Ja Vivi um grande Amor

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Congela o teu olhar no meu
Esconde que já percebeu
Que todo meu amor é teu amor
Então vem cá
Que nós, até Caio escreveu
Parece que nos conheceu
Em mel e girassóis te peço, só te peço

Fica
Fica, me queira e queira ficar

Então digo, se você já se decepcionou muito no amor, não desista, procure alguém que também foi decepcionada.
Vocês irão se completar, e um não vai querer machucar o outro nunca, e aí vocês se completarão.

Amor derramado

Esses meus modos de menina Sapeca
Quando já vividos mais de meio século
Na verdade, meio século mais uma dezena
Vejam bem, não é nenhuma quinzena
De dias vividos com uma calma
Tão estranha que causa a mim que a experimenta
Inquietude.
Por que sou uma aventureira
É que cabem travessuras nas minhas cestas repletas
De magnitudes
Desconcertantes.
Não tenho nenhum receio de fazer o que quero
E espero
Que me perdoem por ser tão atrevida.
Na minha lida
Diária, pois sou uma eterna enamorada
Pela vida.
E vou revelar agora o meu segredo
Sem nenhum medo
De ele ser depreciado.
Tudo isso em mim é o tal do
Amor derramado.
Estou Dele locupletada
Verdadeiramente saturada.

Já dei o melhor de mim, já dei todo amor que tinha e isto não terminou bem... Agora dou o pior de mim, a indiferença, e guardo todo o amor para mim mesmo.

Te amei como se não houvesse amanhã quando abri os olhos o amanhã já era ontem e o amor já tinha acabado

Já fiz alguns poemas,
Mais não me considero poeta.
Histórias de amor já expressei,
Mais nunca publiquei.
Meu jeito de ser está incluso,
Mais ainda muito confuso.
As palavras não querem mais a boca,
E sim o papel.
Escrever não é obrigação,
Mais apenas uma distração.
Não escrevo para milhões de pessoas,
E sim apenas para você.

Quando você já tiver visto tanta coisa na vida quanto eu, não vai subestimar o poder do amor obsessivo.

Eu revi o amor... fazia tempo que ele havia cruzado o meu caminho, já tinha perdido a esperança de reencontrá-lo, até pensei que o destino havia se cumprido e nunca mais o veria, mas de repente ele estava ali na minha frente, com sorrisos, cara e perfume, com toques, olhares e presença.

Não vou fazer loucura nenhuma pra provar o meu amor. Acho que "amar e acreditar" já é loucura o suficiente pra nós dois.

Já pensou como seria acordar e ver o amor da sua vida ali, do seu lado, te dando bom dia com o sorriso mais lindo no rosto?

você já beijou uma pantera?

essa mulher pensa que é uma pantera
e às vezes quando fazemos amor
ela rosna e funga
e seus cabelos se soltam
e por trás deles ela me olha
e me mostra suas presas
mas eu a beijo de qualquer jeito e continuo amando.
você já beijou uma pantera?
você já viu uma pantera fêmea se deliciando
com o ato do amor?
você nunca amou, meu amigo.
você com suas esquilas e tâmias
e elefantas e ovelhas.
você tem que dormir com uma pantera
você nunca mais vai querer
esquilas, tâmias, elefantas, ovelhas, raposas,
carcajus,
nada mais a não ser a pantera fêmea
a pantera fêmea atravessando o quarto
a pantera fêmea atravessando a sua alma,
todas as outras canções de amor são mentiras
quando aquela pele macia e escura vier em sua direção
e o céu desabar sobre suas costas,
a pantera fêmea é o sonho se realizando
e não há volta
ou desejo de –
aquela pele sobre a tua,
a busca terminada
e você aprisionado nos olhos de uma pantera.

Esse amor por você já virou obsessão!

⁠Vejo muitos amigos me falando que não tem sorte no amor e que ninguém presta !
Vamos lá
Vc já se analisou?
Já viu seus defeitos ?
Já respeitou as diferenças do seu parceiro?
Já perdoou?
E por aí vai ...
Como diz Renato russo
Meu amor, disciplina é liberdade...
Desejo a todos um feliz dia dos namorados
Com muito amor , paz , bom senso e muita paz de Deus !

_"Você acredita no amor?"
_Sim!
_"Mais alguém ja feriu seu coração?"
_Sim!
_"E você ainda acredita no amor?"
_Eu deixei de acreditar em algumas pessoas e não no amor!

