a Lua e dizem novamente:


— Estamos tão longe umas das outras. Somos tão grandes, mas ainda não conseguimos nos tocar. E conversamos como se não houvesse leis que proibissem nosso diálogo, de tão distante. Olha, Lua, se pudéssemos ver esses moços destruindo pelo menos uma lata, adoraríamos. Mas estamos distantes. Você deveria estar orgulhosa de ter na posse de seu território o único planeta com vida.


— E, na realidade, você chora. Entendemos, claro. Eles lhe destroem por fora. Mas lembre-se: tu és uma rocha brilhante à noite. E eles são carne e osso. Também somos luz, luz distante.


Mas a Lua exclama:


— É porque não são vocês no meu lugar. Se fossem, já teriam pedido a rico.


Então uma estrela velha lhe disse:


— Sabia que muitas de nós já estão mortas?


A Lua questiona:


— Por quê?


E responde a estrela:


— Para que a nossa luz chegasse a eles, demora milhões, até mesmo trilhões de anos. E, até lá, nosso fado já morre. Aqui lhe falo que minha vida se vai. O que começa contigo não é minha matéria, é minha luz. O espaço é tão vasto que qualquer planeta com vida deve ser vangloriado.


A Lua fala novamente:


— Sinto pena de vocês. Mas, se estivesse no meu lugar, preferiam ficar isoladas umas das outras?


E a estrela diz:


— Está vendo aquela grande estrela ali? Ela que mantém tudo vivo. Se ela pelo menos se mexer um pouco para trás ou um pouco para frente, tudo o que seu olho ver desaparece.


— Por quê? — disse a Lua.


— Consulte-lhe — diz a estrela.


E a estrela, com rapidez, lhe responde:


— Oras, não vê? Ela é grande porque ela tem tantas densidades que os outros planetas se acolhem nela. Imagine que ela é sua mãe ou seu pai. Ficará melhor como pai? Ele é o Sol, no caso. Quando tu estás triste, quem lhe levanta? Seu pai. Claro, às vezes, como, por exemplo, nós, asteroides, não temos pais. Temos criador.


A Lua pensa, agradece e retorna ao seu rosto aos humanos e dá-lhes novamente um bom dia ao Sol.


Fim.

A independência de quem julga somente encontra legitimidade quando caminha ao lado da responsabilidade de justificar.

Meu coração é vermelho
e aponta o lado esquerdo.

O que realmente importa não está do lado de fora, mas dentro da gente. O que somos de verdade está nas coisas que os olhos não veem: no coração que bate, no sangue que corre, na cabeça que pensa, nas partes do corpo que se refazem e na respiração que não para. É essa força da vida que nos segura, que nos faz andar e que diz quem nós somos.


O que a gente vê por fora – a cara que a gente faz ou o que os outros enxergam – é passageiro, é como uma sombra que um dia some.


O corpo, com seu formato e sua cara, é só uma roupa por um tempo. Ele fica velho, cansado e um dia acaba. Mas o que a gente é de verdade – a vida, o espírito – vai além disso. No fim, a gente deixa o corpo, mas o nosso verdadeiro eu não morre nunca.


Por isso, tudo que a gente busca lá fora, tudo que a gente tenta ganhar ou mostrar para os outros, não pode dizer quem a gente é de verdade. O que somos, o que nos faz seguir em frente, o que dá valor à nossa vida, mora aqui dentro. E é esse mundo dentro da gente que manda na nossa vida, muito mais do que as aparências e as coisas que um dia vão embora.

Quem não tem espaço para desabafar com a pessoa que está do lado, está do lado errado.

Equilíbrio individual é deixar de lado o excesso e viver apenas o necessário para si.

De um lado, a galera da esquerda;
Do outro lado, a galera da direita;


Ambos os lados brigando, se matando, se dividindo em um conflito sem fim...


Enquanto isso, no meio de tudo isso, o cérebro, que controla ambos os lados, segue tranquilo. E quem está realmente no controle? São os banqueiros, megaempresários, investidores, financiadores e filantropos, que, como sombras, manipulam o mercado financeiro, roubando tudo do povo. O povo, por sua vez, está preso em um jogo de egos e crenças, defendendo posições e oposições que, na realidade, são ilusórias. Essas divisões, criadas e alimentadas estrategicamente pelos próprios dominantes, mantêm todos ocupados, distraídos e divididos, enquanto os verdadeiros poderosos continuam a manipular e a se enriquecer à custa da ignorância e da luta entre as massas.

Entre seguir o lado esquerdo ou direito, prefiro seguir minha própria consciência.

O tempo que você gasta trabalhando no que não gosta é o tempo que você perde deixando de lado o seu sentido no mundo.

Só existem dois lados políticos: o lado do povo e o lado do poder;


O resto é estratégia do poder para dividir o povo em vários lados, para o poder continuar.

A melhor forma de analisar se sua sintonia realmente combina com quem você está ao lado é no silêncio. Se o silêncio incomodar, é porque sua presença ou a da pessoa, no fundo, não combina.

É melhor fazer do que deixar de lado, independente da quantidade; pois consistência e determinação são tudo.


⁠⁠Por muito tempo, desejava dormir e acordar ao lado de um homem bruto no carinho, atencioso, que tivesse o dom do Amar e ser amado, mas eu adiava sempre, esse sonho, esse desenho.....
Hoje eu propago, aconselho, as pessoas viverem seus sonhos, seus desejos e delírios de amor.
Vivam suas fantasias, ilusões, seus desejos, pois nada dura, para sempre, tudo é ilusão, tudo é passageiro, a vida passa muito rápido, não espera você dividir o que te faz bem....Ame .
Natalirdes Botelho

Desejo que a filha da empregada doméstica possa frequentar a universidade ao lado do filho da patroa e ter as mesmas oportunidades que os qualificados.


É uma questão de oportunidade!

Cada minuto ao seu lado se transforma em uma eternidade de alegria. Seu sorriso ilumina meus dias, seu carinho aquece meu coração e sua presença torna tudo mais bonito e especial. Ao seu lado, o tempo parece ganhar um novo significado: os instantes mais simples se tornam memórias preciosas, onde cada palavra compartilhada fazem meu amor por você crescer ainda mais.

Estar ao seu lado tem tornado meus dias muito mais leves e felizes. Cada momento com você é especial, e a cada dia meu coração encontra ainda mais motivos para te amar.

O mundo já tinha as suas cores, mas ter você ao meu lado transformou a própria vida em pura obra de arte, pintada com os traços do nosso amor.

Estar ao seu lado traz uma felicidade leve que acalma a rotina. É um amor feito de ternura em toques suaves, abraços demorados e carinho sincero, mas que se transforma em paixão intensa no calor da pele e no desejo de nos perdermos sem pressa.

Bom dia, meu amor!

O sábado chegou mansinho, feito para ser vivido ao seu lado. Que hoje o tempo desacelere, que não faltem bons momentos, risadas sinceras e aquelas histórias que fazem o coração sorrir mais forte. Cada instante ao seu lado é o que torna qualquer dia — e especialmente este — perfeito. Que o nosso sábado seja leve, doce e inteiramente nosso. Te amo!

Que o nosso desejo de caminhar lado a lado seja sempre maior que qualquer obstáculo. Que, nos dias leves ou difíceis, nunca nos falte amor, cumplicidade e cuidado. Que um seja abrigo para o outro, segurando a mão, acolhendo o coração e escolhendo ficar. Porque amar você é querer caminhar juntos, cuidar de nós e fazer do nosso amor o nosso lugar favorito.