Jeito de Falar
Podemos levar a vida de um jeito mais leve, sem gritos, estresses excessivos, brigas e etc. Basta reconhecermos que isso não é saudável, e querermos realmente mudar.
O jeito correto de gerenciar o seu medo é gradualmente expandir sua zona de conforto até que sua zona de conforto inclua coisas que antes pareciam impossíveis.
O jeito mais fácil de identificar um invejoso/frustrado é quando ele(a) vive usando o humor ou deboche pra camuflar sua insegurança e fingir desinteresse de tudo aquilo que não pode conquistar.
Ninguém peca de todas os jeitos mas todos pecam de algum jeito.
Não julgue o próximo só porque ele comete um pecado diferente do seu.
(o dia seguinte)
a tristeza não cabe no peito
não cabe na alma
não cabe de jeito
NENHUM
dentro de mim
mas a tristeza acorda o sentido
já adormecido
do corpo que inflama
da mente que clama
um tempo melhor
então, tristeza, lava
com tuas penúrias
a face daqueles
que sonham
que pedem
o alvorecer
vem!
derrama a verdade
despida de medos
livre de segredos
no rosto que espera
o milagre de SER
e, depois de tudo,
a vida continua…
talvez a esperança
esta doce criança
chegue, enfim…
eu sou amante da vida
ainda vou morrer por causa disso
mas como morrerei - de qualquer jeito
será lindo morrer de amor!
um silêncio que nos ensina
Eu tive uma vizinha que não conheci.
Me alegrava o jeito que ela cantava.
Ouvindo os louvores que vinha do andar de cima.
Havia ritmo e uma voz que expressava alegria.
certo tempo depois, os louvores começaram a ser interrompidos .
Mais ou menos sempre por volta do mesmo horário.
Discussões ocupavam o espaço das melodias.
E depois de um tempo, já não se ouvia louvores em nenhuma parte do dia.
O tom de voz crescia, e uma alternância entre sussurros e gritaria acontecia.
até que um dia, o silêncio completo anuncia, que no andar de cima já não morava mais a vizinha.
A história que comove leitores em sua maioria.
é mais comum do que se imagina.
não se pode fazer nada por ela.
mas a maior lição que se aprende, é cuidar dos nossos próprios relacionamentos
Depois que se perde, sempre aumenta a percepção do valor que se tinha.
Ser paciente e agradecido, elogiar mais que do tecer críticas, são ingredientes de uma receita
Que quando bem feita, faz permanecer a alegria.
Porque somos do jeito que somos?
O assunto é bem complexo, mas vou detalhar para fácil compreensão,
Para entender perfeitamente precisamos ter em mente como somos formados.
A criança herda de seus pais algumas de suas características, entretanto essa herança genética representa apenas um percentual na formação do indivíduo.
A herança genética fornece algumas de nossas características físicas e mentais, e é capaz de predispor doenças, traços de personalidade e até vícios, porém não é determinante, ou seja, estará propenso a desenvolver, e não condenado a ter ou ser.
Isso porque o meio externo, que é o ambiente em que ela está sendo formada desde a ventre materno até as fases de sua infância e sua adolescência, exerce grande e forte influência.
Quando falamos em ambiente, abrangemos toda a vivência experimentada pela criança, o amor, atenção e carinho recebido, hábitos familiares, alimentação, e a maneira como essa família se relaciona e interage com o mundo externo.
Contamos também com a epigenética, que a grosso modo, é a maneira como reagimos a tudo isso.
Cada um de nós possuímos uma sensibilidade pessoal, a medicina chama isso de vulnerabilidade, por esse motivo, duas crianças inseridas em um mesmo ambiente familiar e recebendo sem distinção os mesmos cuidados, desenvolvem particularidades distintas.
Um exemplo que costumo citar, supõe que duas crianças podem presenciar a queda de um avião em seu quintal, e uma delas adquirir uma fobia e nunca conseguir entrar em um avião, mesma em sua vida adulta, já a outra pode ficar fascinada por aviões e dedicar-se em ser um piloto.
Portanto a epigenética possibilita que eventos traumáticos idênticos provoquem traços de personalidade e aptidões distintas na formação do indivíduo, a depender de sua vulnerabilidade e sensibilidade pessoal.
Em uma abordagem do ponto de vista comportamental, podemos afirmar que estes três elementos determinam nosso modo de agir e pensar, determinam nossa personalidade e a formação do caráter.
É na infância, e principalmente em nossa família de origem que nossa estrutura interna se molda, na infância é que aprendemos como é a vida.
Trazemos muitos traumas, e questões mal resolvidas, todo adulto tem uma criança emocional e muitas vezes, bastante ferida.
Aquilo que lembramos, ainda que seja uma memória dolorosa, lembrar pode provocar dor, mas se lembramos facilmente não é o que lhe causou o trauma.
No evento traumático, a dor é quase insuportável e por isso é enterrada para que não haja lembranças.
Fica tudo guardado no inconsciente, para que possamos viver sem problemas, mas há um fato em questão.
A maioria de nossas decisões e atitudes são tomadas por este inconsciente.
