Tantos jovens perdidos, tantos anjos caídos.
As fumaças lançadas, foram tantas tragadas e hoje nem sei quem sou...
Foram tantos pedidos para eu parar, mas eu não conseguia mais superar.
Todas essas flechadas atingem meu peito como facadas, deixando-me sempre a perguntar:
Afinal, quem eu sou?...
Hoje vivemos em um mundo de zeros e uns, um mundo tecnológico, mas é incrível como esses jovens carregam tacapes e andam cambaleando retrocedendo o amanhã...