Jeito de Menina com Olhar de Mulher

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⁠As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.

Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.⁠

⁠Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.


Há os que erroneamente acreditam que o Tempo só se perde nas distrações, nos atrasos, nos desvios da vida…


Mas, na verdade, não há forma mais sombria de desperdiçá-lo do que tentar vivê-lo longe Daquele que o sustenta.


Distante Daquele que até dele é Senhor.


Tempo sem sentido é aquele que tentamos carregar sozinhos — como quem tenta segurar água nas mãos.


Esse é o Tempo que inevitavelmente escorre, some e evapora.


Estar longe do Dono do Tempo é caminhar com pressa, mas sem destino; é preencher os dias, mas não a alma; é envelhecer por fora sem amadurecer por dentro.


Quando nos afastamos da Fonte, até os minutos pesam.


Mas quando nos reaproximamos, até o silêncio floresce.


O Tempo ganha outra textura quando lembramos que não somos seu dono, apenas passageiros.


E que sentido maior existe do que entregar essa travessia a quem conhece todos os portos?


No fim, o maior desperdício não é o Tempo perdido — é a vida não vivida na presença de quem a criou.


É ali, e apenas ali, que os dias se encaixam, que as horas respiram e que o Tempo, enfim, encontra propósito.


Tempo bom é aquele vivido nos braços de seu Dono!

⁠Só há um jeito dos políticos-influencers manterem os aluguéis das cabeças dos seus asseclas em dia: criando conteúdos ruidosos.


Não se trata de informar, mas de ocupar espaço — preencher cada fresta de silêncio com indignação fabricada, cada intervalo de dúvida com certezas prontas para consumo.


O barulho não é um efeito colateral; é o próprio produto.


Nesse mercado de atenção, a lucidez é muito pouco rentável.


O que engaja é o exagero, o recorte enviesado, a simplificação que transforma complexidade em torcida organizada.


Quanto mais estridente o discurso, menos espaço sobra para reflexão — e é justamente nesse esvaziamento que o controle se fortalece.


Na Economia da Atenção, quem grita não precisa explicar; quem repete, não precisa pensar.


Há também um pacto implícito: o seguidor recebe pertencimento e direção, enquanto entrega autonomia e senso crítico.


É um aluguel confortável, quase imperceptível, pago em parcelas de compartilhamentos, curtidas e indignações automáticas.


E, como todo contrato mal lido, cobra seu preço quando já é tarde demais.


Romper esse ciclo exige algo raro: disposição para o desconforto do silêncio, para a pausa antes da reação, para o exame das próprias convicções.


Porque, no fim, o antídoto para o ruído não é um contra-ruído mais alto — é a coragem de pensar sem trilha sonora.

⁠Talvez parar de insistir possa parecer o jeito mais covarde de desistir do outro… Mas é muito difícil tentar ajudar quem já alugou a própria cabeça.


Há um limite muito silencioso entre o cuidado e a invasão.


Entre estender a mão e tentar conduzir a vida de alguém quase à força.


Nem toda recusa é ingratidão — às vezes, é apenas alguém defendendo o território interno que decidiu não compartilhar.


E, por mais que doa assistir de fora, o direito de não aceitar ajuda também é uma forma de autonomia, ainda que muito mal exercida.


Insistir pode nascer do amor, mas também pode escorregar para o orgulho disfarçado de virtude.


A ideia de que sabemos o que é melhor para o outro, de que nossa lucidez deveria ser suficiente para despertá-lo, revela mais sobre nossa necessidade de controle do que sobre a real disposição de cuidar.


Há pessoas que não querem ser salvas — não ainda, talvez nunca.


E isso nos confronta com uma impotência que poucos sabem suportar.


Por outro lado, recuar não precisa ser abandono.


Há uma diferença profunda entre desistir de alguém e respeitar o tempo dele.


Nem todo afastamento é covardia; às vezes, é maturidade.


É entender que certas batalhas não nos pertencem, que certas consciências só despertam quando deixam de ser empurradas.


E é aí que a oração — ou qualquer forma de intenção sincera — encontra seu lugar mais honesto.


Porque, diferente da insistência, ela não invade.


Não exige.


Nem constrange.


Apenas oferece, em silêncio, aquilo que não nos é mais permitido entregar em presença.


Orar por alguém é, talvez, a última forma de cuidado que não fere a liberdade.


No fim, amar também é saber parar.


Não por falta de sentimento, mas exatamente por respeito a ele.


Porque há momentos em que a maior prova de consideração não é permanecer tentando, mas permitir que o outro, mesmo perdido, seja o único responsável por se encontrar.

​"Soltar as âncoras do passado é o único jeito de permitir que o seu futuro navegue."