Há uma máxima que diz: se compararmos a direção da vida com um cavaleiro em seu cavalo, o cavaleiro é o inconsciente, o consciente é apenas o cavalo.
Talvez você já tenha visto a representação da nossa mente demonstrada como um iceberg, onde o topo, parte aparente, é o consciente, e o inconsciente a área submersa.
Falava-se de que 90% é inconsciente, e só 10% racional, ou seja consciente, Entretanto tenho más notícias, com o avanço da neurociência, já acredita-se ser apenas cinco , ou seja 95% e 5%.
Qual é o problema disso?
é um grande problema , causador da situação, onde se querer fazer uma coisas, e acabamos fazendo algo totalmente diferente.
Os conflitos estão bem dentro da gente, podemos mudar o ambiente ou o parceiro atual, sem resolver nossas questões internas, teremos sempre resultados iguais.
Muitos dos nossos comportamentos são a repetição daquilo que fizeram conosco.
"Se você não curar sua ferida irá ferir quem não te fez mal"
Ninguém gosta de sofrer, apesar disso, temos a tendência de se aproximar daquilo que nos fez sofrer, pois é algo conhecido.
Os três maiores medos da humanidade são: medo da morte, medo de falar em público, que nada mais é que o medo da opinião dos outros, medo de ser criticado, e o terceiro medo é o medo do novo.
Esse medo do novo nos faz procurar algo conhecido, isso nos traz segurança, mesmo não sendo algo bom.
Desta forma o ser humano busca familiaridade, somos guiados pelo inconsciente a um caminho conhecido.
Perceba como nosso inconsciente direciona nossas escolhas, de forma associativa relaciona o presente com experiências vividas.
Essa busca por familiaridade remete a sensação de segurança, já que o novo sempre desperta medo, anseios e incertezas, por esse motivo, de forma inconsciente somos levados a situações dolorosas, relacionamentos problemáticos, a sofrimentos parecidos ou iguais aos que tivemos na infância, uma vez que já aprendemos a conviver com os mesmos.
Quanto mais problemática tenha sido suas experiências passadas, mais propenso a desejar relações problemáticas essa pessoa terá, e uma guerra é travada, já que de forma racional, ou seja consciente, ela não quer esse sofrimento, mas o deseja de forma inconsciente, é o conflito entre o coração e a razão, ou seja o inconsciente e o consciente.
Como falado acima, todos temos uma criança emocional, umas muito feridas, outras pouco feridas, e algumas raras exceções com quase sem ferida alguma, entretanto ninguém saiu ileso, por esse motivo a terapia é recomendada a todos.
Comportamentos limitantes, auto sabotagem, procrastinação e emoções desproporcionais desencadeadas por gatilhos, tem muito que ver com nosso inconsciente.
Todo comportamento agressivo possui mais de uma causa, ou seja, a forma como reagimos em um evento atual, tem a ver com o que vivenciamos no passado.
A irritação do ser humano, tem mais a ver com ele mesmo, do que com o que ele se diz irritado.
Digo e repito, o problema nunca são os outros, o problema, sempre é a gente!
Muitas vezes não são os defeitos dos outros que nos incomodam, mas são nossos traumas que não nos permitem suportar tais comportamentos .
Para termos uma vida plena, o autoconhecimento é fundamental, por meio de terapia podemos entender nosso modo de agir e corrigir padrões de pensamentos prejudiciais a nossa vida e a nossos relacionamentos.
Tente tornar consciente o motivo dos seus atritos, escreva detalhes para descobrir os gatilhos que lhe deixa irritado, reconheça suas limitações, e caso precise, busque ajuda especializada.
Saúde mental é nosso melhor investimento, pois tudo começa e termina na mente, portanto precisamos conhecê-la e cuidar dela.
Psicanalista, terapeuta e escritor
Júnior Oliveira
Não há mistério no jeito de entender os fatos.
Eles são.
A verdade prepondera no gesto e, principalmente, na falta dele.
Vou arrumando o seu desarrumado jeito de me amar.
Talvez eu não consiga e tenha que preferir conviver com a minha alma afogada na insistência vencida de se sentir amada.
A fala insignificante, também, é aquilo que se queremos fazer.
O menor gesto, o jeito de olhar, os movimentos do corpo ocupam a expressão exata para o enredo pretendido.
Observe bem. Tudo está sendo dito.
Eu já entendi a sua vontade.
Sentir...
Todos sentem.
A diferença é o jeito de lidar com o nosso sentimento e com o sentimento que nos dedicam.
A caminhada está para todos, mas o que difere é o seu jeito de seguir.
Ser feliz é questão de foco e tem relação com a maneira que você vê o seu mundo interior.
O amor não nos solicita entendê-lo, senti-lo deve nos bastar,
por isso, sou feliz com o meu jeito de amar.
Se queremos resultados diferentes, necessariamente, precisamos mudar o jeito de agir, sentir e movimentar nossas emoções!
Atitude é ir para a luta diária e, jamais, aceitar a derrota sem ao menos guerrear, principalmente, com a nossa mais sútil adversária: a preguiça comportamental!
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