Laços de Família
Uma família não se consiste apenas em laços de sangue, podemos constituir esse sentimentos com pessoas que estão ao nosso lado diariamente.
Bom dia!
Difícil os laços que a vida te dá
Quando criança nem sabe o que é,
Ama família, vive por nada,
Sem sabe o que quer
Daí adolescente só sente o contrário
Acha que tudo é errado
Que vc é o coitado
E sofre querendo somente atenção
Depois vai crescendo e piora então
Agora adulto, mas sem nenhum
Quando mais jovem achei
Que envelhecer traria algum
Sentindo para esse viver
Mas não só continuamos a crescer
Não que objetivamos o significado
Mas nessa realidade, só tem valor errado?
Por que não contestar?
Por que não dialogar?
Por que não tentar mudar?
Por que deixamos de acreditar?
Mas isso me faz lembrar
Há seis anos que não escrevo
Quero as vezes, faço, mas não sinto mais apreço, simplesmente pq desisti de tentar mostrar. Antes queria ensinar, era o que eu achava, na verdade em meu ego eu pensava em mostrar minha verdade, e impor por minha necessidade algo que não era
Ouvido.
Kabal Simmons
Voltando hj e agora produtividade a mil.
“Família nem sempre é laço de sangue…
Às vezes, é laço de alma.
É quem fica quando o mundo se afasta quem escuta quando o silêncio dói.
Família é amor…não herança.”
Aniz
Cultive os laços que realmente importam, pois uma família unida e amorosa é o maior tesouro que podemos deixar como legado. O brilho de uma família que se ama e se apoia é o reflexo do amor de Deus em nossas vidas, e isso é algo que não pode ser comprado ou substituído por qualquer riqueza material.
Vamos amar a família e valorizar os amigos e vizinhos! Esses são os laços que nos sustentam e nos fazem sentir conectados. A família nos dá raízes, os amigos nos dão asas e os vizinhos nos dão um senso de comunidade.
Às vezes, a vida não é trilha de um só,
no nó da família, o laço vira nó.
Por mais que o rosto tente o brilho sustentar,
há um peso invisível que faz tudo desabar.
Os problemas não guardam RG ou lugar,
a raiva e a dor insistem em contagiar.
Tento ser ilha, viver o meu norte,
mas o sangue é o rio que corre mais forte.
Psíquico e espírito em fios emaranhados,
meus passos, por eles, parecem travados.
Quero a partida, a estrada, o além,
mas a culpa me puxa e me prende também.
Como seguir, sem ao peso me entregar,
se deixá-los para trás parece me abandonar?
Ass Roseli Ribeiro
família é sobre laços
não só sanguíneos
mas afetivos
é sobre quem você abraça
e se sente salvo
se sente em casa
e esse tipo de laço
eu garanto
não vira nó
“O sangue que uniu coroas… também ergueu trincheiras. E no final, nem o laço de família foi capaz de salvar impérios condenados.”
EM FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Entre família não se trata apenas de laços consanguíneos, mas de um complexo entrelaçamento de consciências que se encontram sob o mesmo teto para um aprendizado mútuo, silencioso e contínuo. A convivência familiar é, em sua essência, um laboratório moral, onde as imperfeições se revelam sem adornos e as virtudes são convocadas à prática diária.
No ambiente doméstico, as máscaras sociais se dissipam. Aquilo que o indivíduo oculta no convívio público emerge com espontaneidade entre os seus. É nesse cenário que o orgulho se evidencia, que a impaciência se manifesta e que o egoísmo, muitas vezes sutil, denuncia-se em pequenos gestos e palavras. Contudo, é também ali que a renúncia encontra espaço, que o perdão se exercita e que a caridade deixa de ser discurso para tornar-se atitude concreta.
Entre família, as divergências não são falhas do sistema afetivo, mas instrumentos pedagógicos da existência. Cada conflito carrega em si uma oportunidade de lapidação interior. Aquele que compreende tal mecanismo deixa de exigir perfeição alheia e passa a responsabilizar-se por sua própria transformação íntima.
Sob a ótica espírita, a família não se constitui ao acaso. Espíritos afins ou necessitados de reajuste reencarnam juntos, atraídos por leis de afinidade e de reparação. Assim, muitos dos desafios enfrentados no seio familiar não são castigos, mas reencontros providenciais destinados à harmonização de débitos pretéritos e ao fortalecimento dos vínculos verdadeiros.
É por isso que amar entre família exige mais do que sentimento. Exige disciplina emocional, vigilância constante e, sobretudo, humildade. Amar, nesse contexto, é ceder quando necessário, compreender antes de julgar e silenciar quando a palavra pode ferir mais do que esclarecer.