Até Amanhã -

Até amanhã ó meu amor
ou então até já
acredita, por favor,
que te amo mas não dá.

Guarda em ti esses momentos
que nós vivemos tão nossos
na raiz do pensamento
na raiz dos teus ossos.

Até amanhã ó meu amor
que vá eu aonde vá
deixa a vida ao sabor
deste simples até já.

Mas não houve um até já
fica a esperança que foi vã
este amor não voltará
diluiu no amanhã.

Quando eu deixei de gostar de mim…
Já não sinto paixão, nem amor, nem carinho. Também não sinto ódio nem raiva. Apenas me resta um vazio que me dói intensamente. Cada dia que passa, a certeza disso aumenta em mim. Não consigo lidar com demonstrações de afecto, já não sinto prazer ou felicidade. Sinto um enorme desespero porque já não desejo. Não consigo fazer entender que alguns gestos já deixaram de ter significado para mim. Não suporto mais esta situação.
Tenho pensado muitas vezes na fragilidade desta relação. Não é uma situação recente, muito pelo contrário, é um acumular de pequenas e grandes coisas que resultaram neste desenlace. Tudo isto começou a algum tempo. Talvez por pensarmos que todas as diferenças são superáveis. Nem todas as diferenças são superáveis.
A forma como vivemos / queremos viver a vida e a forma como entendemos e vivemos o amor e as relações humanas. Neste último enquadro a visão de família, que é tão distinta. Enquadro também o campo dos afectos e das energias que unem as pessoas.
A minha ideia de família tem como ponto-chave o diálogo, o apoio emocional. As pessoas de uma família discutem, ouvem-se, aconselham-se, reflectem sobre as divergências, constroem planos de futuro. Partilham os defeitos e as virtudes e sobretudo aceitam-se como são, porque já assim eram desde o início e porque, na verdade, a essência de uma pessoa não muda jamais. Ninguém poderá ser quem não é. Podemos tentar por uns tempos para agradar, mas nunca se muda verdadeiramente. Esta foi uma enorme falha. Neste momento, procuro e não encontro. Não sou quem realmente sou, nem sou quem gostava de ser. Nem eu mesma consigo gostar de mim. Como pode alguém gostar?
A minha essência quer voltar a revelar-se e tem vindo a escapar-se aos poucos de dentro de mim, por muito que a tente conter. E cá estou eu!
Sou egoísta. Gosto e sempre gostei de ter o meu espaço, onde posso viver a minha solidão e onde me encontro. Preciso de ler, escrever, cantar, dormir, sonhar, chorar. Perdi esse espaço há imenso tempo.
Gosto de satisfazer pequenos prazeres que me fazem sentir bem. Porque não falar e rir com uma amiga durante meia hora ao telefone, ou sair e conversar com alguém que já não encontro há muito tempo, comprar o livro ou a roupa pela qual me apaixonei? Porque não ir tomar café a seguir à refeição, nem que seja pelo facto de ver pessoas e encontrar-me no meio delas, mesmo não as conhecendo? Porque não ficar até tarde na praia e esquecer-me dos horários se o posso fazer e me apetece tomar mais um banho ou ler mais um pouco?
Porque não ficar mais umas horas na cama ao fim-de-semana, se o corpo pede e nada me obriga a sair de lá? Sou relutante. Se posso concretizar uma ideia viável na minha cabeça, porque contrariá-la? Porquê ser vencida mas não convencida? Sou muito insegura. Sinto muitas vezes falta de confiança em mim própria, no entanto não desisto facilmente. Preciso de ouvir vezes sem conta uma palavra de apoio para ir em frente.
Sou impulsiva e tomo decisões precipitadas, por vezes, sem reflectir.
Sou emotiva, sentindo a felicidade e o desespero em graus extremos. Nesses momentos preciso de dar e receber atenção, um sorriso e muitos mimos.
Tenho imensos defeitos que não consigo alterar, inerentes a mim própria, que me conferem um pouco do charme de ser quem sou:
Não sou poupada. Sei que gasto dinheiro em coisas supérfluas que me dão prazer.
Não comparo os preços para conhecer a melhor relação qualidade/preço. Tenho gostos por marcas. Gosto de comprar aquilo que me atrai e apaixona à primeira vista, independentemente do que seja. Sou pontual, organizada.
Gosto de um carro impecavelmente limpo e cheiroso. Não confio sempre nos outros.
Sou desorientada e distraída.
Tenho defeitos que relego sempre para segundo plano. Por vezes até me esqueço delas:
Não sou muito afectiva, nem dou muitos beijos, mimos, carícias. Não posso reprimir os sentimentos bons ou ficar indiferente. Preciso de tocar, conversar, sorrir com as pessoas que amo e tanto estimo.
Gosto de ajudar seja quem for, pessoa ou animal. Se precisarem de mim, estou presente, mesmo que isso implique abdicar de um prazer pessoal. Fico feliz com a felicidade dos outros e raramente sinto inveja.
Sou trabalhadora e responsável. Dou de mim o impossível para que as coisas corram bem. Adoro coisas novas, projectos, desafios, criar, construir. Acredito que tornarei a recuperar a minha capacidade criativa, que está esquecida, mas que pede intensamente que a desenvolva. Essa sou eu!
Mais uma vez digo que a essência das pessoas não se altera, lamento. Nem sempre tenho a atenção de que preciso. Nem sempre sou tratada como se eu fosse o centro do mundo. Eu sei que não sou, mas faz-me sentir bem sê-lo para alguém. Esse alguém que para mim é o centro do mundo!