⁠Você é Mestre-Sala
do meu peito,
Eu a Porta-Bandeira
do meu jeito,
O Samba é o
mestre de nós dois,
A Bandeira é o amor
que não se deixa
nenhum pouco para depois.

⁠28/05

Quando conspirarem
não tema de jeito nenhum,
Sempre existirá uma
outra porta para que você
foraja para não se pôr a perder,
A poesia é a melhor forma
de sair sem ninguém perceber.

⁠Tem gente que
dá o seu jeito
próprio de usar,
Binga para mim
é para água levar.

Cempedak maduro para saborear
do jeito natural que tem que ser,
E as sementes pôr para cozinhar
para alegrar o humor e o paladar.

Concupiscência embaladora
e mútua feita para te dar
Cajazinho devagar na boca,
Do jeito que tu gosta,
para dar mostra hipnótica
e entregar o seu corpo
nos braços da deleitação,
No afã de cumprir o pacto
à altura tua provocação,
Com estro e todo o charme
na mente e no teu coração,
Para que o verbo não se cale
e o amor em ti se cumpra
em salto sem temer a altura.

O meu beijo de Patauá
dentro de ti vai entrar
mesmo sem licença,
Do meu jeito afetuoso
os Versos Intimistas
para farão da sua vida
um verdadeiro poema.

Lua Cheia de Ano Novo
que gentil se aproxima
da Cidade de Rodeio,
pacificando com jeito
e poesia por inteiro.


Encantando com alvor
o Médio Vale do Itajaí
com todo o esplendor,
iluminando o amor
que rendemos o andor.


Com o seu encanto
privilegiado nos põe
confiados nos braços
carinhosos e amorosos,
de querer o alvorecer.


(Não nego nem para ela
que não parei de te querer).

Janeiro floresce nos cachos
do Pequiá em flor do jeito
que sedutoramente te levo,
No teu peito coração tenho
lugar certo como o seu amor.


O mútuo fascínio indomável
tem sido crescente e diário,
Não há mais ser engolido,
sou o teu adorável instinto.


A cada dia um novo passo
na minha direção o seu caminho
romântico sendo definido,
Nasci para ser o sentido
sublime e infinito de ter nascido.

Tudo em nós é janeiro
para colocar do jeito
que a gente ama e quer,
Não vejo a hora de te ver,
aqui em Santa Catarina
O Angico jacaré está
em florescimento,
O meu coração derretido
forte está batendo,
Querendo viver de amor
o tempo todo com você.

Se aproximam da Bacia do Rio Tapajós
Sirius, Canopus, Achernar, Rigel e Betelgeuse,
do jeito que o olhar alcança e as endeuse;
O rio é a orquestra a tocar,
Procyon, Capella, Alpha Centauri e Acrux
chegaram fascinantes para ficar.


Mimosa, Gacrux, Alnitak, Alnilam e Mintaka,
também vieram para acompanhar,
A Via Láctea com toda a potência
não irá nesta travessia os deixar,
porque resistência não deve pedir
licença por ser dignidade de existência.


O Angelim-vermelho, a Sumaúma
e toda a floresta pressente
que a noite escura querem impôr;
Não há nada nesse mundo
que irá deter a caminhada
porque existe o amor além do amor.


Tenho um pouco de todo o mundo
e de cada parte e do que há de mais
profundo e da maravilha do Tapajós,
Querem deixar todos os que têm
raízes ali sem sementes e em nós.


Cada parte de mim não ficará a sós,
sou Borari, Arapiun, Tupinambá,
Tupaiú, Tapajó, Arara, Jaraqui,
Maytapu, Munduruku, Cumaru,
Tapuia, Apiaká e Sateré-Mawé,
e sou todo o povo do Rio Tapajós
feito da liberdade que não se prende,
e nem se costura nem com retrós.

O teu jeito observador
entretém e seduz,
Os meus cabelos alcançam
o Estreito de Ormuz.


O que gostaria mesmo
é que os meus sonhos
tocassem o seu peito,
E entre nós se abrisse
uma generosa passagem,
Porque não quero ser
espectadora da paisagem.


Não penso contar miragens
e tampouco contar com oásis,
Desejo ser a tua escolhida
inequívoca para habitar
a tua dulcíssima paragem.

Doce de Imbu vou fazer,


Só para te receber


de um jeito que você


não vai esquecer,


Por mim você vai


inteiro se derreter,


De outro sabor que


não for o meu bem


brasileiro você não


nem pensar mais querer.

No Médio Vale do Itajaí,
Borboleta é poema
no coração do jardim,
Do jeito que me vê
sou exatamente assim.

Do jeito que está o mundo,
só consigo pedir a Deus:
--- Um melhor "Dia das Mães"
a cada novo segundo
do jeito poético e profundo.