Não há evolução autêntica que prescinda do convívio familiar. É ali, no cotidiano aparentemente simples, que o espírito se prova, se revela e se reconstrói.
E aquele que aprende a amar verdadeiramente dentro de casa, ainda que entre dores e renúncias, torna-se apto a irradiar ao mundo uma luz que não se apaga diante das adversidades, porque foi acesa no lugar mais difícil e mais sagrado da existência.
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as dores que atravessam o espírito humano, poucas são tão lancinantes quanto a ingratidão dos filhos. A pobreza pode ferir o corpo. A enfermidade pode consumir os dias. As perseguições sociais podem dilacerar a dignidade. Contudo, quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre.
O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta essa questão não apenas como drama psicológico ou conflito social, mas como fenômeno espiritual de longa duração, vinculado aos processos reencarnatórios, às leis de afinidade moral e às reparações do pretérito. A Doutrina Espírita desloca o problema da mera ótica biológica e o eleva à dimensão transcendente da consciência imortal.
A família, segundo o Espiritismo, não é simples agrupamento consanguíneo formado pelo acaso biológico. Antes de tudo, constitui reencontro de Espíritos ligados por afinidades, débitos, afetos, antagonismos e necessidades de crescimento mútuo. Muitas vezes, aqueles que hoje se chamam pai, mãe, filho ou irmão já estiveram unidos em existências pretéritas sob outras circunstâncias. O amor pode reunir. O ódio também. A reparação moral frequentemente reorganiza os vínculos que outrora foram destruídos pelo orgulho, pela violência ou pelo abandono.
É precisamente nesse ponto que o texto de Santo Agostinho adquire profundidade filosófica admirável. O Espírito que desencarna não abandona instantaneamente suas paixões. Leva consigo ressentimentos, desejos, tendências e marcas psicológicas profundamente sedimentadas. A morte não santifica ninguém. Apenas remove o invólucro físico. A individualidade prossegue sendo aquilo que moralmente construiu em si mesma.
Por essa razão, muitos Espíritos carregam para além do túmulo animosidades violentas. Alguns despertam para o arrependimento e compreendem que somente a caridade pode libertá-los da própria inferioridade. Entretanto, compreender não significa vencer imediatamente. A consciência vacila entre o desejo de renovação e os impulsos cristalizados do passado. Surge então o drama íntimo da reforma espiritual.
Em diversos casos, segundo a ótica espírita, o Espírito pede para renascer exatamente no seio da família daqueles a quem odiou ou por quem foi odiado. A reencarnação converte-se, assim, em mecanismo educativo da Providência Divina. O antigo adversário retorna como filho. O ofendido reaparece como pai. O perseguidor nasce sob os cuidados daquele que perseguiu. A convivência doméstica torna-se oficina de reconciliação.
Sob essa perspectiva, muitas antipatias aparentemente inexplicáveis da infância deixam de ser vistas como simples caprichos temperamentais. Existem crianças que, desde muito cedo, demonstram rejeição intensa, revolta desproporcional ou frieza afetiva sem causa aparente na atual existência. O Espiritismo interpreta certos casos como reminiscências emocionais profundas, impressões subconscientes oriundas de experiências anteriores ainda não pacificadas.
Tal entendimento não pretende estimular fatalismos psicológicos nem justificar abusos familiares. Pelo contrário. A Doutrina Espírita responsabiliza moralmente os pais pelo esforço educativo e afetivo destinado ao progresso espiritual dos filhos. A educação deixa de ser mero preparo intelectual e transforma-se em tarefa sacramental da alma.
O lar converte-se em laboratório moral.
Cada gesto dos pais modela estruturas psíquicas profundas na criança. A indulgência excessiva fortalece o egoísmo. A ausência afetiva alimenta inseguranças futuras. A violência verbal produz traumas silenciosos. A negligência moral favorece tendências destrutivas já existentes no Espírito reencarnante. Assim, o Espiritismo compreende que educar não é apenas ensinar regras sociais, mas auxiliar o Espírito a dominar suas imperfeições ancestrais.
A metáfora utilizada no texto é extremamente significativa. Os pais devem agir como jardineiros atentos, cortando os rebentos defeituosos antes que se transformem em raízes profundas. O orgulho e o egoísmo, se alimentados desde cedo, convertem-se mais tarde em ingratidão, insensibilidade e endurecimento moral.
