Julgamentos
Borro a minha maquiagem, mas não saio do salto!
Escuto julgamentos sobre a minha postura
Mas não deixo de amar... Quando gosto
Pouco me importa quem errou;
Menos ainda de quem acertou
Sobre o reflexo do espelho
Colho o que me restou;
E continuo a insistir no sentimento de amor
Pois não é para sempre essa tal de dor
Só me leia para me entender, por favor!
Não costumo me importar com julgamentos alheios
Pois dos meus erros e pecados só me fazem
Mais saliente para a minha vida;
As bajulações não me seduzem e os julgamentos não me causam medos... Sou assim como me veem e não como querem que eu seja!
Os pensamentos que a mim se direcionam e que fazem julgamentos infundados
Serão os mesmos que estarão construindo indecências com o meu corpo
E também estará estremecendo a tua razão para que acaricie-me
Com o calor e sabor que a sua imaginação criará;
E o teu arrepio se fundirá com o delicioso prazer de minha boca
Estando a espera de minha língua quente e áspera para te satisfazer
Te conduzir e te seduzir como mereças... Basta te exaltar como uma mulher de verdade;
O tempo é o mestre em verdade
Desfaz as hipocrisias, supera julgamentos
E eleva o seu próprio caráter;
Enquanto o meu coração me falar que devo prosseguir... Farei sem me preocupar com julgamentos alheios!
Minha coragem entrelaçado com a minha determinação é a força para que eu supere cada obstáculos em meu caminho;
Não me faço vitima desse verbo agressor
Nem por todos os julgamentos pelo que
vi, que faço e por quem eu sou!
Somente luto para superar todos esses
preconceitos... E não espero todo
entendimento, mas acho que sou
digno de todo respeito!
Guarde a sua pena para quem for merecedor
Por que quem gosta de ironia é piada
e não irei rir para o seu preconceito;
Saiba que continuarei a caminhar
porque sou feito de superação
Sou luz, sou sentimento
para iluminar o meu coração...
Minha vida vem de encontro ao meu silêncio que com desafios intensos tentam calar julgamentos incertos;
O mundo grita acusação que quase nunca consigo calar a solidão de ser só dois;
Meus problemas vivem em conflitos em mim, e sou invadido por olhares que me vasculham todo um passado medindo em centímetro o resumo de minha vida;
Só entendo a voz da razão que me dá acalento e me protegendo desse meu turbilhão que explode a cada olhar;
Mas me liberto ao meu querer destacando tudo a minha volta em que me faz bem;
Acho perda de tempo ouvir julgamentos de quem não sabe e nem muito menos entende das minhas lutas diárias para ficar de pé;
Os julgamentos insistentes consistem na inveja de ser o que a própria capacidade não consegue;
As intenções são de ofuscarem os seus erros, e poder esconder o que para o mesmo lhe traz constrangimentos;
Julgamentos não entendem as dificuldades alheias, mas conhece muito bem a arrogância de uma forma bruta e única;
No entanto quão és frágil pelas palavras que as deferem pelas verdades pelo que és realmente;
Não julgue minhas atitudes, pois se não tem atitudes melhores, que honre seus julgamentos ficando em silêncio;
Não venha me rotular com julgamentos sem sentidos, que dão o entender de que sou como um alguém que não se importa com os sentimentos;
Basta ler o meu coração que fica tudo em evidências de que a minha prioridade é tocar i coração carente com o conforto das minhas palavras;
Tome o meu querer, pois como um homem sábio! Eu não me fiz frágil a certos julgamentos sem sentidos;
Aproximasses de mim com inocência para haver o quão és amada por todo o meu corpo e por todo o meu coração;
Em meio a tantas dificuldades, a preocupação aperta... Com tantos julgamentos de pessoas que não conhece a tua vida, eu escolho se saio a luta ou fico em casa e vejo a minha família se dizimar de fome;
Como um bom guerreiro, e braço forte... Vou a luta mesmo que seja com desvantagens, estou a me arriscar por quem eu amo!
E engalfinhando-me que vou palmo à palmo e que busco a superação da minha família;
Não me importa com quais armas eu deva lutar e/ou quais são os inimigos que deverei levar ao chão, pois o importante ainda é e sempre será a minha família!
O coração carente sofre em silêncio em uma densa tristeza;
Além de julgamentos impróprios em combate ilícito;
Pelas capacidades de ser ou fazer, como em fatos do inacreditável de não conseguir ser amado!
Tendo um momento do querer, mas sem poder... Ah! Só um pouco para que não deixe morrer... E nada mais posso dizer;
Somente registro um pouco de palavras poéticas...
Não sou libertino, então porque me negligência?
Somente a minha tristeza, será mesmo o que me aflige... Será que a solidão será o meu caminho no mesmo que existe?
