Jardim das Borboletas Vinicius de Moraes
Criar valor é utilizar as capacidades físicas e intelectuais do homem para transformar o ambiente, conceber inovações e combinar recursos de modo a expandir a utilidade social.
O auge é o momento exato em que é preciso ter coragem para mudar. Esquecer-se de que nada é permanente, equivale a se jogar no mar do fracasso.
A decadência moral é para a alma como uma ferrugem que se espalha rapidamente transformando a rigidez do ferro em pó imprestável!
O estatismo supervaloriza a racionalidade humana, despreza a complexidade da interação social e ignora o aprendizado do sistema de tentativa e erro, que, através das relações comerciais, produziram desenvolvimento econômico e pacificação entre os povos.
A vida não é somente uma história, com início e fim, mas a permanente fluidez de infinitos instantâneos.
Conto nos dedos quem posso contar
O que eu tô passando e o que eu vou passar (...)
Eu tô carente desse tipo de gente
Se você ficar fantasiando as aventuras de quem você não é, nunca vai conseguir alcançar suas metas, pois elas não são as metas de quem você realmente é
Eu caio de bossa eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa xingando em nagô
Você que ouve e não fala / Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala / Você vai ter que aprender
A tonga da mironga do cabuletê
A tonga da mironga do cabuletê
A tonga da mironga do cabuletê
Você que lê e não sabe / Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe / Você vai ter que viver
Na tonga da mironga do cabuletê
Na tonga da mironga do cabuletê
Na tonga da mironga do cabuletê
A vida testou sua capacidade de resiliência, seu vigor e sua força de vontade, e você passou no teste de maneira que ninguém jamais imaginou ser possível. Mas a tormenta nunca esteve pior, e tanto pode destruí-lo como defini-lo.
... É mais produtivo para a evolução das almas
acreditar naquilo que se sente do que nas palavras que se ouvem.
O Peso das palavras
me espanque até sangrar
pois simplemente machucará meu físico
e alguns sentimentos
mais nunca use palavras para me defamar
pois só uma vez proferidas
banaliza a alma