Sob o prisma psicológico, percebe-se aqui extraordinária lucidez acerca da formação da personalidade humana. A infância constitui período de plasticidade emocional intensa. Tendências morais podem ser fortalecidas ou enfraquecidas conforme o ambiente afetivo, os exemplos familiares e os estímulos recebidos. O Espiritismo antecipa, em muitos aspectos, reflexões modernas sobre condicionamento emocional, desenvolvimento ético e estruturação psíquica da consciência.
Entretanto, o Evangelho Espírita também consola os pais que, apesar de todos os esforços sinceros, enfrentam filhos ingratos ou moralmente perturbados. Nem toda responsabilidade pertence à família atual. Existem Espíritos profundamente comprometidos consigo mesmos, resistentes ao progresso, que utilizam o livre-arbítrio para permanecerem estacionários. Nesses casos, o sofrimento dos pais converte-se em prova expiatória e testemunho de perseverança moral.
As dores domésticas possuem singular intensidade porque atingem diretamente o centro afetivo da alma. Há indivíduos que suportam heroicamente a fome, a miséria e as humilhações sociais, mas desmoronam diante da indiferença de um filho. Isso ocorre porque os laços familiares penetram regiões profundas da sensibilidade humana. O coração paterno e materno frequentemente ama sem condições, sem contratos e sem medidas.
Quando esse amor não encontra reciprocidade, instala-se uma das mais amargas experiências da existência terrestre.
Todavia, o Espiritismo procura impedir que a dor se transforme em desespero absoluto. A reencarnação relativiza o instante presente. O filho ingrato de hoje pode tornar-se amanhã o Espírito arrependido que retornará buscando reconciliação. Nenhum sofrimento é eterno. Nenhuma consciência permanece para sempre endurecida. A justiça divina opera através de séculos invisíveis ao olhar humano.
Há também dimensão sociológica extremamente relevante nesse ensinamento. Em épocas marcadas pelo individualismo exacerbado, pela dissolução dos vínculos familiares e pela cultura do imediatismo, a ingratidão filial tornou-se fenômeno cada vez mais recorrente. Muitos pais envelhecem abandonados emocionalmente. Tornam-se instrumentos utilitários descartados após cumprirem funções materiais. A sociedade contemporânea frequentemente estimula autonomia sem responsabilidade moral, liberdade sem dever e prazer sem gratidão.
O resultado inevitável é a erosão dos laços afetivos.
O Espiritismo propõe caminho oposto. A família não é prisão cármica destinada apenas ao sofrimento, mas instituição educativa da alma. É dentro dela que o Espírito aprende tolerância, renúncia, perdão, disciplina emocional e fraternidade. As imperfeições que emergem no convívio doméstico revelam precisamente aquilo que ainda necessita ser curado.
Por isso Santo Agostinho conclui exortando os pais a acolherem até mesmo os filhos difíceis como irmãos espirituais em processo de restauração. Muitas vezes, aqueles que mais causam perturbação são justamente os que mais necessitam de amparo moral. A família verdadeira não se define apenas pela harmonia natural, mas pela capacidade de permanecer unida diante das provas.
Existe profunda grandeza espiritual na mãe que continua amando o filho ingrato. Existe heroísmo invisível no pai que persevera orientando aquele que o despreza. Tais criaturas silenciosas carregam cruzes morais que raramente são compreendidas pela sociedade, mas que possuem elevado valor diante das leis divinas.
A ingratidão dos filhos não representa apenas falha afetiva humana. Em muitos casos, constitui reflexo de conflitos antigos ainda não resolvidos entre consciências imortais. E os laços de família, longe de serem acidentes biológicos passageiros, revelam-se instrumentos providenciais para a reconstrução do amor onde outrora existiram ruínas morais.
Porque, diante da eternidade, nenhuma lágrima sincera é inútil. Nenhuma renúncia amorosa permanece esquecida. E nenhum coração que verdadeiramente ama atravessa as sombras da existência sem recolher, mais cedo ou mais tarde, as claridades da redenção espiritual.
Fontes consultadas.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Santo Agostinho
O Livro dos Espíritos
José Herculano Pires
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"A família não é mais formada obstante os laços formais e de consanguinidade,mas pela afinidade psíquica e cultural"
Deus na sua imensa sabedoria, nos deixou a Família como porto seguro, como laço de amizade, como expressão de amor.. Amor esse, que muitas vezes gera conflitos, estes por um instante, não compreendidos.
Pois bem.. eis o Amor! Aquele que não conseguimos compreender nem alcançar.. não se explica, simplesmente É, simplesmente nasce e acontece. Quanto a nós, em toda liberdade que nos é dada, resta amar. E a família é o lugar mais belo que O Senhor preparou para cultiva-lo todos o dias!!