O que eu gostava realmente que existisse?
Mais disponibilidade emocional, mais interesse, mais afectos, mais palavras, mais elogios, mais companheirismo, mais actividade e mais luta, mais partilha, mais alegria, mais sentido de viver e não se sobreviver, mais objectivos pessoais, mais independência e espírito de iniciativa.
Teria adorado receber umas flores, ou outra coisa romântica fora das datas convencionais. O que mais me magoa é que até eu perdi o gosto de oferecer, quando o fazia no início sempre que me apetecia. Há quanto tempo não ofereço nada?
Também queria comunicar, a transmitir sentimentos. As palavras têm muito peso. Foi um grande erro meu convencer-me do contrário. Elas existem carregadas de significado e devem ser usadas. Eu sou palavra, trabalho com a palavra, divirto-me e passo tempo livre a usa-la. A sua importância na minha vida é incondicional. Omitir palavras, escondê-las é negar parte de mim. Cansei-me de esperar pelo “amo-te” e pelo “gosto muito de ti” e mais ainda pelo “estou a teu lado, podes contar comigo sempre”. Não condeno as dificuldades, mas há palavras que, ditas no momento certo, ajudam a aliviar tristezas, a ultrapassar medos e inseguranças. Combatem a solidão. Quando precisei não as tive. E, no entanto, quero partilhar a vida com alguém que esteja disposto a sacrificar-se pela família, não para remediar algo. Quero acreditar que essa pessoa vai estar presente de espírito e corpo nos momentos cruciais.
Não quero promessas de que as coisas um dia irão ser diferentes, pois já não creio nelas. Se tivessem de ser diferentes já teriam sido diferentes.
Os nossos mundos são distintos e tendem a distanciar-se cada vez mais. Não me parece que seja apenas eu a senti-lo. Fingir que não se vê, não se compreende, evitar a realidade, não é solução, apenas um adiamento do problema. Entendo que os caminhos se cruzam para aprendermos. Mas esse tempo de aprendizagem terminou e é hora de vivermos. Quanto mais depressa, melhor!

05 de Julho de 2009

"O amor dispensa palavras, já que os olhos sabem falar uma língua muito mais convincente." (Jean de La Bruyère)

O amor não tem tempo para acontecer, só acontece uma vez, e não acaba, se você acha que ele já aconteceu e lamentas por tê-lo perdido é por que ele nem começou

juro, amor, não quero ser imortal
não combina comigo, não tem nada ver
essa vida louca já me marcou dia e hora...
e mesmo que insistam, só aceito
se você for comigo,
porque se não vai ser castigo
passar a eternidade sem você...
ah, bem melhor morrer
do que sofrer uma infinidade inteira

Os três ''EU's'

Quando eu te conheci, nasci de novo.
Eu já não era eu, o amor havia me transformado.
Vivendo esse novo amor, veio a desilusão.
Eu já não era eu, nem aquele que fui um dia.
Me lastimava por ter te amado,
descrente de mim mesmo minha vida virou deserto.
Era difícil crer com tantos deseganos,
tudo era errado e nada certo.

Mas é nesse deserto que descubro
O EU indiferente;
O EU que amava e
O EU para esquecer.

Novamente meu destino estava traçado:
Me torna indiferente, amar novamente, para esquecer que tinha amado.