Ja Vivi um grande Amor
A Parábola do Tesouro Perdido 2
Era uma vez um homem que vivia em uma casa cheia de amor, rodeado por sua família.
Ele tinha tudo o que precisava: carinho, respeito e um lar de paz. No entanto, ele começou a olhar para o mundo fora de sua casa, atraído pelas luzes e promessas de prazeres rápidos.
As ilusões o seduziram, e aos poucos, ele se afastou de sua família, trocando o que era verdadeiro por momentos passageiros.
Ele viveu nas ruas da ilusão, cercado de pessoas que pareciam felizes, mas que, na verdade, apenas ofereciam traições e falsas promessas.
A falta de respeito cresceu entre ele e sua família, e as consequências logo apareceram.
Aos poucos, ele foi perdendo tudo o que um dia lhe trouxe alegria.
Depois de muito tempo, ele percebeu seu erro.
Cansado e vazio, decidiu voltar para sua casa, esperando encontrar o mesmo amor e acolhimento.
Mas, ao chegar, viu que era tarde demais.
Sua família, após tanto tempo de dor e desrespeito, já não estava mais lá.
O lar que antes o recebia com amor havia se dispersado, e o homem ficou sozinho, sentindo o peso de suas escolhas.
Ele entendeu, então, que o verdadeiro tesouro havia sido perdido para sempre.
As ilusões o afastaram do que mais importava, e agora, tudo o que lhe restava era a saudade de um lar que ele nunca mais poderia recuperar.
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Moral da história: o que realmente importa deve ser valorizado enquanto o temos. As ilusões podem parecer atraentes, mas podem nos fazer perder aquilo que jamais será recuperado.
O amor me ensinou a arte da autodefesa. A dor, um mestre cruel, me treinou para a guerra. Agora, meu coração é um guerreiro invencível, mas também um prisioneiro de sua própria fortaleza.
O amor, um fantasma que assombra a memória,
Um eco distante, que se dissolve no silêncio,
Deixando apenas o cheiro de um perfume perdido,
E a amargura de um beijo que jamais se repetirá.
TÃO POÉTICO E SUAVE
Tão poético e suave se apresenta
Um verso, quando, então, poeta
O amor. E que a paixão completa
Com suspiros e emoções secreta
Sente-se louvada e mais profeta
A sensação, mais cheia de meta
De acaso, que na rima se aquieta
Sobre a alma de graciosa faceta
Fascina tanto a quem lê e tanta
Fascinação enfeitiça e encanta
Que não o crera quem não lera
Dos seus versos emanar parece
Cânticos ternos que enternece
O sentimento cheio de quimera.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
16/10/2024, 12’05” – cerrado goiano
Em um mês, meu filho me ensinou mais sobre amor incondicional do que eu aprendi em toda a minha vida.
Só há um tipo de amor que dura, o não correspondido.as vezes ele só tenha olhos pra outra é eu só para ele bem que dizem que o amor é cego!
Amor: a doce dor que nos mantém vivos. Eternizado em fotografias, um refúgio onde corações nunca se partem e o tempo se curva à memória, desafiando a realidade que insiste em seguir em frente.
Nosso amor é um segredo guardado em fotografias, um refúgio só nosso. Corações imortais num tempo que não existe. Um lugar que ninguém mais conhece, onde a paixão desafia o mundo e a realidade.
Um amor verdadeiro busca a felicidade do outro. A paixão se revela no desejo de proteger e compartilhar a vida. Juntos, alcançam um futuro promissor e repleto de luz.
Um amor tão intenso que se esconde nas entrelinhas. A beleza da incerteza e a liberdade de sentir sem cobranças. Um amor que se preserva na sua própria essência.
Um coração devastado, uma cidade abandonada. A tristeza reina na ausência do amor. A reconstrução é lenta e incerta.
Um amor que se despede, desejando a felicidade do outro. A história finda, mas a lembrança e o carinho permanecem. Seguir em frente é a prova de amor.
Intensidade e brevidade marcam um amor inesperado. A conexão é forte, mas o momento é passageiro. Resta a lembrança do que foi vivido.
Efeméride de um amor onírico. Saudade da conexão ínsita, dos diálogos fagueiros e da paixão imaginária. Um universo lúdico e evanescente.
O amor afasta o medo e convida a voar. Sempre que desejar um beijo, ele estará lá. Deixar-se levar pelas estrelas, de mão dada, em busca de um paraíso de afeto e entrega.
O amor, um rio caudaloso,
Que pode inundar e destruir,
Mas o gigante de pedra, erguido sobre a dor,
Não se deixa levar pela correnteza.