LAÇOS DE FAMILIA
Leia: Gênesis 37:1-4,13-20
Eles viram José de longe e, antes que chegasse perto, começaram a fazer planos para matá-lo ( v.18 ).
Examine: Acima de tudo, amem sinceramente uns aos outros, pois o amor perdoa muitos pecados ( 1 Pedro 4:8 ).
Considere: Sua família influenciou a visão que você tem de si mesmo ? Suas experiências moldaram a sua visão de Deus ? Ele pode usar os traumas familiares para fortalecê-lo ?
O barulho indicava problemas. Nossos pais tinham saído e minha irmã e eu começamos uma guerra de purê de batata, em vez de lavar os pratos. Persegui-a escada abaixo, determinada a não permitir que ela ganhasse apesar de eu ser a mais nova. Os louros da vitória se foram quando ela não viu uma porta e seus óculos se espatifaram. Seríamos punidas com certeza.
Planejada por Deus para dar sentido dar sentido à nossa identidade, a família é um dos lugares onde descobrimos nossos gostos, habilidades e como nos relacionar uns com os outros. É nela que em famílias mais estruturadas temos que lidar com ressentimentos que nos fazer acreditar em falsos conceitos sobre nós mesmos.
Ao lermos a história de José, muitas vezes nos concentramos nos sofrimentos que ele enfrentou devido ao ciúme dos irmãos. Ela ensina sobre o perdão ( Gênesis 50:20-21 ), e demonstra como as questões familiares atingem profundamente o coração.
José era primogênito da esposa favorita de Jacó ( Gênesis 30:21-24 ), era o predileto e seus irmãos sabiam disso ( v.4 ). Uma coisa é enfrentar a desaprovação dos pais por não ter feito a lição de casa, outra é imaginar-se um fracassado, simplesmente porque nasceu da mulher errada ( v.2 ). Acreditando que Jacó os rejeitara ao preferir José, seus irmãos se vingaram rasgando sua túnica e sua dignidade ( vv.20-24 ).
Desde o início da criação, os relacionamentos familiares são difíceis ( Gênesis 4:8 ). Os conflitos são inevitáveis. Trabalhando através da natureza pecaminosa do homem, o inimigo coloca os membros da família uns contra os outros ( Miqueias 7:6 ).
Reagir às mágoas, magoando os outros só perpetua o ciclo. Alinhar nossos corações ao de Deus, entretanto, permite o início da cura e a restauração ( Lucas 1:17 ). - Regina Franklin
Nobre é aquele cuja família transcendeu aos laços de sangue.Aqueles a quem escolhemos estar, ser e viver para amar. Aqueles cuja as forças desse laço provocam o poder de romper quaisquer barreiras que nos sobrevêm. Força essa que mesmo de longe trás o abrigo e a presença como de perto. Abrigo esse de cuidado, de hombridade, de sorrir e de fazer valer o tempo, de poder perceber que até as angústias provam o quanto estamos vivos, e que as frustrações nos trazem o alívio de poder enxergar as coisas ao redor de forma diferente.
A solidão só dói por uma causa, porém as outras 99 causas são alegrias e boas lembranças. Essas porém sobrepujam todas as agruras e espinhos.
Amigos somente existem quando escolhemos ama-los!
"Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei; que dessa mesma maneira tenhais amor uns para com os outros."
[João 13:34]
Enfeitam-se os laços de família,
Das riquezas da vida os adereços.
Quão agraciado eu sei que sou,
Mesmo sabendo que não mereço.
agosto 31
... mais que laço literário une machado a rocha... cinco décadas celebrada em família formada... não há reizinho que mande em menina bonita do laço de fita... amigo é comigo e isso ninguém me tira... faz muito tempo que aprendi com as coisas que a gente fala que este admirável mundo louco não é um conto de fadas...
Relações interessantes são
os laços de família.
Uma relação de afeto de
uma vida inteira, ora perto,
ora longe.
E, às vezes, até parece
estranho; o esquecimento
que temos de irmãos,
sobrinhos, netos.
Quase não há diálogo!
Então, você se dá conta de
que o tempo passou sem
que o "eu te amo" fosse dito,
ou um telefonema para
sabermos notícias.
Como se fôssemos imunes
à solidão e a saudade.
Mas, então com o tempo,
vem a dor e a tristeza.
Da- se conta, de que ainda
há tempo.
Tempo de ligar, falar, dizer
sobre amor guardado na alma.
E então fala-se!
E tudo se torna doce e vivo,
feito sol de verão.
E a paz toma conta de nós.
É família, é afeição, é coração.
É puro amor.
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